Real Time Web Analytics

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Nossa, demorou, mas consegui passar os vídeos para o pc. Esse novo windows é meio complicado, o tempo está curto e eu estou bem cansada.

Passei a tarde toda no salão. Se arrependimento matasse eu estava morta. 
Não gostei...
Quando cheguei em casa, depois de ter passado despercebida aos olhos masculinos nos meus filhos, perguntei o que o Fernando tinha achado. Sem saber ao certo qual tinha sido a modificação, deu uma risadinha e me disse que não tinha mudado nada. Claro que estava brincando comigo. Pegou uma mechinha da minha franja e disse que estava bonito, sem ter certeza de que a transformação estava nos  cabelos. Vou deixar registrado para dar risada no futuro, hoje me senti chateada com isso.
Paguei por algo que não gostei e que nem fez grandes transformações.
Tudo bem, isso são futilidades de mulherzinha... amanhã passa.



 Eu de cabelo novo

Pedro em dia de cabelo maluco na escola

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples de espírito. O bom é ser inteligente e não entender. É uma bênção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, é uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo.
Clarice Lispector

Jogos Municipais me acabam com a voz...
E com a força...
Cansada...

Minha amiga disse que toda bruxa tem um gato preto... fato!


Continuo com a dieta, mas não perdi nem um milímetro...
Amanhã é o último dia de step... sentirei saudades...
Mas agora preciso de musculação.
Não tenho mais dores na bacia e isso é fantástico.

A have been blessed with the power to survive.
After all these years I'm still alive.
                              Ramones

 


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Primeiro dia de regime...
Fui ao mercado e comprei adoçante, torrada, bolachinhas diet, linhaça, iogurte natural, broa com uns 300 grãos e mais algumas coisinhas nojentinhas. 
Na ginástica festejei o fato de meu organismo não ter glicose e ter que se virar em queimar gordura...
Espero não ficar muito fraca. Acredito que isso não vai acontecer, pois vou comer frutas e legumes de maneira bastante consciente.
Estou meio com medo dessa minha neura por emagrecer.
Acho que não é legal ficar muito focada nisso...
Estou bem cansada... vou ler um pouco e ver tv.

domingo, 27 de outubro de 2013

Ainda me falta achar uma fita métrica. 
A partir de amanhã estou no Medida Certa.
Decidi que vou cortar açúcar e farinha de trigo por 15 dias ininterruptos. Preciso perder barriga urgentemente...
85cm de barriga não é nem um pouco aceitável... as banhas estão saltando para fora das roupas...
tenho mais uma semana de step. Começo a musculação em novembro.  

O fim de semana foi cansativo, muito trabalho...
Preciso dormir.

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Hoje na hora do intervalo da manhã o assunto na sala do café era as puladas de cerca masculinas.
Entre brincadeiras de senso comum e algumas opiniões engraçadas a conversa seguia animada até que levei uma patada totalmente inesperada. Não inesperada por ser absolutamente contrária a minha história atual, mas por vir de uma pessoa que a mim sempre pareceu tão mente aberta.
Tenho ainda soando em meus ouvidos:
"Você é tão promíscua quanto ele."

Assim, com essas palavras, exatamente essas...
Se referindo ao fato de eu ter tido um filho de um homem casado. Sobre essa história, nem quero falar, mas sobre a dor que senti por ter sido tão agredida preciso falar.
Não sou e nem pretendo ser santa em minha vida pessoal. Minha moral se resume em me fazer bem, não fazer mal a ninguém e se possível fazer bem aos outros, desde que receba o bem  recíproco.
Os preconceitos e conceitos não me importam mais...
Deixo-os aos hipócritas...
Mas porque ela me agrediu assim tão de graça? Ou será que se ofendeu quando eu disse que não entendo que uma mulher continue com um homem que lhe trai. Poxa, minha opinião!!
Enquanto não sabia plenamente que fui traída, não me sentia traída, mas quando o fato se tornou real, como permanecer????? Me digam?? Permanecer casada  com alguém que não me respeita? Ela nem é mais casada... Não, eu não a ofendi em momento algum... Sua agressão foi gratuita e por isso tão doída.
Fui dar aula angustiada...
Logo a colega bateu na minha sala me pedindo para conversar... fui e a vi realmente chateada por ter dito algo que não era o que de fato ela queria dizer. Me pediu perdão e me elogiou como mãe, mulher e profissional... Eu apenas disse... Sim, você me ofendeu. Você viu tudo o que eu passei, o quanto sofri... 
Não pude dizer mais nada, as lágrimas me rolavam na face. Eram lágrimas de decepção.
Sim, perdoo e entendo a colega que se expressou mal... mas quando ainda estou trabalhando o meu perdão para comigo, é como se ela tirasse o curativo e com uma agulha cutucasse minha ferida que estava cicatrizando...
Pensei na primeira sessão de terapia, quando a Ana me disse que não deveria dar ouvido as opiniões alheias. Pensei no quanto sofri com a história do Rhory e por fim pensei nas últimas palavras que ouvi da marion... aquelas que ela me disse ao telefone.
Foi isso que me tornei?
Certamente que não...
Não quero passar a vida encontrando referências no passado para situações presentes...
Não quero me abalar com a opinião dos outros...
Também não quero mais sofrer...


A correria que se seguiu e o cansaço referente a primeira semana do horário de verão me tiraram do mau humor que me atingiu a partir do ocorrido... Quando voltei para casa a tarde já não pensei mais nisso. Fui ao salão e ao mercado, preparei o almoço dos meninos para amanhã, corrigi mais um pouco da monografia e concluo que o certo é esquecer o que pensam de mim...
Tenho tantas coisas para me ocupar...
Falando nisso preciso parar... amanhã cedo tenho ENEM e ainda preciso ter com meu bailarino chinês...

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Pronto, agora é a hora...
Enviar currículo com foto para  o e-mail friscala@hotmail.com.
A escolha será feitas de modo diferente do habitual.
Aqueles que me causarem boa impressão serão automaticamente desclassificados.
Optarei por aquele mais improvável.
Apostarei tudo na antítese.

Brincadeiras a parte, estou pronta para recomeçar...
Me sinto feliz e triste por isso...

Gravei uns vídeos do Pedro, mas a correria e a incompatibilidade das tecnologias aqui em casa, posto amanhã se possível...
Correria com futilidades de mulherzinha e correção de monografia me cansam... e ara descansar, ENEM no fim de semana!

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Hoje conheci a cidade do Porto numa viagem jamais imaginada. 
A tecnologia é fascinante. As pessoas são ainda mais fascinantes.
O dia foi tranquilo apesar de muito seco e cansativo.
Tenho que corrigir uma monografia, mas hoje não deu coragem.
Fim de semana vai ser de ENEM... descanso daqui 12 dias. Só de pensar me dá um sono...

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

A saída do hospital foi tão parecida a todas as outras saídas de pai e mãe com filho recem-nacido, exceto pelo fato de que mesmo parecendo tudo tão normal, ambos sabiam que nada era normal. Ninguém ousou falar disso.
Ele estacionou o carro em frente ao hospital, desceu e abriu a porta de trás para mãe e filho. Ele estava pensando na segurança deles e isso, naquela hora era encantador, mas não suficiente...
Tinham algumas coisas para comprar, então antes de voltarem para a pequena cidade, foram as compras no shopping.
Sim, a mãe mesmo pós-operada foi às compras. Ela não pode se dar ao luxo de enfraquecer nem nesse tempo. Travesseirinho para o Simão, cinta para a mãe, algumas outras coisas que menos importantes agora, na  época eram fundamentais.
Quando a mãe dizia às vendedoras que acabara de sair do hospital, elas não acreditavam e ao verem o corte da cirurgia vertical, ficavam horrorizadas e diziam que a mãe era louca de não estar de repouso na cama.
Como repousar se a guerra estava apenas começando?
Apesar de toda angústia, era preciso manter a calma e evitar de pensar no que poderia vir pela frente. Mesmo contrária ao ditado Carpe Diem, não havia outra coisa a não ser aproveitar os momentos de família feliz que eram apresentados por aquele tempo, aquele pouco tempo.
Enquanto a mãe comprava as coisas, pai seguia segurando seu filho com cuidado que ainda me enchem os olhos, e talvez permaneçam comigo ainda muito tempo.
Quando chegaram em casa, apesar das dores insuportáveis, a mãe não queria deitar.
O pai fez a sopa, tentando agradar levou para que ela tomasse na cama. Dormiram deitados emocionados e de certo modo felizes pois o filhinho, mesmo pequeno tinha nascido saudável e isso era bênção.
A mãe desejou que tudo isso permanecesse eternamente, mas já sofria por saber que nada seria como ela queria. Ainda assim não imaginou que os próximos capítulos vissem recheados de tanta maldade.
No dia seguinte, a mãe já optou por trocar a sopa por algo mais agradável ao paladar e a noite estavam comendo sanduíches comprados fora.
Talvez não fosse a melhor alimentação para uma mãe que estaria amamentando pelos próximos meses.
Nem estresse, nem péssima alimentação secaram o leite e mesmo que a mãe padecesse de males físicos e mentais, filho crescia e se desenvolvia perfeitamente.
A alegria momentânea acabou com a viagem do pai. Era véspera de carnaval e mesmo assim ele precisava viajar. Muito trabalho extra o esperava em Foz do Iguaçu, assim ele dizia e ela fingia acreditar para não o ver brigar.
Ela estava muito sensível e abalada e qualquer alteração no humor dele a atingiria em cheio e foi bem assim mesmo que aconteceu. A empregada da casa estava apavorada com o choro incontrolável que viu. O pai bebia conhaque e estava com a expressão alterada e a mãe chorava compulsivamente.
Era hora de falar a verdade e organizar as próximas etapas e o pai fugia disso mais uma vez.
Nada se resolveu e os dois acabaram acertando as contas da melhor maneira que sabiam se acertar. Seus corpos se desejavam e então tudo ficava para depois.
Ele foi embora com as mesmas promessas de cuidados e atenção. A mãe ficou com o pequeno Simão. Não ficaria sozinha, mas junto com o pequeno menino, ficavam também fantasmas, sentimentos, dores e dívidas que trariam dores ainda maiores...



Nossa, revivendo na memória tantas coisas, me sinto triste. É como sofrer de novo a mesma coisa.


O dia está pesado, o ar empoeirado e o cinza do céu indica chuva.
Parei, escrevi, reli... e ainda não consegui demonstrar 10% do que senti ou sinto...
Quem sabe ainda me lembre dos detalhes particulares quando meu filho me perguntar.
Bom seria se eu não precisasse nunca mais falar disso.

Hoje, na hora do almoço me senti bastante zonza, andei cambaleante, como se meu corpo fosse puxado para um lado. Meu ouvido deu sinal de eco interno. Há quem diga que pode ser labirintite... não duvido nada...
Aguardem próximos capítulos...


domingo, 20 de outubro de 2013

São 23:47 e acabei de chegar de um aniversário. O dia foi cansativo, preciso dormir...
Enquanto isso vai alimentando sua imaginação...
Se isso te fizesse bem, mas do contrário, só contribui para mais sofrimento...
Bom, não quero entender...


Briguei com o Pedro... Não consigo mais aguentar tamanha necessidade de mexer nas coisas. Depois me arrependi da intensidade e não da causa... mães sofrem mais que os filhos nessa tal de educação...
Ele me pediu desculpa de ter desconfigurado meu notebook, mas sei que ficou chateado comigo. 
Vou dormir abraçadinha com ele... preciso disso! Amanhã continuo demonstrando que eu estou certa... Difícil dizer não quando se quer dizer sim... 

Maldito horário de verão... preciso dormir, mas sem sono ainda.

sábado, 19 de outubro de 2013

Aprendi  uma coisa boa nessa semana.
Bebidas me dão recaída.
Não quero ter recaídas por isso evitarei as bebidas.

Também tomei uma decisão essa semana. Vou afastar todos os potenciais ampliadores de crises de ansiedade. A primeira decisão é trocar de academia. Não que a ginástica me gere ansiedade, mas as conversas muito frequentes com a Vilmara, a dependência de locomoção e tudo o que isso gera, sim. Quero me libertar.
A Carol me convidou para irmos juntas e eu já decidi que não vou com ela. Quero que a  hora da ginástica seja algo só meu. Quero me desprender de tudo nessas 3 horas semanais. Sim, serão 3 horas. Quero ficar gostosa para o verão, não musculosa.

Nas próximas semanas preciso intensificar a  guarda... meu aniversário se aproxima e com ele o fim do ano. Vi algumas lojas já se preparando para as vendas das cafonices de natal. Jesus! Que saco já tá aí o natal. Não por  Jesus, mas pela festa da hipocrisia...
Mas como já me prometi, esse ano as coisas não serão as mesmas. Palavra de escoteiro!

Amanhã retomo a história de Simão. Larguei o fato na maternidade... Se quero novas histórias, preciso  terminar as velhas.
Devo isso ao meu filho!


sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Caráter é algo que não muda assim tão fácil, ainda que se diga o contrário.
Agora,  usar o nome do próprio filho para dar golpe em mulher é algo realmente abominável, não consigo entender tamanho desrespeito.
Só não entendo como posso lamentar algo que já não deveria me surpreender.




O dia foi extremamente cansativo, mas agora é começo de fim de semana... 
O fim de semana será intenso, mas preciso aproveitar para dormir um pouco...

O livro Adeus China é maravilhoso. Tem me roubado o sono, mas tem valido a pena. 






And every road that I've taken

Led to my regret

And I don't know if I'm gonna make it

Nothing to do but lift my head







Nos momentos de angústia não se deve pensar no que se perde.

Sensato é reconhecer que se ficou com a melhor parte.

Aquilo que de fato é seu é a melhor parte. 

Aquilo que foi embora, só foi porque não era seu...

Então não é a melhor parte.

Decisão tomada: Cadê a tesoura? Cortando o fiapinho...

Sem vício de remédio, sem vício de nada... 

Essa terapia está mexendo com minhas feridas... doi, as vezes sangra, mas é assim se quero que elas cicatrizem de fato. E não há nada que mais quero nesse momento.


quarta-feira, 16 de outubro de 2013

 Estou muito angustiada hoje. 
Sei exatamente o motivo, mas não quero falar disso hoje.
Na verdade estou muito cansada. 
Hoje só quero ler meu livro e não pensar em nada.

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Tive visita e ficou muito tarde para escrever.

O dia foi menos angustiante que ontem. 

Tomei tanta caipira de fruta no jantar que passei mal fisicamente, mas emocionalmente me senti bem melhor. Dei muita risada e falei besteira. Estou fazendo a tarefa de casa... tentando não levar a vida tão a sério... 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Falei que voltava e voltei, cumprindo o prometido, mas não posso falar pois sei que alcoolizada vou falar mais do que devo e não devo falar mais do que meus olhos já demonstram, meus poros clamam e meu corpo exclamam...
Sou tão óbvia que tenho raiva da minha simplicidade...
Falamos amanhã do dia amargo que tive... e do quanto briguei para que ele ao menos tivesse o gosto doce das batidas que tomei.
Amanhã é dia do professor, amanhã é meu dia... as neuras estarão enterradas amanhã. Amanhã será um novo dia!
Estou esperando o almoço e me sinto bastante angustiada.

Quero falar da consulta; do encontro com o passado; da dor dos pensamentos que vieram; dos cachos que me trouxeram elogios; da angustia pelos laços que pensei estarem cortados, mas ainda existentes; pela alegria e tristeza de tê-los; das lágrimas que me apareceram; pelo rosto  maquiado que esconde o coração nervoso...
Mas vou deixar para falar disso depois do jantar dos professores. Quero estar ao menos mais relaxada para poder refletir sobre as pesadas emoções que me atacaram hoje pela manhã...
Enquanto isso alimento as dores ouvindo músicas fortes...


Picture perfect memories,
Scattered all around the floor
Reaching for the phone 'cause,
I can't fight it anymore
And I wonder if I ever cross your mind
For me it happens all the time

Parando. O almoço está na mesa. Mas eu volto ainda hoje, se não beber demais!!

domingo, 13 de outubro de 2013

"Hoje o Fê tá azedo, né mãe? Vamo por açúcar nele!"

E eu posso como o Pedro?
Nossas conversas tem um tom de humor que tanto eu gosto. Meu Pipoquinha já espirituoso tão novinho... Hoje não estou mais brava com ele. Ontem logo após conseguir reconfigurar a Sky já estava me derretendo de novo. 
Uma coisa que aprendi nessa vida é esquecer logo das mágoas. Quem sabe por isso ainda não tenho as rugas que minha idade admite. Espero não tê-las tão cedo. 
As poucas que tenho, devo todas à única pessoa que me deixou mágoas profundas .


Na quinta fui com o Fê ao dentista. Apesar de cansativo, foi bastante interessante. Conversando com o dr, fiquei sabendo que ele é escritor de livros infantis, filho de professora de português e que assim como eu, quando criança, leu uma enciclopédia. Com tantas afinidades, não foi difícil que nos envolvêssemos numa conversa que poderia durar horas. Como sinto falta de ter gente assim para conversar com mais frequência. As mesmices da escola, as mesmas pessoas, os mesmos assuntos, os mesmos problemas... Tão chato...

A conversa com o dentista me trouxe uma vontade de lembrar de como, onde e com que intensidade eu lia. Estou buscando essas lembranças.
Talvez estejam nelas um pouco do ódio que a marion tinha por mim.
Eu sempre estava lendo e no entanto ela estava sempre me xingando de burra. Será que ela me xingava exatamente daquilo que ela já sabia que eu não era?
E porque eu ia tão mal na escola se eu lia? Será que eu ia mesmo mal?
Quando eu tinha que me recuperar, eu tirava nota integral. Se eu tirava nota integral nas recuperações, porque não ia bem nos bimestres? 
O sistema era bem diferente do que temos hoje, mas um leitor assíduo deve ir bem em qualquer coisa. Ou não?
São muitas questões que me afloram nesses dias.
Quero falar sobre isso com a terapeuta, amanhã.
Agora vou pesquisar sobre a Mundo da Criança, enciclopédia que li de cabo a rabo quando o Google nem sonhava em existir. Quero ver se acho algumas imagens e elas me ajudam na viagem que preciso fazer à minha infância...
Volto se achar alguma coisa legal... 

Achei um  foto que me remeteu imediatamente aos velhos livros que me deram tanto a conhecer... 
A coleção marfim de quinze volumes.
Sempre nas alturas, sempre precisando de um adulto para me alcançar um volume.
O que eu mais gostava era do 12, que trazia brinquedos e brincadeiras que podiam ser feitas com materiais recicláveis, numa época em que não se falava em reciclar. 
Fecho os olhos e  consigo ver os livros aqui comigo. Só não consigo ver a pessoinha pequena que os lia. Onde e como eu li? Como não consigo me lembrar disso? 
Enquanto estiver ansiosa por lembrar, não vou conseguir.
Vou dar um tempo aos neurônios. 
Trabalhem aí e me tragam respostas. Eu espero!!
Enquanto isso vou tirar esse creme do cabelo e enrolá-los com os negocinhos... sem nenhum calor excessivo. Estou empenhada em deixar esse cabelo bem forte para as mechas de dezembro. 
Angela, estou cumprindo nosso trato, na medida do possível...
 

sábado, 12 de outubro de 2013

O Pedro mexeu na configuração da Sky e perdemos o sinal. Tenho que agendar uma visita técnica e paga por ela. Maravilha... Hoje estou brava com ele.
Vou tentar pela última vez resolver sozinha... se não conseguir, lá se vão R$ 39,90 de assistência.

Não há de ver que consegui. Eu sou foda (estou eu de novo pedindo desculpas pelos palavrões).



sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Estou bastante agitada, mas dormindo bem.
Algumas tonturas me fazem lembrar que abandonei o remédio sem gradação alguma.
Logo esse sintoma passa e meu organismo volta ao normal.

No mais, as coisas andam tranquilas...

quinta-feira, 10 de outubro de 2013


Desculpem os palavrões, mas não resisto ao Porta dos Fundos e esse vídeo é muito engraçado. Quando eu for na minha próxima sessão, vou lembrar disso, certamente...
 

Eu me enrolando aqui, com a maior preguiça de descer para fazer minhas horas atividade.



quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Estou meio mal humorada hoje.


Amanhã PG com o Fernando... 
Mais uma semana  sem quinta-feira light.







terça-feira, 8 de outubro de 2013

Parei com o remédio, não estava me fazendo nenhum efeito. 
Não estou me sentindo tão ansiosa assim. Tenho dormido bem e a noite toda.
A única coisa que preciso controlar são as múltiplas tarefas que estou fazendo ao mesmo tempo. 
Vou começar a me policiar em relação a isso.

Os conselhos de classe acabaram, por sorte. Amanhã a vida volta ao normal.

Essa semana é de festa lá na escola do Pedroca. Cada dia uma  atividade diferente. Ontem gincana. Hoje cabelo maluco. Na agenda o recadinho da profe: Mamãe tivemos cama elástica e o Pedro tirou a meia e não sabia qual era sua meia. Se a meia foi errada, favor me avisar. 
Claro que a meia estava errada, mas mais que isso. Ela estava fedida. Tadinho do outro menino. Tão pequenino e já com um chulé de gente grande.




Quando se está feliz de fato pelo caminho que se seguiu, não é preciso olhar para trás...
Olhar para trás indica dúvida e dúvida não é felicidade plena.
Nesses momentos, pare, sente no chão e reavalie as decisões. 
Só vale a pena ser humano se usar o instinto e a inteligência juntos. Do contrário vai pegar o caminho errado e ficará andando em círculos.



Estou lendo um livro fantástico:
"Lembro-me de um ano que nossa comuna tentou plantar amendoim em pequenos pedaços de terra, mas a safra foi decepcionante. Depois da colheita, um grupo de meninos mais ou menos da minha idade - 6 ou 7 anos - foi para o terreno plantado, levando pás e cestos de bambu, na esperança de encontrar, como fazíamos com os inhames, alguns amendoins perdidos. Depois de horas e horas de busca, o resultado foi quase nenhum. Mas eis que um dos meninos descobriu, nos limites do terreno, um buraco de rato. Que sorte para um bando de garotos famintos! Ele começou a cavar imediatamente. Ficamos todos em volta dele, como que atraídos por um ímã. Ratos sempre estocam alimentos para o inverno daí o misto de excitação e inveja com que observávamos a cena. Estávamos todos de pé, porque se acreditava que ajoelhar ao lado de um buraco de rato fazia o túnel desabar e desaparecer. O menino cavava o mais rápido possível, com o traseiro para cima. Várias vezes quase perdeu o túnel, bloqueado pelos ratos. Então, vimos que havia ramificações em direções diferente, com três pontos de armazenagem: um de amendoins descascados, outro de amendoims meio descascados e um terceiro de amendoins com casca. Os ratos, porém, não foram encontrados. Provavelmente, tinham uma rota secreta de fuga.
O menino de sorte levou para casa quase meio cesto de amendoins. Secretamente, fiquei com pena dos ratos que tinham perdido a comida. Afinal, eles também poderiam morrer de fome no inverno. "Mundo cruel" eu pensei, "em que crianças competiam com ratos por comida." (pág. 24)


Querido neto leitor, esse livro estará lá na nossa velha estante.
 Leia, menino, você vai se encantar como sua vó está encantada.