Os dias cheios de atividades estão me deixando bastante cansada. Muitas provas a corrigir, muitas a preparar. O Filho mais velho com as aborecências habituais e os outros dois doentes. Eu realmente preciso de férias.
Uma dor no abdômen me assusta. Quando ando sinto pontadas na altura das últimas costelas, dos dois lados. Quando sento para, minhas costas também doem, mas essas são constantes.
A bacia não tem perturbado mais, mas essas dores me preocupam.
Além disso, amanheci com dor de garganta.
O dia está sendo de bastante trabalho,mas a vontade é de deitar e dormir.
Tive sonhos fortes hoje, bastante intensos. Não gosto de lembrar quando sonho isso. Me sinto triste.
O bom que nem posso pensar nisso agora... é terminar o almoço, ir ao banco e continuar as coisas da escola... o resto vai se acalmando até que seja esquecido.
Prefiro esquecer...
Dei uma parada aqui e fui fazer um creme para colocar no sagu que havia feito um pouco mais cedo. O creme é o mesmo que apenas uma vez me lembro de ter comido quando criança. Era uma tarde de sábado no Sidarta. Na primeira vez que moramos lá. Tive bons momentos lá enquanto criança. Nessa época a marion era feliz, eu acho. Nossa casa ficava cheia de crianças. Eram eu e a Gisele e mais o Rossano o Leandro e o Luciano. Ficávamos brincando, ouvíamos estorinhas na vitrola e tínhamos que desenhar. Era divertido e feliz.
Todas as crianças em volta da mesa oval da sala com lápis e gizes de cera esparramados para todo o lado.
- Ai me acode, quem me acode - Dizia a tartaruga na historinha dos três porquinhos. Sempre me vem à memória a imagem que fiz da tartaruga ranzinza que muitas vezes ouvi. Eram muitos disquinhos, eram muitas crianças. Éramos felizes.
O creme talvez me remeta a algo positivo, por isso sempre que faço sagu, não pode faltar o creme de baunilha.
Neto-leitor, será que você gosta desse creme? Quantas vezes sua velha-vó preparou o sagu com creme para você, seus irmãos e primos. Em todas elas fiz lembrando a minha época boa de infância.
Desejo profundamente que uma das lembranças boas da infância te façam lembrar de mim. Ter avós queridos são certeza de uma memória povoada de doces lembranças que vão contribuir para afastar as lembranças amargas que a vida inevitavelmente te trará.
Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
domingo, 30 de junho de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
Cansadíssima. Filhos doentes. O dia todo corrigindo provas e ainda muitas por corrigir. Amanhã vou à reunião de diversidades portanto tenho filme e texto para ler e para terminar fui às infernais compras do mês.
Vou dormir com a esperança do Pedro não arder em febre novamente essa noite.
Volto amanhã, menos cansada e mais animada.
Vou dormir com a esperança do Pedro não arder em febre novamente essa noite.
Volto amanhã, menos cansada e mais animada.
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Calm down
Deep breaths
And get yourself dressed instead
Of running around
And pulling all your threads saying
Breaking yourself up
If it's a broken part, replace it
If it's a broken arm then brace it
If it's a broken heart then face it
And hold your own
Know your name
And go your own way
Hold your own
Know your name
And go your own way
And everything will be fine
Everything will be fine
Tudo vai se transformando isso é inevitável e necessário...
Consegui a receita, não antes do médico me dizer que esporte curaria minha ansiedade. Não gostei dele. Quero ir ainda mais nesse tratamento. A hora é de limpeza. Na verdade a questão do peso não me preocupa. Uma mulher com 37 anos pesando 52 quilos não é assim tão mal. E se os fins justificam os meios, vou ficar gordinha por uma boa causa. LIBERDADE... Meu coração está cicatrizando as feridas que ao invés de curar, joguei ácido em cima.
Errar é permitido até que se aprenda. Eu desejo ter aprendido e não quero mais errar. Também não quero me tornar daquelas pessoas amargas. Minha família em construção me precisa gentil, delicada, sorridente e feliz e assim serei.
O sol está dando as caras bem timidamente. Que venha o SOL
Dias cinzentos combinam com sábados e domingos.
Durante a semana é preciso ter sol brilhando.
Parando... tenho algumas coisa para fazer nessa tarde que consegui tirar só para mim...
Deep breaths
And get yourself dressed instead
Of running around
And pulling all your threads saying
Breaking yourself up
If it's a broken part, replace it
If it's a broken arm then brace it
If it's a broken heart then face it
And hold your own
Know your name
And go your own way
Hold your own
Know your name
And go your own way
And everything will be fine
Everything will be fine
Tudo vai se transformando isso é inevitável e necessário...
Consegui a receita, não antes do médico me dizer que esporte curaria minha ansiedade. Não gostei dele. Quero ir ainda mais nesse tratamento. A hora é de limpeza. Na verdade a questão do peso não me preocupa. Uma mulher com 37 anos pesando 52 quilos não é assim tão mal. E se os fins justificam os meios, vou ficar gordinha por uma boa causa. LIBERDADE... Meu coração está cicatrizando as feridas que ao invés de curar, joguei ácido em cima.
Errar é permitido até que se aprenda. Eu desejo ter aprendido e não quero mais errar. Também não quero me tornar daquelas pessoas amargas. Minha família em construção me precisa gentil, delicada, sorridente e feliz e assim serei.
O sol está dando as caras bem timidamente. Que venha o SOL
Dias cinzentos combinam com sábados e domingos.
Durante a semana é preciso ter sol brilhando.
Parando... tenho algumas coisa para fazer nessa tarde que consegui tirar só para mim...
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Quartas-feiras são cheias de aulas. Passei o dia todo falando, revisões para as provas.
Amanhã é dia de descansar, mas terei que corrigir as provas do começo da semana. Muito trabalho.
Tomei os dois comprimidos e curti uma noite de sono tranquila, sem sonhos intensos ou insônia.
Amanhã terei que ir ao médico sem falta. Não vou dar uma de forte dessa vez. Vou deixar que o médico faça o tratamento completo.
Não há ninguém que deseje mais que eu que melhore dessa ansiedade maluca que me faz sofrer.
É incrível o como me sinto sem sofrimentos... estou muito feliz...
Logo vou estar absolutamente curada do passado e então poderei fazer planos para o futuro.
Planos para o futuro...
Planos...
Futuro...
Eu tenho vida pra frente...
Eu tenho direito a novas escolhas...
Ainda tenho chance...
Meu aluno como mesmo nome do meu Pedro perdeu o pai ano passado e sua mãe o abandonou esse ano. Sei que ele se apegou a mim pelo simples fato de eu ter feito uma brincadeira dizendo que ele era meu filho.
Seus olhinhos brilham quando fala comigo e os meus também por poder fazer bem a uma criança tão nova com tantas dores. Domingo, ele me contou que perde o sono e fica na internet. Queria poder ajudá-lo mais. Queria que Deus não permitisse que ele se perdesse... muitos deles se perdem. Quando será que os perdemos?
Nessas horas, percebo que eu não ter me perdido foi uma forma que Deus arrumou de me fazer um pouco útil nesse mundo.
Eu preciso me sentir útil...
Mas agora quero mais que isso...
Muito mais...
Esse é meu plano para o futuro.
Pedrou um pouco melhor... está mais humorado... o pior já passou.
O pior sempre passa... Graças a Deus
Hoje escrevi alguns alunos num concurso em homenagem ao centenário do Vinícius de Moraes e já bolei na minha cabeça o painel. Será um por do sol em Itapoã... Eles vão fazer uma releitura de poesias de Vinícius em ritmo de rock... Vai ser algo bem original e surpreendente. O que será que vão dizer os invejosos de plantão?
Desde o ano passado que estou com as palavras da incompetente gestora me dizendo que eu não sou inteligente entaladas nos meus ouvidos.
A Vilmara, numa de suas tiradas deliciosas, falou: " A essas alturas ela já deve ter entendido que você é inteligente. Se ela não tivesse entendido estaria te perturbando ainda."
Estou me sentindo bem tranquila na escola. Ignoro a Neusa e a gestora. Tenho a simpatia e o respeito da maioria dos meus alunos e dos meus colegas. Isso vale a pena.
No fundo, Fernando Pessoa tinha lá sua razão quando disse que a vida vale a pena se a alma não é pequena.
Acho que nunca tive um momento tão bom como esse... Entrei num momento de paz...
terça-feira, 25 de junho de 2013
Levei o Pedro ao médico. Graças a Deus não era nada mais grave. Apenas a confirmação do ditado: Quem sai aos seus não degenera.
Meu Docinho está com renite alérgica. Meus três filhos têm alergia. Eu tenho alergias. Somos a família de alérgicos. Cada um com as suas e agora até meu pequeno.
Tomou os remédios e agora dorme aqui comigo. E eu me sinto mais aliviada.
Hoje, enquanto corria atrás do médico e dos remédios me surgiu a ideia de abrir um espaço para escrever ao Pedro Eduardo. Quero que ele entenda o que pensava e sentia sua mãe. Como ela o criou e o educou para ser o homem que se tornou.
Sei que essa é a melhor maneira dele compreender com maior exatidão o que vou dizer-lhe depois de o tempo ter calcificado grande parte das minhas dores, mas infelizmente não as dele.
Farei isso em breve. Devo isso a ele.
Não consegui dormir a noite. Diminui a dosagem do remédio para fazê-lo render até o fim das férias do Dr, mas não haverá outro jeito, terei que consultar com outro médico para pegar uma receita da dosagem correta. Minha ansiedade está aqui guardadinha dentro de mim ainda, bem como alguns sentimentos que eu pensava dormentes. Tudo aqui, latente mais uns 40 minutos até que a dosagem certa do remédio faça efeito.
Quinta resolvo definitivamente isso. Mas quanto ao meu apetite de leão terei que traçar um regime urgentemente.
Chega estar envelhecendo. Engordando já é demais... não consigo suportar...
Meu Docinho está com renite alérgica. Meus três filhos têm alergia. Eu tenho alergias. Somos a família de alérgicos. Cada um com as suas e agora até meu pequeno.
Tomou os remédios e agora dorme aqui comigo. E eu me sinto mais aliviada.
Hoje, enquanto corria atrás do médico e dos remédios me surgiu a ideia de abrir um espaço para escrever ao Pedro Eduardo. Quero que ele entenda o que pensava e sentia sua mãe. Como ela o criou e o educou para ser o homem que se tornou.
Sei que essa é a melhor maneira dele compreender com maior exatidão o que vou dizer-lhe depois de o tempo ter calcificado grande parte das minhas dores, mas infelizmente não as dele.
Farei isso em breve. Devo isso a ele.
Não consegui dormir a noite. Diminui a dosagem do remédio para fazê-lo render até o fim das férias do Dr, mas não haverá outro jeito, terei que consultar com outro médico para pegar uma receita da dosagem correta. Minha ansiedade está aqui guardadinha dentro de mim ainda, bem como alguns sentimentos que eu pensava dormentes. Tudo aqui, latente mais uns 40 minutos até que a dosagem certa do remédio faça efeito.
Quinta resolvo definitivamente isso. Mas quanto ao meu apetite de leão terei que traçar um regime urgentemente.
Chega estar envelhecendo. Engordando já é demais... não consigo suportar...
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Resolvi ler a bula do remédio. Quase tive uma síncope.
O dr deve estar de complô contra mim. Me receitou um remédio para abrir o apetite e pode engordar. Pode só, não. Ele engorda mesmo.
Eu com 53 kg é definitivamente uma loucura.
Começarei um regime enquanto esse médico curte suas férias.
Quando ele voltar teremos uma conversa séria.
Vamos trocar o medicamento, antes que eu estore.
Quase 11 da noite e eu aqui preparando provas. Estou realmente cansada e ainda preciso jogar.
Pedro muito doente e não sei se consigo segurá-lo até quinta. Terei que levá-lo ao médico.
Mas faltar na escola será catastrófico...
Vamos ver o que dá pra fazer.
Ele está aqui batendo papo comigo, me abraçando e traquinando. É delicioso estar com ele.
O dr deve estar de complô contra mim. Me receitou um remédio para abrir o apetite e pode engordar. Pode só, não. Ele engorda mesmo.
Eu com 53 kg é definitivamente uma loucura.
Começarei um regime enquanto esse médico curte suas férias.
Quando ele voltar teremos uma conversa séria.
Vamos trocar o medicamento, antes que eu estore.
Quase 11 da noite e eu aqui preparando provas. Estou realmente cansada e ainda preciso jogar.
Pedro muito doente e não sei se consigo segurá-lo até quinta. Terei que levá-lo ao médico.
Mas faltar na escola será catastrófico...
Vamos ver o que dá pra fazer.
Ele está aqui batendo papo comigo, me abraçando e traquinando. É delicioso estar com ele.
domingo, 23 de junho de 2013
O fim de semana foi bem tranquilo, apesar do Pedro ainda estar muito ruim.
Choveu muito e o frio castiga os pequenos.
Eu sabia que ir para a escola traria esse tipo de problema, mas vivê-lo é muito ruim.
Espero que ele melhore para poder tomar a vacina essa semana.
Falando em semana, essas próximas duas serão cruéis. Vai ver que isso seja o motivo do meu mau humor inexplicável.
Fim de bimestre, fechamento de notas, correção de provas... tudo tão chato...
Quem dera só existissem aulas... só aulas... Tudo seria perfeito.
Trouxe tudo para preparar as avaliações, mas não fiz nada. A preguiça me consumiu.
Assisti muitos filmes e dormi gostoso. Resolvi parcialmente o problema do remédio.
Realmente tenho que dar mão à palmatória: Minha ansiedade fica bastante controlada.
Neto-leitor, quanto tempo. Estou tão sem inspiração nesses dias. Não que o passado tenha sumido, não sumiu, pelo contrário está sempre aqui se fazendo lembrar, mas não sei se estou menos sentida ou já não vejo sentido de falar.
Essa semana uma amiga voltou ao trabalho depois de quase um mês de licença médica. Diagnótico: Depressão, claro é sempre isso que a gente tem. Mas não é disso que quero falar.
Quero falar que no primeiro dia da volta, ela teve uma conversa que ao meu ver vai realmente curar qualquer coisa que a adoeceu. Jogou na cara da outra pessoa tudo o que estava lhe fazendo mal.
Enquanto ela me contava a discussão, pude observar o quanto ela já estava visivelmente melhor. Falei isso para ela e pensei no quanto eu queria fazer o mesmo com a marion quando eu tinha um casamento certinho.
Não fiz quando casada e agora não sinto mais vontade de fazer. Tenho medo que ela passe mal, já que é bastante doente. Não penso nela. É em mim que penso. Imagina se sou responsável pela morte dela?
Não, eu não posso permitir que ela me prejudique ainda mais.
Deixo que sofra do seu próprio mal e não sinto nenhuma pena.
Talvez eu esteja errada... Falarei disso com a psicóloga.
Afinal de contas, se para a marion, jamais ousei falar o que pensava ou sentia, fiz exatamente o oposto com todas as outras pessoas. Ninguém me deixou com a garganta engasgada. Falei tudo o que eu queria. As vezes me arrependi por isso, mas na grande maioria das vezes me senti mais leve.
Sei que meu temperamento forte me torna uma mulher de extremos. Ou me admiram muito, ou me odeiam muito. Prefiro assim. Não gosto de oportunismo. E minha forma de ser evita que se aproximem de mim pessoas assim.
E as poucas que fizeram, me machucaram muito, mas também saíram machucadas.
Na verdade eu tenho muito orgulho de ser quem eu sou.
Não sou perfeita, mas de tudo o que podia ter me tornado, ser uma mulher forte, mas de caráter e ombridade é muito bom.
Um dia aí, ouvi que eu devia ser menos intransigente, pois as pessoas se afastavam de mim. Ouvir isso foi triste, não pela constatação da realidade. Claro que as pessoas que querem me maipular logo vão se afastar irritadas, mas pelo fato de a própria pessoa me dar de bandeja a sua real intenção.
Me magoei profundamente com isso, afinal por mais forte que tenha me tornado não consigo escolher as pessoas que gosto e vez ou outra me encanto por pessoas erradas.
Melhor parar, comecei a delirar... é o frio... estou com as mãos geladas... vou dormir.
Choveu muito e o frio castiga os pequenos.
Eu sabia que ir para a escola traria esse tipo de problema, mas vivê-lo é muito ruim.
Espero que ele melhore para poder tomar a vacina essa semana.
Falando em semana, essas próximas duas serão cruéis. Vai ver que isso seja o motivo do meu mau humor inexplicável.
Fim de bimestre, fechamento de notas, correção de provas... tudo tão chato...
Quem dera só existissem aulas... só aulas... Tudo seria perfeito.
Trouxe tudo para preparar as avaliações, mas não fiz nada. A preguiça me consumiu.
Assisti muitos filmes e dormi gostoso. Resolvi parcialmente o problema do remédio.
Realmente tenho que dar mão à palmatória: Minha ansiedade fica bastante controlada.
Neto-leitor, quanto tempo. Estou tão sem inspiração nesses dias. Não que o passado tenha sumido, não sumiu, pelo contrário está sempre aqui se fazendo lembrar, mas não sei se estou menos sentida ou já não vejo sentido de falar.
Essa semana uma amiga voltou ao trabalho depois de quase um mês de licença médica. Diagnótico: Depressão, claro é sempre isso que a gente tem. Mas não é disso que quero falar.
Quero falar que no primeiro dia da volta, ela teve uma conversa que ao meu ver vai realmente curar qualquer coisa que a adoeceu. Jogou na cara da outra pessoa tudo o que estava lhe fazendo mal.
Enquanto ela me contava a discussão, pude observar o quanto ela já estava visivelmente melhor. Falei isso para ela e pensei no quanto eu queria fazer o mesmo com a marion quando eu tinha um casamento certinho.
Não fiz quando casada e agora não sinto mais vontade de fazer. Tenho medo que ela passe mal, já que é bastante doente. Não penso nela. É em mim que penso. Imagina se sou responsável pela morte dela?
Não, eu não posso permitir que ela me prejudique ainda mais.
Deixo que sofra do seu próprio mal e não sinto nenhuma pena.
Talvez eu esteja errada... Falarei disso com a psicóloga.
Afinal de contas, se para a marion, jamais ousei falar o que pensava ou sentia, fiz exatamente o oposto com todas as outras pessoas. Ninguém me deixou com a garganta engasgada. Falei tudo o que eu queria. As vezes me arrependi por isso, mas na grande maioria das vezes me senti mais leve.
Sei que meu temperamento forte me torna uma mulher de extremos. Ou me admiram muito, ou me odeiam muito. Prefiro assim. Não gosto de oportunismo. E minha forma de ser evita que se aproximem de mim pessoas assim.
E as poucas que fizeram, me machucaram muito, mas também saíram machucadas.
Na verdade eu tenho muito orgulho de ser quem eu sou.
Não sou perfeita, mas de tudo o que podia ter me tornado, ser uma mulher forte, mas de caráter e ombridade é muito bom.
Um dia aí, ouvi que eu devia ser menos intransigente, pois as pessoas se afastavam de mim. Ouvir isso foi triste, não pela constatação da realidade. Claro que as pessoas que querem me maipular logo vão se afastar irritadas, mas pelo fato de a própria pessoa me dar de bandeja a sua real intenção.
Me magoei profundamente com isso, afinal por mais forte que tenha me tornado não consigo escolher as pessoas que gosto e vez ou outra me encanto por pessoas erradas.
Melhor parar, comecei a delirar... é o frio... estou com as mãos geladas... vou dormir.
sexta-feira, 21 de junho de 2013
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Meus algozes me sobrevoam as palavras como urubus no lixo.
O que hão de encontrar?
Nada além de míseras palavras desprovidas de qualquer inspiração.
E pequenas ideias que não conseguem formar texto.
E pequenas lembranças que já não têm força para mover uma folha.
E mesmo dores possíveis não são dores mais.
Tudo foi... as emoções passadas já não emocionam
Tudo se foi...
Vão, urubus, sigam viagem
De fato a vida segue...
Se afastem de mim...
Me deixem seguir
Me deixem sentir que sou feliz.
Hoje me ensaiei para produzir uma justificativa, uma explicação...
Não gastei mais de um minuto nessa louca ideia.
Não há nada que precise ser explicado...
Só o tempo vai impor as verdades...
Vou esperar por ele...
Tudo no final se resolve
Vou estar a seu lado quando o tempo impuser as dores inevitáveis.
Você sempre sentirá minha proteção
Você é meu
Filho!
Devia ter ido ao médico hoje, mas a chuva não deu uma trégua... não fui... semana que vem preciso pensar em como solucionar isso.
Também queria ter ido na manifestação aqui, mas depois dos 35 é preciso cuidar com a friagem... Me sentindo uma velhinha...
Ontem a ginástica foi puxada, estou com dor, mas me sinto saudável...
O dia de hoje foi preguiçoso...
Amanhã 9 aulas...
O que hão de encontrar?
Nada além de míseras palavras desprovidas de qualquer inspiração.
E pequenas ideias que não conseguem formar texto.
E pequenas lembranças que já não têm força para mover uma folha.
E mesmo dores possíveis não são dores mais.
Tudo foi... as emoções passadas já não emocionam
Tudo se foi...
Vão, urubus, sigam viagem
De fato a vida segue...
Se afastem de mim...
Me deixem seguir
Me deixem sentir que sou feliz.
Hoje me ensaiei para produzir uma justificativa, uma explicação...
Não gastei mais de um minuto nessa louca ideia.
Não há nada que precise ser explicado...
Só o tempo vai impor as verdades...
Vou esperar por ele...
Tudo no final se resolve
Vou estar a seu lado quando o tempo impuser as dores inevitáveis.
Você sempre sentirá minha proteção
Você é meu
Filho!
Devia ter ido ao médico hoje, mas a chuva não deu uma trégua... não fui... semana que vem preciso pensar em como solucionar isso.
Também queria ter ido na manifestação aqui, mas depois dos 35 é preciso cuidar com a friagem... Me sentindo uma velhinha...
Ontem a ginástica foi puxada, estou com dor, mas me sinto saudável...
O dia de hoje foi preguiçoso...
Amanhã 9 aulas...
quarta-feira, 19 de junho de 2013
Zélia Marochi, ganhaste uma fã...
Adorei a palestra da manhã...
Adorei o dia chuvoso, pena que não pude ficar em casa dormindo... mas valeu a pena pela manhã...
Preciso vacinar o Pedroca, mas ele está doentinho... preciso ver isso também.
Amanhã vou ao protesto, mas ainda não consegui a frase certa para colocar no meu cartaz. Quero algo bem impactante... Tem muita gente esperando por uma ideia minha...
E eu esperando uma inspiração...
Farei algo sobre educação, isso é certo.
Semestre que vem começarei uma pós... preciso disso
Adorei a palestra da manhã...
Adorei o dia chuvoso, pena que não pude ficar em casa dormindo... mas valeu a pena pela manhã...
Preciso vacinar o Pedroca, mas ele está doentinho... preciso ver isso também.
Amanhã vou ao protesto, mas ainda não consegui a frase certa para colocar no meu cartaz. Quero algo bem impactante... Tem muita gente esperando por uma ideia minha...
E eu esperando uma inspiração...
Farei algo sobre educação, isso é certo.
Semestre que vem começarei uma pós... preciso disso
terça-feira, 18 de junho de 2013
Amanhã o dia vai ser cheio...
Tudo está bem.
Sinto um pouco de dor de cabeça. É cansaço...
O Pedro está muito irritadiço nesses últimos dias. Uma inflamação na garganta está maltratando meu pequeno... preciso levá-lo ao médico, mas como?
Se ao menos o pai dele tivesse mesmo colocado-o no plano de saúde, mas claro que não. Era mais uma mentira.
Quinta-feira vou levá-lo para vacinar, quem sabe dou sorte de conseguir uma consulta pelo SUS que está melhor que o SAS. Malditos antibióticos que precisam de receitas agora. Já sei que vou gastar o dia todo para receber a receita de amoxicilina. Mas tudo bem, faremos isso.
Um aluninho perdeu o pai na madrugada de sábado em um acidente de caminhão, dizem que ele foi esmagado pela carga. O corpo ainda não chegou aqui, pois foi em Goiás. O menininho me contou pelo Facebook. Não sabia nem o que falar. Me senti tão impotente. Nada que se diga é confortante...
Tudo está bem.
Sinto um pouco de dor de cabeça. É cansaço...
O Pedro está muito irritadiço nesses últimos dias. Uma inflamação na garganta está maltratando meu pequeno... preciso levá-lo ao médico, mas como?
Se ao menos o pai dele tivesse mesmo colocado-o no plano de saúde, mas claro que não. Era mais uma mentira.
Quinta-feira vou levá-lo para vacinar, quem sabe dou sorte de conseguir uma consulta pelo SUS que está melhor que o SAS. Malditos antibióticos que precisam de receitas agora. Já sei que vou gastar o dia todo para receber a receita de amoxicilina. Mas tudo bem, faremos isso.
Um aluninho perdeu o pai na madrugada de sábado em um acidente de caminhão, dizem que ele foi esmagado pela carga. O corpo ainda não chegou aqui, pois foi em Goiás. O menininho me contou pelo Facebook. Não sabia nem o que falar. Me senti tão impotente. Nada que se diga é confortante...
segunda-feira, 17 de junho de 2013
domingo, 16 de junho de 2013
Chuva o dia todo... muito frio...
Delicia...
Assisti A tentação, filme que trata de fé, religião, pecado, amor e ódio... muito bom.
Claro que preciso ver mais uma vez para poder falar com mais propriedade, farei isso. Só adianto que entendi a mensagem. Concordo com ela. E mesmo assim permaneço em Cristo. Estranho, contraditório, mas possível...
Precisamos continuar buscando a sabedoria de Deus para viver nesse mundo tão maluco.
recomendo o filme.
Delicia...
Assisti A tentação, filme que trata de fé, religião, pecado, amor e ódio... muito bom.
Claro que preciso ver mais uma vez para poder falar com mais propriedade, farei isso. Só adianto que entendi a mensagem. Concordo com ela. E mesmo assim permaneço em Cristo. Estranho, contraditório, mas possível...
Precisamos continuar buscando a sabedoria de Deus para viver nesse mundo tão maluco.
recomendo o filme.
Tomei o remédio normalmente e dormi sem lembrar dos sonhos. Se não lembro, não sofro. Não acordo. Não penso. Não remoo assuntos moídos...
Fico melhor.
Amanhã é dia de reunião pedagógica... chatices necessárias...
sábado, 15 de junho de 2013
Esqueci de tomar o remédio essa noite, dormi a noite toda, mas meus sonhos foram bastante intensos e sofridos para mim. Maluco esse negócio de remédios que agem no cérebro.
Tudo bem, acordei e vi que o sofrimento era só no sonho e no único momento de esperança, eu acordei. Isso indica que realmente não há nenhuma esperança. O certo é tomar o remédio essa noite e entender que realmente eles fazem efeito e têm contribuído para a minha recuperação. Mais do que nunca, minha ansiedade está em mim e preciso tratá-la.
Fico feliz de ter percebido isso. Fico feliz de que o médico não estava errado em tudo o que disse. Semana que vem preciso voltar lá e vou com minhas esperanças renovadas.
Preciso deixar minha preguiça de lado e levar os meninos para cortar o cabelo. Sábados são deliciosos... embaixo dos cobertores, ainda melhores...
quinta-feira, 13 de junho de 2013
Cheguei... me atrasei porque estava fazendo janta. Sim, janta...
Minha ajudante me pediu dois dias de folga e como o caso é doença terminal na família, não tive nenhuma outra opção...
Hoje foi fácil. Difícil será amanhã. Mas como já sei que a hora do almoço vai ser pouca para tanta coisa, preparei agora uma lasanha. Amanhã o Fê coloca para assar um pouco antes e pronto... Um dia só não vai me matar.
Durante todos os meus anos de dona de casa, posso contar nos dedos de uma mão os meses que fiquei sem empregada. Não gosto dos trabalhos de casa. Prefiro dar 10 aulas nos 5 dias da semana a cuidar dos afazeres domésticos. A gente limpa e em poucos minutos começam a sujar tudo. No dia seguinte está tudo precisando de limpeza de novo. Credo...
O dia passou tranquilo, de manhã casa e filhos. à tarde cuidei da aparência e fui comprar umas coisas para os meninos.
As coisas com o Gui estão se ajeitando, mas sei que não vai ser fácil dobrar esse garoto.
Perdi o fio da meada, uma hora e meia de telefone... Vilmara
Amanhã volto... fiquei com sono.
Minha ajudante me pediu dois dias de folga e como o caso é doença terminal na família, não tive nenhuma outra opção...
Hoje foi fácil. Difícil será amanhã. Mas como já sei que a hora do almoço vai ser pouca para tanta coisa, preparei agora uma lasanha. Amanhã o Fê coloca para assar um pouco antes e pronto... Um dia só não vai me matar.
Durante todos os meus anos de dona de casa, posso contar nos dedos de uma mão os meses que fiquei sem empregada. Não gosto dos trabalhos de casa. Prefiro dar 10 aulas nos 5 dias da semana a cuidar dos afazeres domésticos. A gente limpa e em poucos minutos começam a sujar tudo. No dia seguinte está tudo precisando de limpeza de novo. Credo...
O dia passou tranquilo, de manhã casa e filhos. à tarde cuidei da aparência e fui comprar umas coisas para os meninos.
As coisas com o Gui estão se ajeitando, mas sei que não vai ser fácil dobrar esse garoto.
Perdi o fio da meada, uma hora e meia de telefone... Vilmara
Amanhã volto... fiquei com sono.
quarta-feira, 12 de junho de 2013
Calma, tá tudo certo... os problemas com o Gui não são assim tão sérios, quer dizer, sério é...
Não de ordem de tóxicos ou orientação sexual... Mães de meninos se preocupam muito com isso.
Ainda está tudo mais ou meno sob controle.
Realidade é que nada está no nosso controle total.
Somos meros mortais e podemos quase nada...
Estou numa fase de me apegar ao que consigo me apegar...
* Ser mãe
* Treinar minha ansiedade
* Olhar só para os olhos das pessoas (os olhos são reveladores)
* Treinar meu amor ao próximo
* Buscar a sabedoria
* Ver filmes, muitos filmes
* Ler incansavelmente
* Me desligar, ao menos minimamente, dos joguinhos
* Olhar e sentir a vida enquanto ainda tenho esperança
Amanhã é dia de descansar...
Vocês andam muito atentos, heim!!
Sim, claro que sim. Sou mulher de palavra. Continuo tomando o remédio e estou querendo conversar com uma psicóloga, ainda que alguns ignorantes usem meu tratamento para denegrir minha imagem.
Não me importo com isso, o que realmente importa é que me sinto bem, durmo a noite inteira e vou fazer terapia. Me olho no espelho e me sinto bem... Gosto de quem eu sou, apesar das minhas falhas...
Semana que vem vou ao médico e conto para vocês as novidades.
Também quero ler a matéria de capa da Super e considerar alguns pontos.
Falamos disso mais tarde...
Agora é hora de dormir que amanhã é dia de folga...
Não de ordem de tóxicos ou orientação sexual... Mães de meninos se preocupam muito com isso.
Ainda está tudo mais ou meno sob controle.
Realidade é que nada está no nosso controle total.
Somos meros mortais e podemos quase nada...
Estou numa fase de me apegar ao que consigo me apegar...
* Ser mãe
* Treinar minha ansiedade
* Olhar só para os olhos das pessoas (os olhos são reveladores)
* Treinar meu amor ao próximo
* Buscar a sabedoria
* Ver filmes, muitos filmes
* Ler incansavelmente
* Me desligar, ao menos minimamente, dos joguinhos
* Olhar e sentir a vida enquanto ainda tenho esperança
Amanhã é dia de descansar...
Vocês andam muito atentos, heim!!
Sim, claro que sim. Sou mulher de palavra. Continuo tomando o remédio e estou querendo conversar com uma psicóloga, ainda que alguns ignorantes usem meu tratamento para denegrir minha imagem.
Não me importo com isso, o que realmente importa é que me sinto bem, durmo a noite inteira e vou fazer terapia. Me olho no espelho e me sinto bem... Gosto de quem eu sou, apesar das minhas falhas...
Semana que vem vou ao médico e conto para vocês as novidades.
Também quero ler a matéria de capa da Super e considerar alguns pontos.
Falamos disso mais tarde...
Agora é hora de dormir que amanhã é dia de folga...
terça-feira, 11 de junho de 2013
Ele era o único que não podia ter me abandonado... e mesmo assim o perdoei... penso que seja a influência do machismo social que me atinge minimamente, mas me atinge.
Ouvi a musica na voz dele, mas a interpretação do Ricardo Nogueira me emocionou muito... optei por ela...
Pensar no menino que me trouxe a vida e meu pai, me faz sentir uma triste alegria de viver... Me lembro da frase do livro As aventuras de Pi - Quando se sofreu muito, qualquer nova dor é ao mesmo tempo insuportável e insignificante...
Seja lá o que meu adolescente preparar pra mim, estarei com ele sempre, lhe darei a mão e não o largarei um instante sequer. Não vou repetir o que fizeram comigo, jamais...
Ser mãe de adolescente é uma tarefa bastante complicada. Hoje tive um embate grave com o meu na hora do almoço e quando ele chegou do trabalho veio me pedir desculpa, mas não deu muito certo, afinal sempre que se tem uma outra intenção por trás de um gesto, o gesto soa falso. E bastou meia duzia de palavras, logo voltamos a estaca zero.
Tive uma conversa com o João, mas pouco resolve, afinal com palavras ele me apoia, mas com ações ele aprova o comportamento do Gui.
Estou sozinha nessa batalha. Ok, vamos a ela!
Estava sentindo sua falta, nobre leitor catarina... Bom que voltou.
Vem sempre, mas lembre-se que uns vão plantar o trigo, enquanto os outros já assaram o pão.
Enquanto estou escrevendo O Gui me aparece aqui perguntando se pode ir ao cinema na sexta. Com a maior cara de pau. Como se nada tivesse acontecido. Vai entender?
É Roxana, parece que chegou a hora de testar o amor incondicional...
Fora esse pequeno problema familiar, o trabalho está bem. Vou até representa a escola no CONAE, chique não?!?
As provas se aproximam, mas também se aproximam as férias... estou sedenta de férias...
Tive uma conversa com o João, mas pouco resolve, afinal com palavras ele me apoia, mas com ações ele aprova o comportamento do Gui.
Estou sozinha nessa batalha. Ok, vamos a ela!
Estava sentindo sua falta, nobre leitor catarina... Bom que voltou.
Vem sempre, mas lembre-se que uns vão plantar o trigo, enquanto os outros já assaram o pão.
Enquanto estou escrevendo O Gui me aparece aqui perguntando se pode ir ao cinema na sexta. Com a maior cara de pau. Como se nada tivesse acontecido. Vai entender?
É Roxana, parece que chegou a hora de testar o amor incondicional...
Fora esse pequeno problema familiar, o trabalho está bem. Vou até representa a escola no CONAE, chique não?!?
As provas se aproximam, mas também se aproximam as férias... estou sedenta de férias...
domingo, 9 de junho de 2013
Eu vi muitos homens brigando
Ouvi seus gritos
Estive no fundo de cada vontade encoberta
E a coisa mais certa de todas as coisas
Não vale um caminho sob o sol
Música!Música! Música!
Amo... e quando posso voltar a ouvi-la tudo está devidamente onde deve estar.
Fim de semana de mãe.
No sábado fiz baião de dois e de sobremesa sagu com creme de baunilha. Comi demais, precisei dormir para passar o mal-estar. Sou tão parecida com o João Gualberto, que sofro dos mesmos males que ele.
Hoje preparei a tradicional Língua à francesa.
Se existe um prato que posso dizer que me representa é essa tal de língua.
Todas as pessoas que experimentaram sem preconceito adoraram.
Um dia desses vou postar a receita para que meu neto-leitor eternize minha especialidade culinária. Quero que muitas gerações de nossa família coma língua e se lembre da velha vó...
Gosto de ler sagas. De tanto que gosto, estou construindo a nossa...
Quem sabe meu neto-escritor seja um novo Érico Veríssimo...
Caso seja, quero que ele me narre tão forte como a Ana Terra e tão feminina como a Bibiana... O tempo e o vento...
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Me sinto muito bem... muito feliz...
Uma coisa quero que todo mundo saiba: A vida é uma mescla de bons e maus momentos e esse turbilhão de emoções são fruto às vezes, de nossas escolhas e às vezes não. O ideal é usar a memória para lembrar que a gente foi feliz e triste e vai ser de novo e de novo até que chegue o fim.
O ideal é ter isso sempre em mente nos dois momentos para passar por eles e sempre se tornar melhor do que era.
Seria moralmente insuportável me olhar e me sentir pior do que já fui... Gosto de me surpreender com minha infinita possibilidade de me tornar mais digna, mais humana, mais feliz sendo eu mesma SEMPRE...
Amanhã é dia de ser exclusivamente mãe...comidas, sobremesas, brincadeiras e muito amor...
quinta-feira, 6 de junho de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Eu gosto do meu quarto / Do meu desarrumado / Ninguém sabe mexer
Na minha confusão / É o meu ponto de vista
Ontem voltei para o step. Tá certo eu disse que estava cansada dele, mas entre step e uma academia forrada de gente fútil, optei pela chatice do sobe e desce, que pensando bem pensado, nem é assim tão chato. Eu é que estava insuportavelmente implicante.
É, estou envelhecendo... velho tem alguns direitos à reclamações, estou usando a minha cota, mas com moderação. Não posso me tornar uma velha rabugenta... Quem quer ter a família sempre reunida aos domingos, precisa exercitar a alegria de ver beleza até no que não é belo.
Um dos poucos flashs da infância em Curitiba é no quarto da Bisavó que morava em frente ao colégio Novo Ateneu. Só fui estudar lá depois de minha bisa ter morrido.
Não sei qual a doença que ela tinha, só sei que ela vivia deitada num colchão de água que fazia nossa alegria. Quando alguém fazia a higiene da bisa, aproveitávamos para brincar em cima da cama. Eu morria de medo de estourarmos e a água nos afogar. A alegria da brincadeira afugentava o medo e ficávamos todos juntos, um bom número de crianças.
No dia que a bisa morreu fomos até sua casa e só me lembro da marion dizer que a bisa estava fazendo uma festa de despedida porque ela ia embora para o céu. Nesse dia, as crianças ficaram todas no andar de baixo e não pudemos entrar na sala. Não lembro de choro, nem dos adultos, também não vi a bisa. Acho mesmo que era seu velório. Só sei que tinha uma empregada que estava conosco e nos fez dormir no quarto de visitas. Nunca mais vi a bisa e por muito tempo, achei uma sacanagem ela ir embora sem se despedir de nós, afinal ela era tão carinhosa e sempre nos fazia abrir a gaveta do seu criado mudo para pegar doces quando íamos visitá-la. Hoje não sei nem o nome dela...
Da próxima vez que for a Curitiba, farei uma visita ao cemitério onde estão enterrados meus avós e bisavós... Não gosto de ir ao cemitério, mas farei isso pela minha memória.
Quando eu tinha uns 11, 12 anos, quinzenalmente tia Leony nos obrigava a acompanhá-la ao cemitério para ela fazer a limpeza da capela da família e sempre sobrava para eu ir buscar água. Andar sozinha por entre os túmulos era apavorante. Eu morria de medo, mas nunca deixei que soubessem o quanto aquilo me afligia. Durante minha estada em Curitiba, por muitas vezes escondi o que realmente eu sentia.
Era ruim... Talvez seja por isso que, hoje em dia, esconder o que sinto é algo muito raro.
Até quando vou receber bombons de cereja? Eu não gosto de cerejas... Por favor, não me deem bombons de cereja...
Hoje na hora do almoço, precisei fazer uma ligação importante e quando isso acontece preciso ficar longe do Pedro, então fechei a porta da sala, deixando-o para o lado da cozinha. Depois do choro habitual de caçula que consegue tudo, ele começo a traçar planos para vencer a barreira que o afastava de mim.Tentou uma chave de armário. Não obtendo resultado, teve uma ideia.
Sim, o menininho já pensa...
Deu a volta na casa, pelo lado de fora e entrou pela porta da frente. Bem quietinho, sem um choro...
Gosto de ver que meu menininho tem iniciativa e busca solucionar seus problemas. Vê-lo pensar é algo que me encanta.
Tenho que parar por aqui, os meninos estão chegando e preciso me ocupar com eles...
domingo, 2 de junho de 2013
Ontem, acreditem vocês, não consegui encontrar nenhum filme interessante e acabei por me "entreter" com um documentário sobre pessoas que viviam de revirar um lixão no Rio de Janeiro. Me admiro do quanto mudei meus gostos.
Quando menina, a marion me hostilizava frequentemente por eu preferir assistir Silvio Santos enquanto na outra sala ela, minha vó e a Gisele assistiam um concerto do Luciano Pavarotti. Eu achava insuportável ouvi-lo cantar, nisso não mudei. Continuo achando muito chato ouvir concertos.
Já em Castro, na casa da Rita, me irritava em silêncio, porque para evitar que assistíssemos o Faustão, ela colocava na tv Cultura e lá ficávamos por horas vendo documentários insuportáveis de leões que comiam zebras, cobras imensas que engoliam suas presas inteiras e tantas outras bobeiras que me fizeram desenvolver a necessidade de fazer alguma coisa enquanto assisto tv. Raramente estou parada olhando para a tela. acho uma perda de tempo. Mas o documentário de ontem me fez parar. Até minha dor de cabeça parou.
Estou sempre fazendo duas ou três coisas ao mesmo tempo. Vai ver que é por isso que sou muito ansiosa.
Falando em ansiedade, ando num período bastante tranquilo, nenhum problema grande, nenhuma pessoa me azucrinando, meus filhos saudáveis. Tudo correndo bem... Graças a Deus!
Voltando para os documentários:
Agora gosto muito de ver documentários.
Assisti um fantástico sobre uma família, que foi filmado em dois momentos com intervalo de 10 anos.
Família Braz - Dois Tempos
Como será que aprendi a gostar de documentários? Talvez eu não gostasse e nem gosto ainda de ver sobre bichos, mas os que falam de gente me agarram e me comovem.
Gosto das histórias reais...
Ver as pessoas e a forma como levam suas vidas, seus costumes, suas crenças, seus sorrisos, seus olhares...
Tão diferentes de mim e ao mesmo tempo tão iguais.
O filme de ontem me trouxe mais do que a reflexão simplista de que tenho mais a agradecer do que lamentar pela minha vida. Eu vi, ouvi e aprendi dos sentimentos, do pensamento e da sabedoria do povo suado, miserável e sofrido que encontra nos restos do mundo o começo e o recomeço de vida. O homem quase bicho, dividindo com este a sobrevivência.
E eu aqui, medindo forças, querendo ganhar sempre.
O que é ser mais que o outro?
O que se ganha ao vencer uma discussão?
O que se aprende ao derrotar um inimigo?
Nada se aprende... nada se ganha... nada se é...
Quem sabe eu esteja começando a entender algumas lições bíblicas sobre a Humildade, o Amor ao próximo, o Auto-Amor... só começando...
Para esperar os meninos, resolvi preparar um bolo. O "fazedor" oficial não tem mais tempo, afinal agora é um trabalhador braçal. Me sinto feliz de voltar a ter prazer em fazer pequenas coisas que sei que agradam meus filhos.
Nessa madrugada, houve uma tempestade muito forte, o Pedro veio se aninhar nos meus braços, com medo dos trovões. Não sei se em algum outro momento da minha vida, me senti tão importante para alguém.
Me lembro que eu sentia vontade de voltar para casa quando o Gui era pequenininho, mas parece que não era tão forte nossa ligação. Deve ser só uma impressão, pelo tempo que me afasta daquela época, afinal me lembro que eu não me dava o direito de gastar tempo nem para secar meu cabelo. Todo o tempo que eu tinha era para ele.
Tadinho do Fê, não me lembro de quase nada do que vivi com ele bebê. Preciso resgatar minha memória desse tempo.
Foi um tempo de muita correria, fim de casamento, mudança de vida, mas sei que o amor que senti pelo meu nerdzinho foi imediata. A Rita sempre me cobrava porque via que eu gostava mais do Fê do que do Gui. A Rita e seus preconceitos. Ela quase sempre acertava, nesse caso, sempre achei que ela errou.
Escrevi demais, embolei muitas coisas, meu texto está horrível. Tudo bem, afinal ser escritor é papel do meu neto-leitor...
O meu é resgatar os costumes e a essência que deve ter uma mulher que será a velhinha matriarca dessa família...
Quando menina, a marion me hostilizava frequentemente por eu preferir assistir Silvio Santos enquanto na outra sala ela, minha vó e a Gisele assistiam um concerto do Luciano Pavarotti. Eu achava insuportável ouvi-lo cantar, nisso não mudei. Continuo achando muito chato ouvir concertos.
Já em Castro, na casa da Rita, me irritava em silêncio, porque para evitar que assistíssemos o Faustão, ela colocava na tv Cultura e lá ficávamos por horas vendo documentários insuportáveis de leões que comiam zebras, cobras imensas que engoliam suas presas inteiras e tantas outras bobeiras que me fizeram desenvolver a necessidade de fazer alguma coisa enquanto assisto tv. Raramente estou parada olhando para a tela. acho uma perda de tempo. Mas o documentário de ontem me fez parar. Até minha dor de cabeça parou.
Estou sempre fazendo duas ou três coisas ao mesmo tempo. Vai ver que é por isso que sou muito ansiosa.
Falando em ansiedade, ando num período bastante tranquilo, nenhum problema grande, nenhuma pessoa me azucrinando, meus filhos saudáveis. Tudo correndo bem... Graças a Deus!
Voltando para os documentários:
Agora gosto muito de ver documentários.
Assisti um fantástico sobre uma família, que foi filmado em dois momentos com intervalo de 10 anos.
Família Braz - Dois Tempos
Como será que aprendi a gostar de documentários? Talvez eu não gostasse e nem gosto ainda de ver sobre bichos, mas os que falam de gente me agarram e me comovem.
Gosto das histórias reais...
Ver as pessoas e a forma como levam suas vidas, seus costumes, suas crenças, seus sorrisos, seus olhares...
Tão diferentes de mim e ao mesmo tempo tão iguais.
O filme de ontem me trouxe mais do que a reflexão simplista de que tenho mais a agradecer do que lamentar pela minha vida. Eu vi, ouvi e aprendi dos sentimentos, do pensamento e da sabedoria do povo suado, miserável e sofrido que encontra nos restos do mundo o começo e o recomeço de vida. O homem quase bicho, dividindo com este a sobrevivência.
E eu aqui, medindo forças, querendo ganhar sempre.
O que é ser mais que o outro?
O que se ganha ao vencer uma discussão?
O que se aprende ao derrotar um inimigo?
Nada se aprende... nada se ganha... nada se é...
Quem sabe eu esteja começando a entender algumas lições bíblicas sobre a Humildade, o Amor ao próximo, o Auto-Amor... só começando...
Para esperar os meninos, resolvi preparar um bolo. O "fazedor" oficial não tem mais tempo, afinal agora é um trabalhador braçal. Me sinto feliz de voltar a ter prazer em fazer pequenas coisas que sei que agradam meus filhos.
Nessa madrugada, houve uma tempestade muito forte, o Pedro veio se aninhar nos meus braços, com medo dos trovões. Não sei se em algum outro momento da minha vida, me senti tão importante para alguém.
Me lembro que eu sentia vontade de voltar para casa quando o Gui era pequenininho, mas parece que não era tão forte nossa ligação. Deve ser só uma impressão, pelo tempo que me afasta daquela época, afinal me lembro que eu não me dava o direito de gastar tempo nem para secar meu cabelo. Todo o tempo que eu tinha era para ele.
Tadinho do Fê, não me lembro de quase nada do que vivi com ele bebê. Preciso resgatar minha memória desse tempo.
Foi um tempo de muita correria, fim de casamento, mudança de vida, mas sei que o amor que senti pelo meu nerdzinho foi imediata. A Rita sempre me cobrava porque via que eu gostava mais do Fê do que do Gui. A Rita e seus preconceitos. Ela quase sempre acertava, nesse caso, sempre achei que ela errou.
Escrevi demais, embolei muitas coisas, meu texto está horrível. Tudo bem, afinal ser escritor é papel do meu neto-leitor...
O meu é resgatar os costumes e a essência que deve ter uma mulher que será a velhinha matriarca dessa família...
sábado, 1 de junho de 2013
Eu deveria escrever hoje, pensei muitas coisas, estou meio introspectiva, o Pedro pergunto muitas vezes pelo pai e eu não soube conduzir. Mas estou com muita dor de cabeça. É fígado.
Amanhã faço algumas considerações sobre as insistentes visitar de personas não gratas...
Começo fazer ginástica na semana que vem... estou envelhecendo e o meu corpo precisa de exercícios... minha face precisa de cremes e minha mente precisa aprender a envelhecer...
Hoje vou dormir bem cedo...
Amanhã os filhos voltam e preciso estar preparada...
Saudade deles...
O Pedroca é muito fofo, mas não substitui meus moços... não sei viver sem meus 3 filhos... Tenho muito medo de perdê-los...
Ui que texto sem a menor conexão...
Bom, mas eu falei que a dor de cabeça era forte... é verdade, não consigo nem pensar direito.
Bom mesmo é se eu conseguir ver algum filme bom deitada debaixo das cobertas...
Amanhã faço algumas considerações sobre as insistentes visitar de personas não gratas...
Começo fazer ginástica na semana que vem... estou envelhecendo e o meu corpo precisa de exercícios... minha face precisa de cremes e minha mente precisa aprender a envelhecer...
Hoje vou dormir bem cedo...
Amanhã os filhos voltam e preciso estar preparada...
Saudade deles...
O Pedroca é muito fofo, mas não substitui meus moços... não sei viver sem meus 3 filhos... Tenho muito medo de perdê-los...
Ui que texto sem a menor conexão...
Bom, mas eu falei que a dor de cabeça era forte... é verdade, não consigo nem pensar direito.
Bom mesmo é se eu conseguir ver algum filme bom deitada debaixo das cobertas...
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