Real Time Web Analytics

domingo, 29 de junho de 2014

É disso que preciso: 


Vale a pena assistir Onde o amor está.
Linda trilha sonora e uma história bonita sobre escolhas e amor. Preciso de algo assim para mim...


Dia de preparar provas... 
Cansada e com um pouco de dor... ou eu abandono o tablet por uns dias ou vai ser difícil.
Estou meio chateada...

sexta-feira, 27 de junho de 2014

perdi meus livros do tablet... me falta um pedaço...

Estou cansada, precisando dormir... um sonho ruim me acordou cedinho... os sonhos ruins são bons porque não são reais.

Escola em paz e isso já é alguma coisa.

Férias se aproximando e isso também é bom!

quinta-feira, 26 de junho de 2014

sem digitar por causa de uma tendinite braba... 
é uma boa desculpa para não escrever nada... estou tão decepcionada com tudo que nem tenho vontade de escrever.
sono, insônia, leitura e dor na mão... os probleminhas de mãos dadas... sempre eles.

Finlândia?? onde fica a Finlândia??

Talvez meus olhos falem alguma coisa, mas minha boca, não mais...




Enquanto eu voltava da ginástica ouvi algumas músicas que me lembraram minha adolescência... que vontade que deu de sentar em frente ao rio e ficar ali sentindo a natureza sugar minhas energias pesadas... não pude... pós, filhos, problemas... a vida me escalou como titular. Sem chance... o que coube foi ouvir as músicas bem alto...deu um certo alívio.
Let's give love a try


Um brinde ao tempo em que eu acreditava no amor como solução para minha vida... fecho os olhos e estou no Sidarta, as luzes coloridas piscando... os refrigerantes esquecidos na mesa e nós dançavamos como se o mundo fosse apenas aquilo...Saudade dos bons sonhos... 
   paro por aqui...


 Aproveitar o sono... dormir até que algum novo pensamento me cobre horas de análise e reflexão...

domingo, 22 de junho de 2014

Os filhos estão de volta e com eles os problemas. 
Saudade de um tempo em que eu podia descansar e só.
Saudade de um tempo que nunca existiu.

Preciso falar da única coisa boa que estou vivendo: A plena certeza que minha separação era a única coisa sensata a ser feita. Falo sobre isso alguma hora dessas

Toda a família está apostando suas fichas no Fernando... eu também!!
Mas não vou abri mão do Gui, apesar de tudo...
Grite, lute mas descanse no meu colo, sou sua mãe! 

sexta-feira, 20 de junho de 2014


Não compreendo os Teus caminhos
Mas Te darei a minha canção
Doces palavras Te darei

Me sustentas em minha dor
E isso me leva mais perto de Ti
Mais perto dos Teus caminhos

Quando tudo parece perdido o Senhor mostra um caminho...
Recarrega nossas forças...
E nos pega no colo...
A Rita esteve aqui... como me senti protegida.
Que pena que nos perdemos... preciso reverter isso. 

Alguns filmes são como mensagem de Deus.
É como se Ele dissesse:
"Estou vendo tudo o que você está passando e trouxe esse filme. Assista."
Sempre me sinto cuidada por Deus, mas em alguns momentos, mais...

 O verde tem razão de ser...


Muito frio, vamos nos agasalhar Pedro Eduardo... Temos que sair para almoçar já que a preguiça nos fez ficar na cama até meio dia... Somos uns grandessíssimos preguiçosos. Não temos nenhum problema com isso!
Bem, alguns poucos, talvez...


quinta-feira, 19 de junho de 2014

Quando os problemas são de coração, herpes.
Quando de família,  estômago.


Que dor horrível... couve, lá vamos nós.

Uma manhã inteira perdida sem fazer nada além de pensar indefinidamente nas coisas com as quais não sei, mas tenho que lidar. Continuo pedindo força... estou em níveis baixos... 

Tomar um banho, hidratar essa grimpa que as pessoas chamam de cabelo, almoçar e levar Pedro assistir um filme... 


Estou bastante surpresa com o interesse repentino... Não me venham agora... só preciso ficar aqui quietinha... me deixem...
 

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Não me deem tanta atenção, vou acabar me achando uma estrela.


Brincadeiras a parte... se querem ler, não vou escrever!
Não esperem nada de mim... vocês serão os últimos a saberem das novidades.




Estou me sentindo menos pior.
Embora o Gui tenha mesmo levado a Valéria para a fazenda... Tinha planos bons para ele. Agora vejo que me escorrem pela mão... muito triste ver tudo isso...



terça-feira, 17 de junho de 2014

Eu não podia deixar esse dia sem uma bela trilha sonora.
Então, está aqui:


 when you think you've had too much of this life
Well hang on


 E como já fazia algum tempo que queria mudar a música de fundo, essa está perfeita para o momento atual...
O vídeo ao lado é do filme Quando um homem ama uma mulher... um filme bonito!
O cinza também se encaixa bem...
Tudo ajeitado, agora posso deitar. Se vou dormir aí já não sei...


A vida é uma simples sombra que passa (...); é uma história contada por um idiota, cheia de ruído e de furor e que nada significa.
William Shakespeare
O dia foi muito difícil, vou deixar as coisas assentarem um pouco... Meu Deus, ainda mais isso? 
Amanhã vou  ficar só com o Pedro. Os meninos vão para a fazenda e vão levar a Valéria. 
Sim, meu ex marido permitiu que nosso filho de 15 anos levasse a namorada junto. 
Ontem na conversa que tive com ele consegui me lembrar perfeitamente  porque me separei.
Fiz um esforço maior do que tenho para não falar nada do que me veio à cabeça enquanto ele vomitava suas pieguices no meu  ouvido coitado.
Depois de 10 infinitos minutos ouvindo  idiotices ele mudou o tom, como sempre fazia antes, algo como se tivesse arrependido da rudeza anterior. E me prometeu falar com o filho. Não acredito nisso, mas como minha terapeuta me alertou, preciso descansar esses dias e vou atender as recomendações.
Semana que vem, com as forças renovadas passamos para o segundo round. 
Sobre o assunto de ontem: Não podemos fazer nada para apagar o passado. Ele existe, tá lá... por mais feio que pareça. Sinto muito pelos leitores que esperavam outra coisa de mim. Eu sou a vítima. Não percam o foco... 
De vocês eu só quero que permaneçam onde estão. Não é com vocês a conversa. Continuem lendo... se assim desejarem, mas já vou lhes avisando: Não esperem encontrar florzinhas. Há tempos deixei de plantá-las...   

Essa música não tem absolutamente nada a ver com o momento presente. É só uma música do Arnaldo Antunes, Marisa Montes e Carlinhos Brown que tanto gosto. Talvez a melodia triste...
 

segunda-feira, 16 de junho de 2014

As Sem - Razões do Amor

Carlos Drummond de Andrade

Eu te amo porque te amo.
Não precisas ser amante,
E nem sempre sabes sê-lo.
Eu te amo porque te amo.
Amor é estado de graça
E com amor não se paga.

Amor é dado de graça
É semeado no vento,
Na cachoeira, no eclipse.
Amor foge a dicionários
E a regulamentos vários.

Eu te amo porque não amo
Bastante ou demais a mim.
Porque amor não se troca,
Não se conjuga nem se ama.
Porque amor é amor a nada,
Feliz e forte em si mesmo.

Amor é primo da morte,
E da morte vencedor,
Por mais que o matem (e matam)
A cada instante de amor.



Essa é o texto que minha terapeuta me deu para analisar, mas hoje não dá.
Meu Deus, eu preciso de ti.

 


Antes que as novas informações se tornem velhas como de fato são, preciso expressar o que realmente elas me causaram. 
Bem, foi à terapia e aproveitei para fazer minha carteira de identidade. Sim, claro, com 16 anos de atraso. Enfim, hoje deu certo, mas nunca consigo algo que dê 100% certo. Levei toda a documentação, tudo certinho. Até as fotos horrorosas das carteiras de identidade já estavam comigo. O problema se deu pela troca de uma letra no segundo nome da monstra. Sim dela mesma. Iara/Yara. Sempre me confundi com isso, nunca sabia se era marion Yara ou maryon Iara. Essa dúvida que nada mudou nas nossas condições de vítima e algoz agora vieram para atormentar um pouco mais minha vida. Sai da polícia e fui até o cartório e ali sim me deparei com um documento que me traz a informação revolucionária.
Segundo consta na certidão de nascimento Iara é com i mesmo. Mas como na minha identidade está com y, provavelmente eu precise abrir um processo para retificar. Isso mesmo, terei que constituir um advogado e gastar dinheiro para arrumar a letra do nome da lazarenta. Meus leitores mais assíduos sabem porque de tal adjetivo pejorativo, não quero me repetir.
Se isso me causa revolta, o que realmente me surpreendeu é a data da minha certidão.
Meu pai foi ao cartório me registrar no dia 6 de janeiro de 1982. Mas o que será que fazia ele nos 6 anos anteriores? Ou melhor, quem seria eu, nos 6 anos anteriores? Por que demorou tanto para me registrar? Não me venham dizer que antigamente era assim, porque esse antigamente era bem mais antigamente do que a minha época e isso só acontecia com gente sem estudos, o que não é o caso do meu pai. Advogado, fiscal da receita, estudado... Bem, em se tratando de minha história muito dá má contada, temos aqui mais um bom mistério. Pedi uma cópia para a atendente, xeroquei mais uma para poder trazer para casa. Vou atrás dessa história. Vai que desse mato sai cachorro! Vai que tenho alguma família viva ainda?! Vai que estou perdendo meu tempo com aquela historinha que me contaram lá na infância?!
Fiz algumas contas. Tenho alguns dados que são reais:
Gisele nasceu em 05/05/1977
marion ficou casada com meu pai 2 anos e meio.
marion casou grávida e disse para todo mundo que o bebê (Gisele) tinha nascido prematura.
Por dedução, marion casou em novembro de 76 e ficou casada até meados de 79. Oras se eu fui registrada pelo meu pai só em 82, eles já estavam separados. 
Será que eu tenho alguma coisa a ver com essa separação? E porque será que ela não me deixou com meu pai? Teria ganho alguma coisa com isso?
Eu, decididamente preciso falar com João Gualberto e o tempo urge. Farei uma varredura geral. Não posso deixar que essa história fique tão mal contada. É o meu passado. É a minha história!
Nem sei se eu cheguei a escrever isso, mas alguns dias me veio o seguinte pensamento: 
Se eu tive úlcera de córnea em decorrência de uma vacina contra sarampo dada um dia antes, quando eu estava com 5 anos, a marion já tinha sido negligente. Vacina contra sarampo é dada em bebês, não em meninas de 5 anos. Acabo tendo que imaginar que dona marion nem tenha me dado a tal da vacina. Inventou uma mentirinha para não ficar mal com a família. Igual quando disseram que a Gisele era prematura.
Tá, agora tenho mais esses dados para pensar. Preciso interromper meus pensamentos, claro que quando voltar terei outra visão, mas eu precisava ao menos deixar registrada minha ansiedade sobre isso.
 Leitores, favor desconsiderar meus erros de concordância, regência e coerência. Hoje não sou uma professora de português. Hoje sou uma menininha de 5 anos que precisa encontrar sua mãe.
Onde quer que ela esteja... e o Dr João Gualberto precisa me ajudar.

Uma informação boa: Fiz meu cadastro no hospital de olhos. Vou fazer o transplante, vou tirar carteira e vou comprar meu carro. Cansei de andar a pé!!

Volto mais tarde...

domingo, 15 de junho de 2014

Não sou formada em matemática, mas sei de uma coisa: existe uma quantidade infinita de número entre 0 e 1. Tem o 0,1 e o 0,12 e o 0,112 e uma infinidade de outros. Obviamente, existe um conjunto ainda maior entre o 0 e o 2, ou entre o 0 e o 1 milhão. Alguns infinitos são maiores que outros... Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.

Essa frase é do livro A culpa é das Estrelas. Uma metáfora muito interessante para representar as coisas que me acontecem. Tem alguns infinitos que são maiores que outros. Preciso aprender a lidar com eles.

Não estou bem como deveria, o que é uma pena, afinal meu final de semana foi muito bom... nem sempre estamos no nível das nossas alegrias...
Estou preocupada com minha saúde.

Não quero falar mais nada... vou tomar um banho quente e dormir. 

terça-feira, 10 de junho de 2014

Sem muito o que dizer...
Gui com início de pneumonia e eu com insônia...
Preciso dormir agora, até que algum barulho mínimo me chame de volta aos pensamentos...
Triste as pessoas sofrendo com as chuvas...
Nota integral na pós... nem tudo está perdido...

sábado, 7 de junho de 2014


Eu sou um pouco mais do que uma amante de MPB, vou além em tudo que queira me taxar..,
Amo além do que se pode entender e luto além das minhas forças.

Agora que as coisas parecem um pouco mais ajeitadas, consigo sentir de novo que meu coração bate...

Tudo estava ali... escondidinho, mas ali.
E um sorriso no meu rosto mostra que  consegui passar por mais uma tempestade...
A vontade de colocar um brinco é como a pomba com uma folha no bico... a vida sempre está disposta...
Fui buscar os exames do Pedro e agora vou ter que esperar até quarta para que o médico o analise. Claro que meu olhar materno já faz conjecturas nem um pouco científicas, típicas das mães desesperadas que somos. Há níveis incompatíveis com o padrão...
Falando em Pedro, quem sabe você volta ao vídeo e percebe que não estamos falando do que eu sinto, mas do que ele sente...
Chega por hoje... preciso preparar o almoço!

sexta-feira, 6 de junho de 2014

E se as coisas podem ser ruins, elas também podem ser boas.
Hoje meu ex aluno que trabalha para um blog de notícias aqui da cidade me convidou para uma entrevista sobre meu clube de livros. E além dessa reportagem ele vai tentar encaixar a reportagem no jornal impresso da cidade. Dá pra imaginar como estou feliz? Pois multiplique isso por 10 e você terá uma leve noção do quanto me sinto nesse momento. Não por aparecer no no blog ou no jornal, mas por ver meu trabalho reconhecido.
E se não bastasse toda essa felicidade, enquanto combinávamos o horário da entrevista,  numa outra conversa,  um aluno lá da escola me pedia ajuda sobre sua vontade de ser escritor. Me mandou um texto para análise... se minha casa está uma confusão, meu trabalho está na contrabalança... ainda bem que a vida é feita de várias coisas.
Chove em Castro, minha amiga não veio fazer estudos adventistas e isso também é motivo de alegria...
Enfim, hoje as coisas estão bem melhores que ontem...
Amanhã é sábado com chuva... vou poder dormir!!
 

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Começo a entender porque a psicóloga me sugeriu que eu trocasse o tipo de literatura. a escolha por livros tristes era uma forma de encontrar motivos para chorar. Hoje fui ao cinema para assistir o A Culpa é das Estrelas. A decisão de ir ao cinema aconteceu logo de madrugada enquanto eu não conseguia dormir. E inconscientemente escolhi um filme que certamente me permitiria chorar. E chorei muito. Chorei pelo filme e chorei pelo cansaço físico e mental em que estou.




Faz umas 3 semanas em que estou correndo de lá para cá com a gripe dos meninos. Sara um, adoece outro e assim vamos num ciclo infinito. Médicos, remédios, exames...
Hoje fui levar meu docinho para fazer exame de sangue. Que tristeza... que dozinha...


Quarta-feira da semana passada voltei para casa as 13:40 para pegar um documento para tomar vacina contra gripe. Tudo sairia perfeito, não fosse pelo fato do João Guilherme estar aqui em casa na hora que deveria estar trabalhando. Como demorou para abrir a porta eu já imaginei que alguma coisa não cheirava bem. E se algo não me cheira bem é certo que tem coisa podre. 
Como vim de carona buscar o documento não podia tomar nenhuma atitude ali. Ao voltar à noite fui conversar com a mãe da menina, ainda tentando acreditar que eu estava exagerando nos cuidados de mãe, mas não estava.
Ao trocar meia dúzia de palavras com a menina fiquei sabendo que ela de fato estava lá em casa e o pior: debaixo da cama do Gui. Vocês têm noção do quanto é horrível para uma mãe saber que seu filho de 15 anos está transando na sua casa? Mas pior do que isso é saber que esse mesmo filho não estava se cuidando e que as chances de uma gravidez era grande.
E para piorar tudo ainda mais, eu sou a única adulta com um mínimo de bom senso. Nem João Francisco, nem mãe da menina  conseguem estabelecer  um raciocínio sensato sobre tudo.
Levei a menina para fazer exame e por Deus, ela não estava grávida.
Mas apesar de um alívio momentâneo as coisas que e seguem também não são fáceis. Lidar com um adolescente apaixonado não é tarefa fácil. Eu estou sofrendo com tudo isso. Sem dormir direito... ontem fui medir minha pressão... está um pouco acima do normal... o que para mim é anormal...

Preciso que essa fase acabe logo...


Sobre o filme: Mas me deu uma vontade doida de ler o livro... vou terminar de ler então...
Vale a pena assistir... 
Fiz algumas associações com meu filho adolescente, eu adolescente... nós saudáveis apesar das gripes... é, no fundo tem gente em piores situações...

Ainda preciso  dizer que não foi por acaso que vim buscar meu documento. Deus me trouxe aqui. E perceber esse cuidado, me emocionei muito. Deus e seu cuidado maravilhoso comigo e meus filhos... 


Querido neto-leitor, calma, ainda não tá na hora, heim!!! Não que eu não te queira aqui, mas o Gui não tem a menor condição de ser pai... Tudo a seu tempo!



segunda-feira, 2 de junho de 2014

Apesar de as coisas continuarem dando pra trás eu estou seguindo em frente e colhendo as coisas boas que também cismam em acontecer.
Fui ao médico e o Pedro também... por enquanto está tudo bem...

Quando cheguei tive a grata satisfação de receber a foto dos meus alunos que estão se preparando para a apresentação de literatura... adorei vê-los brincando de Leminski...
O Gui estava até agora aqui me azucrinando, como se carinhos posteriores apagassem alguma coisa que foi dita ou feita...
Ainda não estou pronta para falar do assunto...
Agora vou ver pela trilhonésima Meu malvado favorito 2... porque eu amo tudo isso!!


domingo, 1 de junho de 2014

Eu tinha que falar tanta coisa, mas não estou conseguindo ordenar as ideias. A semana foi muito cruel, algo mais do que posso aguentar. Mas eu aguentei. 
Dores de cabeça insuportáveis... insônia por 3 noites consecutivas e dor nos olhos de tanto chorar.
Só quem tem filhos adolescentes e rebeldes vai saber me entender. Os outros todos vão abrir o tribunal e sair julgando a mim, ao meu filho e os demais integrantes dessa história.
Relatarei tudo em breve, quando eu conseguir estabelecer ao menos uma conexão dos fatos.
Amanhã vai ser de correria, vou com o Fê e o Pedro para Ponta Grossa. Temos médico.
Precisava tanto dormir hoje.