A greve acabou como já era previsto. Uma semana e poucas conquistas. Pelo menos ao meu ver.
Mas tudo bem, ficar muito tempo longe da escola só ia piorar as coisas.
Voltamos segunda... amanhã vou fechar minhas notas e aproveitar o feriado para fazer umas tarefa da pós.
Filhos indo para a fazenda... não gosto disso... acho que descobri o que me faz mal.
Tem mais uma coisa que me machuca um pouco. As pessoas estão sempre esperando de mim alguma posição sobre as coisas... Ontem escrevi um texto bastante forte sobre uma professora alienada que estava postando besteiras sobre a greve. Muitas curtidas no Facebook... muitos elogios... muitos comentários virtuais e reais... a professora não se manifestou... há quem diga que não tem como rebater o que eu escrevi. As vezes tenho medo de ser muito agressiva com o que penso.
Outro exemplo é um outro colega sendo massacrado por um outro professor alienado. Cheguei no auge da discussão. Postei um comentário. Acabou a discussão, o agressor saiu do debate. Me sinto bem na hora, mas não consigo permanecer me achando vitoriosa. Eu sou tão idiota... Hoje não estou bem!
Estou cansada... meio de saco cheio... me irritei no SAS.
Amanhã vou ver quanto vai sair o óculos novo...
Quero ler um pouquinho e dormir...
Estou lendo:
Li algumas criticas bem positivas e acabei escolhendo esse... não me interessei por nenhuma sugestão que me deram... mas sabe que estou achando interessante.
Não estabeleça nenhuma ideia preconceituosa a partir do título, a história é boa. Falo mais desse livro quando terminar.
Baixei todos os sugeridos e com o tempo vou lendo.
Saudade do meu clube e dos meus alunos leitores...
Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
O pai e o filho
Um homem chegou tarde do trabalho, cansado e irritado. Encontrou seu filho de 5 anos esperando por ele na porta.
- "Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?"
- "O que é?" respondeu o homem.
- "Pai, quanto você ganha em uma hora?"
- "Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas?", o homem disse agressivo.
- "Eu só quero saber . Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?"
- "Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora."
- "Ahh..." o menino respondeu, com sua cabeça baixa.
- "Pai, pode me emprestar R$ 25,00 ?" O pai estava furioso.
- "Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá direto para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta . Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades."
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou, e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino.
- "O que é?" respondeu o homem.
- "Pai, quanto você ganha em uma hora?"
- "Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas?", o homem disse agressivo.
- "Eu só quero saber . Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?"
- "Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora."
- "Ahh..." o menino respondeu, com sua cabeça baixa.
- "Pai, pode me emprestar R$ 25,00 ?" O pai estava furioso.
- "Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá direto para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta . Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades."
O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.
O homem sentou, e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino.
- "Como ele ousa fazer essas perguntas, só para ganhar algum dinheiro?", pensou ele.
Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar: "Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00. Afinal, ele não pede dinheiro com muita freqüência".
O homem foi para o quarto do menino e abriu a porta.
Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar: "Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00. Afinal, ele não pede dinheiro com muita freqüência".
O homem foi para o quarto do menino e abriu a porta.
- "Você está dormindo, meu filho?", ele perguntou.
- "Não pai, estou acordado", respondeu o menino.
- "Estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você há pouco...", afirmou o homem. "Tive um longo dia e acabei descarregando em você. Aqui estão os R$ 25 que você me pediu".
O menino se levantou sorrindo. - "Oh, obrigado pai!" gritou.
- "Não pai, estou acordado", respondeu o menino.
- "Estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você há pouco...", afirmou o homem. "Tive um longo dia e acabei descarregando em você. Aqui estão os R$ 25 que você me pediu".
O menino se levantou sorrindo. - "Oh, obrigado pai!" gritou.
Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados
amassados. O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a
se enfurecer novamente. O menino lentamente contou seu dinheiro, e em
seguida olhou para o pai.
- "Por que você quer mais dinheiro, se você já tinha?" gruniu o pai.
- "Porque eu não tinha o suficiente, mas agora tenho", respondeu o menino. "Papai, agora eu tenho R$ 50. Posso comprar uma hora do seu tempo... Posso conseguir que você me dê um pedaço do tempo que você passa bebendo cerveja com os amigos, passa assistindo futebol ou novelas na TV, passa no telefone, no computador, etc. Por favor, dê-me um pouquinho do seu tempo; vamos construir agora nossa amizade. Pois logo, logo, o tempo me levará para longe. E nossa memória não guardará nada um do outro, a não ser o silêncio das palavras não ditas, o vazio dos carinhos não trocados, a falta dos conselhos não colhidos. Vamos jantar juntos, vamos dormir juntos, vamos brincar juntos; pois só assim poderemos, de verdade, nos chamar, um ao outro, de pai e de filho".
- "Porque eu não tinha o suficiente, mas agora tenho", respondeu o menino. "Papai, agora eu tenho R$ 50. Posso comprar uma hora do seu tempo... Posso conseguir que você me dê um pedaço do tempo que você passa bebendo cerveja com os amigos, passa assistindo futebol ou novelas na TV, passa no telefone, no computador, etc. Por favor, dê-me um pouquinho do seu tempo; vamos construir agora nossa amizade. Pois logo, logo, o tempo me levará para longe. E nossa memória não guardará nada um do outro, a não ser o silêncio das palavras não ditas, o vazio dos carinhos não trocados, a falta dos conselhos não colhidos. Vamos jantar juntos, vamos dormir juntos, vamos brincar juntos; pois só assim poderemos, de verdade, nos chamar, um ao outro, de pai e de filho".
O pai abaixou a cabeça, colocou seus braços em torno do filho, e em silêncio o abraçou fortemente.
Esse foi o texto que minha psicóloga me entregou hoje para eu ler para o Pedro. Além de tudo o que tenho para fazer, sempre preciso fazer mais um pouco. Tudo bem, vamos lá... meu filho precisa de meus cuidados e não vou negar-lhe isso jamais.
Fiquei contente com a alta... mais duas sessões e não preciso mais...
A greve continua...
Amanhã tenho oftalmologista... espero não fazer um óculos errado essa vez...
sábado, 26 de abril de 2014
ESSE MENINO ERA SEU FILHO
Fabrício Carpinejar
Não posso nem chamá-lo de caro ou prezado, mas apenas usar seu nome: Leandro. Educação e respeito vão soar como cinismo.
Tampouco posso chamá-lo pelo sobrenome para indicar formalidade. Perdeu
o direito do sobrenome. Seu filho pequeno está enterrado em seu
sobrenome para sempre. Ele carregava seu sobrenome, você não soube
carregar coisa alguma dele.
Tenho enfrentado vários pesadelos desde que ouvi a notícia de que seu menino de 11 anos fora morto pela madrasta.
Que seu menino foi posto numa cova às margens de um rio em Frederico Westphalen (RS), coberto pela terra quando deveria ser coberto pelo edredom para não passar frio de noite.
Seu filho foi enganado. Toda a vida enganado. Toda a vida humilhado. Na hora de seu fim, aceitou o passeio para longe de Três Passos porque jurava que receberia uma televisão.
Quando seu menino acordar dentro da morte, ele vai chamá-lo. Assim como toda criança chama seu pai quando tem medo do escuro. Vai chamá-lo e onde estará?
Ele acreditava que você era o herói dele. Estava exagerando para pedir que o salvasse, não entendeu o apelo?
Você nem pai foi. Nem homem foi. Você foi o que restou.
Como médico, não acha Bernardo uma criança um pouco grande para fazer um aborto?
O que dirá para irmãzinha dele? Que Bernardo está no céu? Que é uma estrela?
Perdeu também o direito de mentir. É você e sua memória sozinhos no silêncio. Só resta a memória para quem matou a consciência.
Nunca encontrará perdão. Deixou Bernardo desamparado. Deixou Bernardo com as mesmas roupas curtas, o mesmo uniforme escolar surrado, desde que a mãe faleceu. Deixou seu filho mendigar atenção pela cidade. Pelo fórum.
Não entendo o que leva um homem a anular sua família anterior por uma nova namorada. O sexo é mais importante do que a paternidade? A bajulação é mais importante do que a ternura? Queria estar disponível para festas? Cortar gastos?
Fingiu que Bernardo não existia para não atrapalhar a ambição da sua mulher? Fingiu que Bernardo não havia nascido para atender à exclusividade de sua mulher?
Filho não é escolha, é responsabilidade. Já casamento é escolha...
Se a mulher não gostava de seu filho, não deveria ter recusado o relacionamento?
Como seria simples. Bastava dizer "Ou meu filho ou nada!". É o que se fala no início do namoro.
Para você, nada.
Não é que você não tem mais nada, você não é mais nada. Abdicou de seu filho para ficar com alguém. Você não se contentou em abandonar sua família para criar uma segunda família, você aniquilou sua família para criar uma segunda família.
Obrigava Bernardo a esperar fora de casa até você chegar do trabalho, agora é você quem espera fora de casa.
Obrigava Bernardo a lavar as mãos para brincar com a irmã. Pois tente lavar suas mãos agora para tocar no rosto dele.
Tente todos os dias de sua paternidade. Sangue não sai com a culpa.
Algum tempo venho sentindo esse mesmo sentimento expresso no texto acima... Seres humanos malditos que agridem e humilham crianças inocentes.
Esses dias vi que minha tia tinha compartilhado um texto sobre o mesmo assunto. Peraí, vou ver se encontro...
É... como eu previa, não encontrei o texto... nem tão pouco o comentário que fiz...
Bem, vamos tentar parafrasear...
O texto dizia que a sociedade de modo geral era culpada pela morte do menino. Iniciava dizendo que o juiz errou, que a promotoria, a escola, seus professores, vizinhos, parentes e por aí vai até chegar em todos nós que de certa forma somos omissos em relação aos nossos menores que são agredidos, violentados e mortos sem que façamos absolutamente nada...
Claro que o texto tinha a intenção clara de sensibilizar e mobilizar o leitor.
Não curti e explico porque: Concordo que boa parte das pessoas pensam de forma egoísta, mas não me sinto no direito de falar dos outros enquanto eu sou do mesmo jeito e tenho vergonha disso.
Comentei e também explico porque, melhor. Digo qual foi meu comentário:
Conheço uma história muito parecida que felizmente não teve o mesmo fim.
Será que a exclusão da postagem tem a ver com meu comentário?
Claro que é mais fácil sentar em frente da televisão e se horrorizar com as histórias horrorosas que acontecem por aí. Realmente é mais fácil. Desliga-se a TV e volta-se a vidinha perfeita. Quando nos deparamos com a nossa omissão nos sentimos envergonhados. Pelo menos eu me sinto...
Devo ter feito algum comentário sobre a fala do João Guilherme em relação as pessoas que estavam em torno desse caso... é isso mesmo... As pessoas fingem não ver... assim como desligar a Tv, é mais fácil não ver.
Tudo bem, concordo... só não me venha bancar o bonzinho sensibilizado agora...
O caso desse menino mexeu comigo a tal ponto que preciso de sessão de terapia para voltar ao meu anterior estágio de letargia...
Dedicado a todos s leitores que se omitiram no meu caso... e meu total desprezo aos que fizeram mais... me prejulgaram... UM FODA-SE pra vocês
Tenho enfrentado vários pesadelos desde que ouvi a notícia de que seu menino de 11 anos fora morto pela madrasta.
Que seu menino foi posto numa cova às margens de um rio em Frederico Westphalen (RS), coberto pela terra quando deveria ser coberto pelo edredom para não passar frio de noite.
Seu filho foi enganado. Toda a vida enganado. Toda a vida humilhado. Na hora de seu fim, aceitou o passeio para longe de Três Passos porque jurava que receberia uma televisão.
Quando seu menino acordar dentro da morte, ele vai chamá-lo. Assim como toda criança chama seu pai quando tem medo do escuro. Vai chamá-lo e onde estará?
Ele acreditava que você era o herói dele. Estava exagerando para pedir que o salvasse, não entendeu o apelo?
Você nem pai foi. Nem homem foi. Você foi o que restou.
Como médico, não acha Bernardo uma criança um pouco grande para fazer um aborto?
O que dirá para irmãzinha dele? Que Bernardo está no céu? Que é uma estrela?
Perdeu também o direito de mentir. É você e sua memória sozinhos no silêncio. Só resta a memória para quem matou a consciência.
Nunca encontrará perdão. Deixou Bernardo desamparado. Deixou Bernardo com as mesmas roupas curtas, o mesmo uniforme escolar surrado, desde que a mãe faleceu. Deixou seu filho mendigar atenção pela cidade. Pelo fórum.
Não entendo o que leva um homem a anular sua família anterior por uma nova namorada. O sexo é mais importante do que a paternidade? A bajulação é mais importante do que a ternura? Queria estar disponível para festas? Cortar gastos?
Fingiu que Bernardo não existia para não atrapalhar a ambição da sua mulher? Fingiu que Bernardo não havia nascido para atender à exclusividade de sua mulher?
Filho não é escolha, é responsabilidade. Já casamento é escolha...
Se a mulher não gostava de seu filho, não deveria ter recusado o relacionamento?
Como seria simples. Bastava dizer "Ou meu filho ou nada!". É o que se fala no início do namoro.
Para você, nada.
Não é que você não tem mais nada, você não é mais nada. Abdicou de seu filho para ficar com alguém. Você não se contentou em abandonar sua família para criar uma segunda família, você aniquilou sua família para criar uma segunda família.
Obrigava Bernardo a esperar fora de casa até você chegar do trabalho, agora é você quem espera fora de casa.
Obrigava Bernardo a lavar as mãos para brincar com a irmã. Pois tente lavar suas mãos agora para tocar no rosto dele.
Tente todos os dias de sua paternidade. Sangue não sai com a culpa.
Algum tempo venho sentindo esse mesmo sentimento expresso no texto acima... Seres humanos malditos que agridem e humilham crianças inocentes.
Esses dias vi que minha tia tinha compartilhado um texto sobre o mesmo assunto. Peraí, vou ver se encontro...
É... como eu previa, não encontrei o texto... nem tão pouco o comentário que fiz...
Bem, vamos tentar parafrasear...
O texto dizia que a sociedade de modo geral era culpada pela morte do menino. Iniciava dizendo que o juiz errou, que a promotoria, a escola, seus professores, vizinhos, parentes e por aí vai até chegar em todos nós que de certa forma somos omissos em relação aos nossos menores que são agredidos, violentados e mortos sem que façamos absolutamente nada...
Claro que o texto tinha a intenção clara de sensibilizar e mobilizar o leitor.
Não curti e explico porque: Concordo que boa parte das pessoas pensam de forma egoísta, mas não me sinto no direito de falar dos outros enquanto eu sou do mesmo jeito e tenho vergonha disso.
Comentei e também explico porque, melhor. Digo qual foi meu comentário:
Conheço uma história muito parecida que felizmente não teve o mesmo fim.
Será que a exclusão da postagem tem a ver com meu comentário?
Claro que é mais fácil sentar em frente da televisão e se horrorizar com as histórias horrorosas que acontecem por aí. Realmente é mais fácil. Desliga-se a TV e volta-se a vidinha perfeita. Quando nos deparamos com a nossa omissão nos sentimos envergonhados. Pelo menos eu me sinto...
Devo ter feito algum comentário sobre a fala do João Guilherme em relação as pessoas que estavam em torno desse caso... é isso mesmo... As pessoas fingem não ver... assim como desligar a Tv, é mais fácil não ver.
Tudo bem, concordo... só não me venha bancar o bonzinho sensibilizado agora...
O caso desse menino mexeu comigo a tal ponto que preciso de sessão de terapia para voltar ao meu anterior estágio de letargia...
Dedicado a todos s leitores que se omitiram no meu caso... e meu total desprezo aos que fizeram mais... me prejulgaram... UM FODA-SE pra vocês
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de abril de 2014
quarta-feira, 23 de abril de 2014
segunda-feira, 21 de abril de 2014
domingo, 20 de abril de 2014
Olha só?! Fazendo tarefinha da pós e me encantando com alguns conhecimentos novos.
Se existem uma coisa que realmente me encanta é a possibilidade de novos conhecimentos...
Assistir as aulas e fazer as tarefas me tirou do estado de angústia que uma data como essa me causa.
Filosofia...
Ser Razoável...
Essa vida tem um quê de alegria escondidinho no conhecimento que se adquire...
Os chocolates se vão, as gorduras ficam...
Os livros se vão, os conhecimentos ficam...
Algumas coisas simplesmente precisam acontecer...
Faço o que com o que ainda tenho no coração?
Então... pinta uma caixinha com a cor que melhor represente tudo isso e deite-as dentro dessa caixinha... não dá pra continuar carregando esse peso...
Ou é assim ou o jogo acabou pra você.
Tá, eu sei disso!
Espera um pouco... só um instante mais...
Não!
Termina esse parágrafo.
Começa outro na sequência, já...
Músicas venham me ajudar aliviar a pressão!!!
Espere um minuto, vou vestir uma roupa... Não pense nada ainda... enxugo os olhos e a gente conversa...
Você tem razão...
sábado, 19 de abril de 2014
Capaz que vou escrever qualquer babaquice de senso comum sobre a Páscoa e o consumismo...
Não... realmente façam cada um segundo suas crenças e vidas vazias...
No que diz respeito a mim, a Páscoa é a maior celebração da fé cristã... eu fui salva... Deus me ama... nunca estou só, ainda que fisicamente possa me sentir assim as vezes...
Sábado de coisas boas... é o que temos para hoje...
Não... realmente façam cada um segundo suas crenças e vidas vazias...
No que diz respeito a mim, a Páscoa é a maior celebração da fé cristã... eu fui salva... Deus me ama... nunca estou só, ainda que fisicamente possa me sentir assim as vezes...
Sábado de coisas boas... é o que temos para hoje...
sexta-feira, 18 de abril de 2014
Senhor Jesus, o Teu coração se partiu na cruz quando Deus te abandonou.
Esse foi o mais maravilhoso ato de amor para com toda a humanidade. Que
eu nunca me esqueça de que Tu sofreste aquela dor para que eu nunca
tivesse de sofrê-la. Meu Deus, que eu nunca despreze o imensurável
presente da Tua graça.
Páscoa, momento de renovar as esperanças no infinito amor de Deus por nós...
P.S. O vídeo é a coisa mais fofa do mundo...
Páscoa, momento de renovar as esperanças no infinito amor de Deus por nós...
P.S. O vídeo é a coisa mais fofa do mundo...
quinta-feira, 17 de abril de 2014
O que fiz na minha tarde de folga?
Bem, sem sombra de dúvidas que se minha psicóloga me fizer essa pergunta, não vai gostar da resposta. Gastei metade dela estudando o perfil das pessoas envolvidas no caso policial do momento.
Vendo fotos, analisando postagens, estudando cada um deles.
A história é do Bernardo Boldrini, menino de 11 anos que foi assassinado pela madrasta, com possível participação do pai do garoto. Algo terrível, cruel e absurdo (escrevi 5 vezes a palavra desumano e apaguei - se foi cometido por humano, não é desumano... lembrei da frase " nada que é humano me é estanho" do poeta Terêncio)
Muitas perguntas, muita ojeriza, muita revolta...
Mas esse caso mexeu comigo de forma especial, já desde o primeiro momento, pelos maus tratos que o menininho vinha recebendo em casa.
MÁdrasta daquelas típicas de contos de fada juntas... A que maltrata, a que humilha e a que manda matar, todas numa só... um horror
Pai e madrasta estão presos e seria perfeito se assim ficassem pelo resto da vida.
O que deixa o caso ainda pior é que o menino recorreu as autoridades e estas o devolveram à cova dos leões. Agora correm se defender dizendo que fizeram tudo de acordo com a lei. Mas o que queremos com a lei? A lei que serve para proteger é a mesma que leva à morte? não queremos essa lei, então.
Fui até a igreja, tamanha foi minha angústia com esse caso e enquanto orava, me veio a cabeça as imagens de um menininho do tamanho do meu Fernando sendo humilhado e agredido por uma pessoa horrível. Chorei.
Onde estavam as pessoas que podiam ajudar? foi a pergunta que o Gui me fez. Respondi-lhe que elas estão no mesmo lugar que as pessoas que podiam me ajudar estavam lá na minha época.
E são as mesmas que agora choram sua morte e trocam suas fotos de perfil para luto.
Mas agora é tarde demais.
Duas possíveis famílias poderiam ter cuidado dele, mas elas não manifestaram interesse, segundo o laudo... o que será que pensam agora? Se agarram a seus filhos e choram. Só elas sabem quanto é pelo menino morto e quanto é pela culpa da omissão.
Tenho medo de ser omissa com meus alunos...
Preciso ajudá-los...
Pedi para Deus me ajudar a olhar além do que podemos ver...
Também fico grata porque eu sai viva das garras do meu monstro...
Agradecida por Deus ter posto anjos para me proteger...
Confusa por que Deus não pôs os mesmos anjos para protegê-lo e a tantas outras crianças...
Triste por pensar tudo isso...
Quando cheguei na igreja minha angústia se intensificou ao ver Cristo coberto com um pano roxo.
Rituais católicos que não entendo. Me deu uma sensação tão ruim de ver aquilo... Jesus não está morto... Ele está VIVO!!!
Agora estou aqui, esperando meus filhos... sentindo falta do amor deles...
Sei que quando chegarem vamos conversar, dar risada e nos encantar com alguma novidade do Pedro... e a felicidade vai voltando...
Bem, sem sombra de dúvidas que se minha psicóloga me fizer essa pergunta, não vai gostar da resposta. Gastei metade dela estudando o perfil das pessoas envolvidas no caso policial do momento.
Vendo fotos, analisando postagens, estudando cada um deles.
A história é do Bernardo Boldrini, menino de 11 anos que foi assassinado pela madrasta, com possível participação do pai do garoto. Algo terrível, cruel e absurdo (escrevi 5 vezes a palavra desumano e apaguei - se foi cometido por humano, não é desumano... lembrei da frase " nada que é humano me é estanho" do poeta Terêncio)
Muitas perguntas, muita ojeriza, muita revolta...
Mas esse caso mexeu comigo de forma especial, já desde o primeiro momento, pelos maus tratos que o menininho vinha recebendo em casa.
MÁdrasta daquelas típicas de contos de fada juntas... A que maltrata, a que humilha e a que manda matar, todas numa só... um horror
Pai e madrasta estão presos e seria perfeito se assim ficassem pelo resto da vida.
O que deixa o caso ainda pior é que o menino recorreu as autoridades e estas o devolveram à cova dos leões. Agora correm se defender dizendo que fizeram tudo de acordo com a lei. Mas o que queremos com a lei? A lei que serve para proteger é a mesma que leva à morte? não queremos essa lei, então.
Fui até a igreja, tamanha foi minha angústia com esse caso e enquanto orava, me veio a cabeça as imagens de um menininho do tamanho do meu Fernando sendo humilhado e agredido por uma pessoa horrível. Chorei.
Onde estavam as pessoas que podiam ajudar? foi a pergunta que o Gui me fez. Respondi-lhe que elas estão no mesmo lugar que as pessoas que podiam me ajudar estavam lá na minha época.
E são as mesmas que agora choram sua morte e trocam suas fotos de perfil para luto.
Mas agora é tarde demais.
Duas possíveis famílias poderiam ter cuidado dele, mas elas não manifestaram interesse, segundo o laudo... o que será que pensam agora? Se agarram a seus filhos e choram. Só elas sabem quanto é pelo menino morto e quanto é pela culpa da omissão.
Tenho medo de ser omissa com meus alunos...
Preciso ajudá-los...
Pedi para Deus me ajudar a olhar além do que podemos ver...
Também fico grata porque eu sai viva das garras do meu monstro...
Agradecida por Deus ter posto anjos para me proteger...
Confusa por que Deus não pôs os mesmos anjos para protegê-lo e a tantas outras crianças...
Triste por pensar tudo isso...
Quando cheguei na igreja minha angústia se intensificou ao ver Cristo coberto com um pano roxo.
Rituais católicos que não entendo. Me deu uma sensação tão ruim de ver aquilo... Jesus não está morto... Ele está VIVO!!!
Agora estou aqui, esperando meus filhos... sentindo falta do amor deles...
Sei que quando chegarem vamos conversar, dar risada e nos encantar com alguma novidade do Pedro... e a felicidade vai voltando...
terça-feira, 15 de abril de 2014
Frio chato.
Feriado chegando... só pra isso que o frio serve... hibernar...
Estou contente pelo trabalho...
Cansada um pouco, mas me sentindo realizada...
Pena os ouvidos não virem com a possibilidade de ajuste seletivo... Eu particularmente ficaria com os meus desligados em vários momentos. Estou cansada de ter que ouvir besteiras, principalmente aquelas que vem dos pseudointelectuais... essas são as piores...
Em relação a greve optei pelo silêncio... demorei um pouco, mas descobri que é verdade mesmo: têm coisas que não se vale a pena compartilhar... O silêncio me evita o embate com o pseudointelectual.
Mas é importante deixar registrado que no meu silêncio habita um ponto de vista.
Ah, e ainda em tempo, não acredito na greve... pelo menos nessa...
Sobre outras questões que me dou o direito do silêncio: já falei demais... pulei essa parte.
Feriado chegando... só pra isso que o frio serve... hibernar...
Estou contente pelo trabalho...
Cansada um pouco, mas me sentindo realizada...
Pena os ouvidos não virem com a possibilidade de ajuste seletivo... Eu particularmente ficaria com os meus desligados em vários momentos. Estou cansada de ter que ouvir besteiras, principalmente aquelas que vem dos pseudointelectuais... essas são as piores...
Em relação a greve optei pelo silêncio... demorei um pouco, mas descobri que é verdade mesmo: têm coisas que não se vale a pena compartilhar... O silêncio me evita o embate com o pseudointelectual.
Mas é importante deixar registrado que no meu silêncio habita um ponto de vista.
Ah, e ainda em tempo, não acredito na greve... pelo menos nessa...
Sobre outras questões que me dou o direito do silêncio: já falei demais... pulei essa parte.
domingo, 13 de abril de 2014
Não sei quantas almas tenho
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
E se nada tenho a dizer é melhor que se fique com algo bom para ler.
Não mais estou, já me fui
E como ciclo já me vi indo embora pelo mesmo motivo.
Me fui.
Já não posso voltar.
Algo maior, infinitamente maior precisa de mim.
Não sei quantas almas tenho.
Cada momento mudei.
Continuamente me estranho.
Nunca me vi nem acabei.
De tanto ser, só tenho alma.
Quem tem alma não tem calma.
Quem vê é só o que vê,
Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo,
Torno-me eles e não eu.
Cada meu sonho ou desejo
É do que nasce e não meu.
Sou minha própria paisagem;
Assisto à minha passagem,
Diverso, móbil e só,
Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo
Como páginas, meu ser.
O que segue não prevendo,
O que passou a esquecer.
Noto à margem do que li
O que julguei que senti.
Releio e digo: “Fui eu?”
Deus sabe, porque o escreveu.
Fernando Pessoa
E se nada tenho a dizer é melhor que se fique com algo bom para ler.
Não mais estou, já me fui
E como ciclo já me vi indo embora pelo mesmo motivo.
Me fui.
Já não posso voltar.
Algo maior, infinitamente maior precisa de mim.
sábado, 12 de abril de 2014
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Cursos, cursos e mais cursos... Jesus...
Passei a tarde entre questões afrodescendentes, TI e Drogas e agora ainda preciso ir a aula da pós-graduação... Gestão Escolar.
Cansada?
Não, capaz...
Mas se preciso tirar alguma coisa boa de tudo, vá lá...
Gostei desse trecho do último documento que lí...
Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Os educadores marcantes atraem não só pelas suas ideias, mas pelo contato pessoal.
Transmitem bondade e competência, tanto no plano pessoal, familiar como no social, dentro e fora da aula, no presencial ou no virtual. Há sempre algo surpreendente, diferente no que dizem, nas relações que estabelecem, na sua forma de olhar, na forma de comunicar-se, de agir. E eles, numa sociedade cada vez mais complexa e virtual, se tornarão referências
necessárias.
Correndo tomar um café e escola... até que não é de todo mal.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
Ontem terminei de ler
Que livro mais triste...
Quando leio um livro assim penso que a raça humana não tem mesmo jeito... mas mesmo pensando assim, também tenho uma puta esperança em nós. Sempre se levanta um para fazer o que deve ser feito... nem que demore muito tempo para isso.
Achei essa resenha sobre o livro bastante interessante... fiz algumas pequenas alterações...
Chorei em lguns pontos do livro, mas a que mais me comoveu foi quando um médico apareceu para os ajudar. Um ponto negativo do livro é que como não se trata de uma história real não se teria muito o que falar... faltaram os detalhes realistas do sofrimento. Então o relato termina quando termina os sofrimentos mais intensos. Ela perde pai e a mãe... mas depois disso ainda existem mais 10 anos de Sibéria que não foram relatados...
Por isso prefiro os relatos reais...
Tenho um livro sobre uma fuga de um campo na Coreia do Note, mas atendendo a recomendação da minha terapeuta vou deixar para ler mais tarde. Tenho que colocar uma leitura mais light agora... se não quero ajudar meu organismo a enrar em crise de ansiedade... Perfeito... concordo.
Vou ler Nicholas Sparks... alguém me sugere algo dele?
Prometo não iniciar a leitura com preconceitos...
Não posso me demorar, hoje vou levar o Pedro e o Gui para o oftalmologista... Ponta Grossa aí vamos nós. Será que chove?
Nem que chova, vou passar numa livraria e encontrar algo bem suave para ler... algo como "água com açúcar"
Que livro mais triste...
Quando leio um livro assim penso que a raça humana não tem mesmo jeito... mas mesmo pensando assim, também tenho uma puta esperança em nós. Sempre se levanta um para fazer o que deve ser feito... nem que demore muito tempo para isso.
Achei essa resenha sobre o livro bastante interessante... fiz algumas pequenas alterações...
A história de vinte milhões de esquecidos.
“Nós aprendemos a voar com os pássaros, a nadar com os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos.” (Martin Luther King)
“Eles me levaram de camisola”. É esta a primeira frase de A VIDA EM TONS DE CINZA, narrada pela protagonista Lina Vilkas, uma jovem lituana de apenas 15 anos que tem sua vida e de toda a família violentamente roubada quando a polícia soviética invade sua residência em uma noite de junho de 1941 e leva a todos. Jogados em vagões de trens para transporte de gado, a história de terror vivida por sua família e por milhares de lituanos, estonianos e letões estava apenas começando. Os homens foram separados das mulheres e enviados para prisões, enquanto as mulheres e crianças foram encaminhadas para campos de trabalho forçado na Sibéria.
“Nós aprendemos a voar com os pássaros, a nadar com os peixes, mas não aprendemos a conviver como irmãos.” (Martin Luther King)
“Eles me levaram de camisola”. É esta a primeira frase de A VIDA EM TONS DE CINZA, narrada pela protagonista Lina Vilkas, uma jovem lituana de apenas 15 anos que tem sua vida e de toda a família violentamente roubada quando a polícia soviética invade sua residência em uma noite de junho de 1941 e leva a todos. Jogados em vagões de trens para transporte de gado, a história de terror vivida por sua família e por milhares de lituanos, estonianos e letões estava apenas começando. Os homens foram separados das mulheres e enviados para prisões, enquanto as mulheres e crianças foram encaminhadas para campos de trabalho forçado na Sibéria.
Sabem o que é a Sibéria? Um lugar inabitado com 180 dias que são noites intermináveis e a temperatura bem abaixo de 0 onde a terra não produz nada... foi aí que milhares de inocentes foram levados para morrer de fome, de frio ou se ainda assim resistissem, a doenças causadas pelo falta de higiene forçada somada ao frio e a fome. Resistir foi algo para poucos, bem poucos.
Não há palavras apropriadas ou com força suficiente para descrever a
história deste livro e a forma desumana de como essas pessoas foram
tratadas. Seres humanos escravizados por horas de trabalho árduo e que
recebiam em troca apenas trezentos gramas de pão. Muitos não resistiram
aos maus tratos, à inanição e ao frio excessivo. Aqueles que iam contra
esses atos de opressão e tentavam rebelar-se eram assassinados a sangue
frio.
Estônia, Letônia e Lituânia simplesmente desapareceram do mapa em 1941,
anexados à União Soviética, e só reconquistaram sua independência na
década de 90. A história de horror vivida por estes povos raramente foi
contada e achei fascinante a forma que Ruta Sepetys deu vozes às
milhares de pessoas que foram atingidas diretamente pelo genocídio
cometido por Joseph Stalin.
Embora a família de Lina Vilkas seja fictícia, a autora, que é filha de
um lituano refugiado, valeu-se de fatos reais para contar a história de
horror vivida pelos povos dos países bálticos durante a Segunda Guerra.
Foi este o regime de Stalin: marcado por opressões, uma dura realidade
enfrentada por milhões de pessoas anuladas e que por quase cinquenta
anos tiveram que ficar em silêncio por medo de represálias.
É através de Lina que vivenciamos a bravura, a fé e a esperança desses
povos oprimidos. Ela conheceu toda a dor física e emocional que um ser
pode sentir, conheceu a fome, o frio, foi constantemente humilhada. Mas
conheceu também na força de seu povo a vontade de lutar pela
sobrevivência. Lina presencia diversos acontecimentos e acaba
documentando a tudo graças ao seu grande talento de desenhista. Os
desenhos passam a ser a forma de lidar com a vida cruel e inimaginável
que passou a ter. Lina guarda a todos os desenhos, em segredo, assim
como outros presos mantinham diários, na esperança de que um dia se
tornassem documentos comprobatórios do massacre sofrido. Uma pena que as
ilustrações feitas por Lina – e tão bem descritas em detalhes pela
autora – não estejam presentes no livro.
Uma obra com uma narrativa dolorosa, porém verdadeira em seus fatos,
tocante, e que, se não fossem pelo relato de sobreviventes, talvez fosse
uma parte desconhecida da história.
Chorei em lguns pontos do livro, mas a que mais me comoveu foi quando um médico apareceu para os ajudar. Um ponto negativo do livro é que como não se trata de uma história real não se teria muito o que falar... faltaram os detalhes realistas do sofrimento. Então o relato termina quando termina os sofrimentos mais intensos. Ela perde pai e a mãe... mas depois disso ainda existem mais 10 anos de Sibéria que não foram relatados...
Por isso prefiro os relatos reais...
Tenho um livro sobre uma fuga de um campo na Coreia do Note, mas atendendo a recomendação da minha terapeuta vou deixar para ler mais tarde. Tenho que colocar uma leitura mais light agora... se não quero ajudar meu organismo a enrar em crise de ansiedade... Perfeito... concordo.
Vou ler Nicholas Sparks... alguém me sugere algo dele?
Prometo não iniciar a leitura com preconceitos...
Não posso me demorar, hoje vou levar o Pedro e o Gui para o oftalmologista... Ponta Grossa aí vamos nós. Será que chove?
Nem que chova, vou passar numa livraria e encontrar algo bem suave para ler... algo como "água com açúcar"
sábado, 5 de abril de 2014
A semana foi bem pesada.
Fico feliz que ela tenha acabado.
Pior que os próximos meses continuaram sendo tão agitados quanto essa semana...
Muitos cursos... inclusive a tão necessária pós-graduação.
Força Roxana, vai valer a pena.
Apesar do cansaço físico me sinto tranquila com meus sentimentos...
eu já disse que gosto do Carlinhos Brown? pois então... gosto muito...
Fico feliz que ela tenha acabado.
Pior que os próximos meses continuaram sendo tão agitados quanto essa semana...
Muitos cursos... inclusive a tão necessária pós-graduação.
Força Roxana, vai valer a pena.
Apesar do cansaço físico me sinto tranquila com meus sentimentos...
eu já disse que gosto do Carlinhos Brown? pois então... gosto muito...
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