Real Time Web Analytics

sábado, 18 de agosto de 2012

Como essa vida é inconstante e imprevisível.
Ontem, ainda com a alegria de me ver melhorando, fui trabalhar. Mas a tarde me aconteceu algo que me chateou profundamente. 
Um colega de profissão, com histórias escabrosas para contar, resolveu demonstrar seu ódio por mim... me comparando com uma vilã. Não significaria nada se tal comentário não tivesse sido feito para os alunos. Poderia gastar muitas horas relatando o que motivou tal ódio. O reduzo apenas em dizer que ética profissional e comprometimento com a educação não são o seu forte. Quando ele era diretor do Amanda, agiu de forma horrível com toda a comunidade. Para freá-lo, um grupo de 10 professoras fomos ao núcleo pedir ajuda. No que resultou seu afastamento.
Não gasto mais nem uma linha com esse ser.
Quero exaltar, nesse momento, quem de fato merece: Deus!
Antes de ir para a escola, lembro de ter voltado em casa para pegar o livro do Padre Fábio de Melo.
E isso foi uma ação motivada por Deus, só saberia disso depois de sair da escola sem condição de dar aula, chorando muito.
Como tenho o costume de ler enquanto ando, quase que por instinto abri o livro e comecei a lê-lo. Que grande Deus eu sirvo. 
Me prendi na leitura de uma forma milagrosa, visto que quando estou aflita não consigo a concentração adequada... e em poucos instantes a agitação e a angustia foram dando lugar a paz e a confiança. Me emociono de sentir a imediata ação de Deus em minha vida. 
Saí da escola imagiando que daria uma desculpa para não ir ao Amanda, para passar o fim de semana remoendo a aflição da tarde de sexta e cheguei em casa com a alma aliviada com forças não só para dar a aula que ainda precisava dar, mas com meu humor da noite de quinta inabalado.
Ter a certeza de que Deus está no comando da minha vida me dá a tranquilidade de saber que estou indo pelo caminho certo, ainda que muitas vezes eu me sinta remando contra a maré.
Mas se eu tenho como exemplo de vida Jesus Cristo, como consequência não posso esperar algo diferente disso.
No domingo, enquanto orávamos aqui em casa, pedi para que Deus nos apontasse uma igreja para frequentar. Ainda não sei onde congregar, não tenho vontade de ir a nenhuma igreja, assim como não tenho vontade de ir a qualquer lugar diferente. Acho que preciso curar algumas coisas ainda em mim... Mas certamente isso já está acontecendo. 
Como quase nada do que combinei comigo se alterou vou começar o almoço.
O quase se dá pelo fato de que o Gui me pediu uma troca de dias no cardápio. Quando questionei o motivo, ele me respondeu que sempre que compramos feijão mexicano é sábado, logo, sábado é dia de feijão mexicano... o Gui e seus preconceitos...
Tudo bem, eu não sou contra os preconceitos...  também tenho os meus... e quem não tem??

Nenhum comentário:

Postar um comentário