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segunda-feira, 30 de julho de 2012


Dessa vez peço teu perdão
É de coração
Leia meu olhar
Um belo dia
Perdi a calma, feri um anjo
Nossa estrela se turvou
Dessa vez leia meu olhar
Quem te fez chorar roga teu perdão
Se eu for embora
Não levo nada, vou pelo mundo
Deixo contigo meu amor
Viajei pelo litoral
Casas e quintais
Matas e marés
Um belo dia
Inesperado
Incontinente
Um deus alegre nos juntou
Se foi verdade
Será um sonho
Leia meus olhos meu amor


Amo MPB...

domingo, 29 de julho de 2012

A vida voltou a funcionar a plenos vapores... descanso agora, só 7 de setembro.
Estou numa fase bem tranquila, tenho dormido bem e conseguido relaxar...
Posso dizer até que os tempos são de paz...
Os meninos seguem bem... O Pedro está se desenvolvendo muito graciosamente... nesse momento está lá na sala brincando de carrinho... como é bom vê-lo mais calmo... e obediente... é fofo.
Mas tem horas que ele sai com palavrões... quando as coisas não saem bem pra ele, logo solta um "bota" ou "mé". Difícil controlar o riso nessas horas, porque por hora é engraçadinho.
Ele é muito carinhoso... nos abraça e beija o tempo todo... gosta de dormir agarrado comigo... está sempre sorrindo e nos fazendo rir... Como é bom ser sua mãe...

Estou bem em dúvida sobre o que fazer da vida... tenho direito a tirar licença prêmio, mas não me sinto no direito de abandonar meus alunos... me parece que vou contra tudo o que acredito.
 Não falo disso como meus colegas, penso que eles vão me achar uma metida... não é por auto promoção... Penso assim, de verdade...
Meus alunos precisam de mim... é injusto que eu abra mão deles... talvez eu devesse pensar mais em mim... mas não consigo...

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Tivemos reunião pedagógica na escola e por incrível que pareça, gostei.
De manhã, vimos o filme COMO ESTRELAS NA TERRA, emoção pura. Me identifiquei como professora e como criança. Chorei do minuto 53 até o fim. Foram quase duas horas de choro que resultaram numa dor no olho que me incomodou o dia todo, mas valeu a pena.
De tarde o assunto era outro. Falamos sobre diferença de gênero. É maluco o universo de novos termos que apareceram referentes a isso. Tive vontade de perguntar para a Risalva como ela sendo evangélica, conseguia entender e palestrar sobre um tema tão polêmico, mas não fiz isso para não constranger. Eu não entendo, não aceito muito do que ouvi, mas respeito as escolhas alheias, assim com quero ser respeitada. Isso é tudo o que me interessa desse assunto. Minha preocupação é com o ensino aprendizagem... quero que meus alunos se tornem seres humanos melhores... o sexo não é tão mais importante do que outras áreas da vida humana... Sei que Freud me detonaria, caso estivesse aqui... mas ele não está... e depois dele muita coisa mudou... ou não mudou? como é difícil de falar sobre comportamento humano... bom, quando o assunto aparece na minha aula, digo que devemos respeitar as diferenças... as de pensamentos e as de ações... ainda não tive problemas em relação a isso... ainda bem!
Sobre o filme da manhã quero considerar que me vi na pele do menininho quando ele era visto como alguém "anormal". Sei, de viver, o que é ir para um colégio interno.
Quando eu era pequena, acho que com uns 9 anos, tia Margherita tinha uma escola de aulas particulares, eu fui uma de suas alunas. Lembro do jeito engraçado que ela escrevia. Sua letra era bonita. Eu gostava de vê-la escrever. 
Não sei se consegui tirar minhas dúvidas, mas não permaneci por muito tempo lá. 
Eu trocava letras, tinha dificuldades... e era "canhota". Tudo isso era muito mal visto pela Marion.
Ver o menino sofrendo como imagino que eu sofri, me emocionou muito.

Engraçado que quando estava saindo para a escola, peguei meu óculos, mas não cheguei com eles. Foi providencial, sem óculos não pude assistir o filme com os colegas. Tive que entrar no you tube, foi bom, pois pude chorar a vontade sem que ninguém me visse. 
Muitas professoras também se emocionaram, outras fingiram emoção... não sei porque fingir que sente alguma coisa que não sente... mas vá lá...
 A diretora não estava lá, resolveu tirar folga... tá certa... sabe que até acho que foi melhor... o clima fica pesado com ela.

                            COMO ESTRELAS NA TERRA

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Ontem a Mara confirmou para mim que não foi o João que ligou aqui convidando os meninos para irem com ele para a fazenda, mas foi o Gui que articulou tudo e manipulou todos nós para ir. Mentiu lá, mentiu aqui e conseguiu o que queria... isso me deixou muito magoada.
Não tenho nem vontade de falar com ele hoje e possivelmente vou passar por cima dos meus sentimentos e falarei com ele, afinal sou a adulta e devo controlar melhor meus sentimentos.
Acho engraçado tudo isso. As pessoas apostam todas as fichas no auto-controle dos adultos. Eu não aposto uma única ficha... nós todos somos um bando de desequilibrados fingindo lucidez...
(acabei de atender o Gui no telefone... falei que eu ia abrir mão do que sinto!?!)
Ontem, lá na escola, presenciei duas situações que me ajudam a defender o que acabei de colocar:
Quando cheguei na escola presenciei uma discussão entre uma pedagoga e uma professora que adora dar show de grosseria. Só conseguia ouvir os gritos da professora jogando um monte de verdades na cara da pedagoga que tinha feito confusão nos horários da escola. Presenciar situações assim são muito desagradáveis... pra mim, os dois lados estão errados... como se eu tivesse o direito de julgar a situação.
Ano passado a mesma situação aconteceu comigo. Eu estava dando aula quando foram me dizer que o horário havia mudado, me irritei, afinal a pedagoga só faz horário e mesmo assim erra sempre. Me lembro bem de ter passado em frente a diretora e dito que ela precisava achar alguém mais competente para fazer o horário... pra mim é inadmissível uma escola que não tenha um horário certo pelo menos com um dia de antecedência. 
Como a diretora não nutre nenhum sentimento positivo em relação a mim, me dedurou para a pedagoga. Esta por sua vez me chamou para a sua salinha e quis tirar satisfação... foi uma boa ideia... falei muita coisa que me estava engasgada... Ela começou a conversa em tom acusatório e a terminou mais com cara de vítima e a mim, pareceu ter se arrependido de ter me chamado lá. Eu faço a minha parte do trabalho o mais correto possível e me dou o direito de apontar as falhas dos outros, visto que essas falhas atrapalham o meu trabalho... na verdade sou assim com tudo...
A outra situação de falta de auto-controle foi relatada pelos alunos do 6º ano. Os alunos, que têm em torno de 11 anos me contaram que uma professora deles se irou a ponto de quebrar a fechadura da porta e tirar uma lasca da parede, tamanha foi a força que usou, movida pela raiva... essa mesma professora dá uns berrou horríveis... ela urra! 
Eu também já perdi o controle muitas vezes... pra mim, isso é comum aos seres humanos, infelizmente.

terça-feira, 24 de julho de 2012


Mal cheguei em casa, o Gui já estava com tudo organizado, só lhe faltava a minha autorização para ir para a fazenda.
E como não permitir?
E como permitir?
E lá se foram... para prolongar ainda mais o feriado de Santana...

domingo, 22 de julho de 2012

O dia está pesado...
Ontem a noite fiquei contente por achar que a tristeza do Gui já estava passando, mas me enganei.
Pela manhã ele estava chorando esperando que o pai respondesse uma mensagem no celular. 
Ainda bem que o João é um excelente pais e está sempre atento ao que o Gui sofre... mas me parte o coração.
Infelizmente não é só a tristeza dele que me machuca. Não vou escrever nada, pois tudo o que tentei colocar foi de um egoismo e de uma injustiça com meus filhos.
Preciso entender que isso é assim e que tenho que respeitar e entender...
Meus filhos têm duas famílias e as amam... Eu os tenho por mais tempo, apesar de ficar com a parte mais chata das obrigações e o pai tem menos tempo, porém a melhor parte fica com ele... 
No futuro eles vão pesar tudo e vão saber que foi assim que se tornaram grandes homens...
Eles são tudo o que tenho... não sei lidar com tudo isso...
Eu fico aqui quietinha chorando... ele fica lá quietinho chorando...
Amanhã espero estarmos melhor.

E por falar em amanhã: Recomeçam as aulas...Isso é bom!!

sábado, 21 de julho de 2012

Os meninos chegaram.
Que gostoso tê-los aqui novamente.
Mas hoje não é um bom dia para o Gui. Ele demora uns dois dias até se adaptar a nossa rotina. 
Chora e fica quieto durante esse período. É sempre assim.
Eu era assim também. Quando voltávamos de alguma viagem que fazíamos com amigos da família, eu vinha chorando o tempo todo da volta. Depois passava.
Mas agora que sou mãe me sinto chateada por ver meu filho sofrer por voltar pra casa.
Pensei que conforme ele fosse crescendo, isso acabasse, mas ainda não...
Ele me abraçou agora pouco e disse que sabe que isso me magoa, mas que é maior que ele... tadinho do meu mocinho... sinto muito por ele...
Nesses momentos me arrependo e me sinto culpada...
Já o Fernando está aqui pertinho de mim, feliz e contente... 
Como são diferentes.
 

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Sobrevivi as reuniões pedagógicas, mas devo dizer que não foi nada fácil o último momento.
Me cansa demais a falta de postura de algumas pessoas. 
Pior que, por mais idiota que seja uma ideia, sempre vão haver adeptos... não sei o que é pior. Ou as pessoas sem caráter, ou as pessoas lunáticas. 
De uma coisa tenho certeza: me irrito com as duas classes. 
A culpa pela indisciplina no colégio  é  dos professores que soltam seus alunos antes do horário e também pela falta constante dos professores que estão de atestado médico, ou que atendem telefone celular durante a aula, ou ainda, dos professores que, 5 minutos antes do final da aula, já estão com a pasta fechada, esperando o sinal tocar, enquanto a turma está em guerra (engraçado que não vão nos ajudar nos corredores, mas fiscalizar os professores, isso fazem muito bem). 
O bom dos fuxiqueiros de plantão é que eles estão sempre a disposição dos dois lados... é como uma faca de dois gumes... apesar de detestável, isso é divertido de ver...
Ainda existem muitas outras culpas que foram dadas aos professores... muitas, infelizmente.
O problema não está numa "equipe" pedagógica dividida ou numa direção omissa e inexpressiva. Também não está nas regras não cumpridas e não exigidas. 
Não estão na visível desorganização das coisas e nem nos desmandos alienados de pessoas que ocupam cargos como se estivessem sentadas em tronos reais...
Depois me pergunto, por que os professores estão tão desmotivados? Por que impera a hipocrisia e o fingimento?
Estamos vivendo momentos difíceis... 
Ninguém olha por nós... 
Até pedagogo que xinga alunos se vira contra nós, dizendo que precisamos ser adeptos da pedagogia afetiva...
Afeto?
Tão simples ser afetuoso com alunos que nos agridem e nos ofendem gratuitamente...
Tão simples ser afetuoso com pedagogo que nos apresenta a pedagogia do afeto para solucionar problemas de Ensino-Aprendizagem.
Tão simples ser afetuoso nesse ambiente de ironia e falsidade...
Pena eu ser tão complexa e não entender nada sobre nada...
Pra mim, maior amor pelo meu educando se traduz em dar pra ele a condição de construir e reconstruir sua vida sempre que as circunstâncias o quiserem destruir, tal qual aconteceu comigo.

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Amanhã começam as reuniões pedagógicas para o segundo semestre.
De verdade, que eu queria não falar nada, conseguir me controlar e não abrir minha boca uma única vez sequer. Me prometo tentar.
 Consegui passar todos esses dias descansando e sem grandes preocupações, posso dizer até, que estou pronta para o próximo semestre.
Terei um novo 3º ano e isso já me alegra bastante... Espero que essa turma seja mais fácil do que a anterior.
No restante, as turmas serão as mesmas e isso também é muito bom... gosto especialmente dos 8º anos A e D...

Vou colocar o Pedro para dormir... sentirei falta de passar o dia todo com ele, amanhã.
Seria muito bom, se eu pudesse ter mais tempo com meus filhos.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Uma boa música, um cobertor e as lembranças daquilo que faz a vida valer a pena... é o que temos para hoje... nem tudo está perdido nesse frio!!!
Estou embaixo das cobertas, junto com o Pedro, o frio está uma loucura. Para piorar está chovendo...
Os termômetros  estão marcando 11ºC, mas a sensação é de muito menos. 
Estou com a mão gelada, pra mim o frio está insuportável.
O que me conforta é o fato de que estou de férias ainda, por pelo menos mais dois dias.
Engraçado que eu fico imaginando o que vou escrever e quando venho escrever, não me lembro o que tinha me proposto. 
Eu trabalhei domingo e ontem fiscalizando alunos no vestibular, o trabalho é muito monótono, mas o dinheiro que ganhamos é bem legal e faz valer a penas as 3 horas e meia que ficamos andando de um lado para o outro e tomando cafezinhos que me tiraram o sono na madrugada de segunda.
Demorei até encontrar a causa da minha insônia, visto que estou tranquila e sem nenhum estresse. 
Mas descobri que os 6 cafezinhos e mais a coca-cola do jantar me fizeram passar a madrugada inteira assistindo TV.
Já coloquei o sono em dia... 
Vou fazer um pouco de tricô e ver um filme... aproveitando o pouco que me resta de descanso...

sábado, 14 de julho de 2012

Tive que dar muita risada hoje pela manhã. 
O Pedro estava assistindo desenho, quando resolveu ligar o computador. Eu deixei, acreditando que assim, eu poderia mudar de canal e assistir algo mais interessante, mas o garotinho é uma figura rara. Assim que percebeu que eu havia mudado, mais do que depressa pegou o controle e voltou para o seu canal e olhando para mim disse "tinha", o que na língua dele significa bostinha.
Não consegui nem achar ruim...
Como pode um piazinho de 2 anos já ter vontade própria, saber trocar de canal e xingar quando é contrariado? 
O Pedro demorou para andar e está demorando também para falar, mas na questão de raciocínio ele me parece mais ligeiro do que os seus irmãos. Talvez isso se deva ao fato de ele estar em contato com pessoas muito mais velhas que ele. O Fernando incentiva a leitura e os números. Eles ficam lendo juntos, já o Gui só ensina as porcarias que por hora são muito engraçadinhas. 


Minhas férias já estão no fim, amanhã e segunda vou trabalhar no vestibular, não que eu ache legal, mas o dinheiro é interessante e estou precisando. Na quarta-feira retornamos para o 2º semestre. Foi-se as férias. Deu pra descansar um pouco, mas não tudo!

Acordei com muita dor na cabeça e nos ombros. Tomei remédios, mas ainda não estou bem. Já marquei médicos. Estou envelhecendo... que triste!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

A gravidez do Fernando foi bem mais tranquila do que a do Gui, não tive nenhum enjoo e já estava bem mais resolvida comigo. Não me senti feia, também não cortei o cabelo.
Eu estava fazendo faculdade, cursando o 2º ano quando fugi de uma aula para ir a um laboratório fazer o exame... 
Fiquei bem contente com a gravidez. Mas um dia, numa das muitas brigas, o João disse que era maldita a minha gravidez. Me lembro de ter chorado muito nesse dia. Muitas vezes o João falava coisas extremamente agressivas, que me doiam profundamente.
Eu preciso repensar meu casamento. Olhar as coisas como elas aconteceram de fato.
É engraçado como o tempo e as novas experiências apagaram coisas que foram importantes na minha escolha pela separação. Na época eu tinha convicção de que estava certa, coisa que mudou com o tempo. Hoje me sinto culpada por não ter me empenhado em corrigir os erros. Mas, sei que eu não estava absolutamente certa, assim como não sou apenas culpada do término do meu casamento. Reorganizar os fatos será importante para eu encerrar esse assunto em mim.
O Fernando nasceu no final de maio, eu fui à faculdade até os últimos dias. 
Como tinha feito cesárea antes, nem pensei duas vezes e agendei o dia do parto logo no início.
Sofri muito quando voltei pra casa, depois do nascimento do Gui, não queria mais passar por isso... 
No 3º mês de gravidez, levei minha agenda na consulta e disse para o Dr Luiz Antonio que queria que o parto fosse no dia 27 de maio. Ele não me deu a menor atenção, mas eu escrevi na minha agenda... Em todas as consltas eu reforçava o que eu já tinha decidido, mas ele sempre dava uma desculpa para não aceitar o que eu tinha decido. Foi assim até que ele cedeu e o Fê nasceu dia 27 de maio de 2002. 
Escolhi essa data, pois era véspera de um feriado e assim a Rita poderia vir ficar comigo tão logo eu saisse do hospital. E deu certo. No dia que eu saí do hospital ela estava chegando para passar alguns dias comigo e foi muito bom tê-la aqui em casa... me senti protegida. 
Eu tinha uma família completa... 
Depois perdi quase tudo... só me restaram os filhos...
Os filhos...
Fiquei com o melhor... 

terça-feira, 10 de julho de 2012

As férias estão muito boas, estou podendo descansar bastante. Ainda tenho um pouco de mal-estar logo após o almoço, mas já sinto que estou melhor...
Estou fazendo muito tricô, terminei meu casaco... achei que ficou bom, vou tirar uma foto dele assim que o vestir.
Ontem uma amiga veio aqui em casa trazer a lã que tinha combinado de trazer na quinta... aquela que fiquei esperando com bolo... ela falou nada sobre o furo, nem eu...
Tudo bem, ontem, de castigo, não ofereci nada.
Me trouxe uma lã para fazer-lhe uma blusa... o vermelho era horrível... uma mulher com mais de 45 anos com aquela cor ficaria muito feio... ela percebeu que não gostei e ficou insegura. Tentei reanimá-la, mas resumindo, ela me pediu que trocasse... e como me perguntou quanto eu ia cobrar e eu respondi que não ia cobrar nada ela achou por certo que tinha que fazer mais uma blusa para a filha... oportunismo puro
Fiquei com dois trabalhos... não terei tempo de fazer uma blusa para o Gui, como prometi...
Mas tudo bem... 
Por isso e por mais algumas coisas que não gosto de receber favor de alguém... As pessoas sempre arranjam um jeito de nos cobrar... 
Essa amiga se ofereceu para me dar caronas quando vou ao Jardim... não é bem uma carona, pois moro para um lado e a escola é para outro... mas tudo bem, não vejo problemas nisso, vejo apenas como os seres humanos são... como eu também sou... tá tudo certo! 
Vou fazer da melhor maneira que puder... posto os modelitos prontos, depois.

domingo, 8 de julho de 2012

Três meses depois de ter me casado, fiquei grávida. Era exatamente isso que eu queria. Naquele momento era assim que eu pensava. Tinha um marido, uma casa e precisava de um filho... Me precipitei, mas não me arrependo.
Quando confirmei a gravidez, me senti feliz... achando que agora tudo estava completo na minha vida
Eu tinha tudo o que sonhava em ter.
Durante a gravidez me senti horrível. A barriga só apareceu quando já estava de 6 meses, afinal os enjoos me fizeram perder muito peso nos primeiros meses. O médico tratava como gravidez de risco... mas tudo foi tranquilo até a hora do parto.
Quando estava com 8 meses, fomos convidados para um casamento. Quando fui ao salão para me arrumar, tive a infeliz ideia de cortar os cabelos bem curtinho, imitando a Cláudia Raia. Fiquei com a cara de uma bola de basquete... nunca me senti tão feia como naquele dia. Para piorar ainda mais, mandei fazer um blazer e uma pantalona que me deixaram com uns 20 anos a mais do que eu tinha.
Achei que não voltaria mais ao meu peso normal... estava enganada.
Parei de trabalhar, exatamente 15 dias antes do parto.
Como a ideia era esperar que o bebê chegasse a seu tempo, ficamos aguardando. Eu tinha um telefone celular para poder avisar alguém, caso estivesse sozinha em casa.
No dia que o Gui nasceu, o João tinha vindo tomar café da tarde comigo e eu perguntei o que ele queria comer no jantar, imaginado que tudo seria normalmente igual aos dias anteriores, mas não foi.
Assim que ele saiu, fui ao banheiro e percebi uma manchinha de sangue, logo comecei a sentir uma dorzinha. Resolvi dormir um pouco para descansar, imaginei que eu tivesse exagerado em alguma atividade daquele dia.
Quando o João voltou a noitinha eu estava deitada e com muita dor.  Mesmo assim eu não achava que tinha chegado o dia.
Para mim, o ideal era que o Gui nascesse no dia 5 de outubro e não 30 de setembro. Que adianta ter planos? pra nada... o dia tinha chegado...
A dona Anália ficou comigo até que o João voltasse do colégio... ele não tinha terminado o Ensino Médio, embora estivesse com 23 anos.
Quando ele chegou, as dores estavam mais intensas, era hora de ligar para o médico.
O dr Luiz Antônio mandou a gente ir para o hospital que logo ele chegaria também. 
Eramos, eu, dona Anália e o João feito 3 tontos sem saber o que fazer e com medo... Seu Valdomiro nem se deu ao trabalho de ir conosco ao hospital. 
Deixamos um cheque na portaria (hoje é proibido por lei]) e subimos para a internação. 
Logo apareceu uma senhora pequenininha que se chamava Terezinha e se apresentou como parteira. Não posso classificá-la como uma pessoa agradável ou simpática... nunca mais tive o desprazer de reencontrá-la, mas o que vivemos naquele dia ficou guardado na minha caixa de memórias. 
Fui conduzida a uma sala para preparação... fui desagradavelmente depilada e me fizeram uma lavagem intestinal... então entra em cena a pequena Terezinha.
"O dr já está vindo e pediu para que faça um exame de toque para ver como está sua dilatação"
"Relaxe, vou introduzir meus dedos para ver como está."
"Nossa, vai demorar. Você não tem dilatação quase que nenhuma, ainda."
O toque foi de uma indelicadeza... ela me fez levantar e ir andando para o quarto, dizendo que isso me ajudaria a ter dilatação. 
Quando o dr chegou, repetiu o toque e constatou que não estava de acordo, mas as contrações estavam constantes, menos de 1 minuto entre elas... eu gritava de dor.
Fiquei algum tempo assim, até que o dr resolveu estourar a bolsa e forçar o parto
lá fui eu para a salinha de parto. A Terezinha ficava dizendo que eu tinha que forçar para que o bebê rompesse a bolsa..."Força"... "Força"... "Vamos, menina, faça força"...
Nada de consegui... então o Dr estourou a bolsa. E imediatamente se desesperou dizendo que precisava da sala de cirurgia. E eu ali parada sem saber o que acontecia... A Terezinha agora gritava para que eu não fizesse força... "Pare de forçar"... "Pare, menina! Seu filho não pode sair assim"
"Você quer que o seu filho morra?"
O Dr me explicou que havia um problema, que o cordão estava enrolado no pescoço do bebê e que se ele descesse, seria enforcado. Portanto era necessária uma cesárea... No corre-corre ele tentou auscultar o bebê e não conseguiu ouvir nada... Eu, a essa altura já estava em pânico e chorando. Implorei para que o Dr cuidasse da gente... o Dr Luiz Antônio era muto amoroso comigo... me sentia protegida por ele...
Já na sala de cirurgia, ainda ouvia a Terezinha berrando comigo... foi então que perdi minha paciência, me virei para ela e disse: "Cale essa sua boca, porque não estou forçando nada, ou você acha que eu faria alguma coisa pra prejudicar meu filho? Não há nessa sala alguém que queira mais do que eu que tudo acabe bem!" Não ouvi mais a voz dela nesse dia.  Só a ouvi novamente no dia seguinte quando foi até meu quarto me pedir desculpas porque ela estava nervosa na noite anterior. Desculpei e nunca mais a vi.
Depois do corre-corre tudo deu certo, a cirurgia correu direitinho, apesar de ter passado um pouco do tempo e o Gui ter ingerido liquido com mecônio.
Fui pro quarto e dormi até a manhã seguinte. Me trouxeram o pequeno bebê doze horas depois, e eu não sabia nem o que fazer. Ao mesmo tempo que queria cuidar dele, tinha medo. Eu e o João choramos muito quando ficamos só nós 3. 
Ganhei muitas flores, já no hospital... minhas amigas do trabalho foram me visitar, o Edvaldo mandou flores, parentes do João também apareceram por lá. 
O Gui nasceu nos primeiros minutos do dia 1º de outubro... se não no mesmo dia do pai, ao menos no mesmo mês.




Já dei bolo de novo, mas ontem acabei me entretendo com o Pedro. Ficamos brincando e vendo vídeos... quando ele me deu uma folga, eu precisava usar para descançar mesmo. Passamos o dia todo debaixo das cobertas. Acho que agora resolveu fazer frio de verdade.
Há pouco, fomos ao mercado...  o vento estava muito gelado. Tive que tomar o remédio quando cheguei. Meus ouvidos já estavam doendo novamente. Mas estou melhorando... Sinto isso!
Ontem digitei o nome do meu pai no google e como resultado fui direcionada ao Jusbrasil... li algumas coisas e pude ver que meu pai foi exonerado por corrupção envolvendo transporte ilegal de carne. Me lembro perfeitamente que tinhamos muita carne em casa, e embutidos também. Mas confesso que fiquei aliviada, pois eu achava que poderia ser com carga muito mais proibida... não era droga, graças a Deus. 
Acho que já escrevi que lá na casa do meu pais tinhamos os melhores e mais modernos objetos tecnológicos... Eu sempre desconfiei de que ele "ganhava" tudo isso.
Ontem vi que ele está se escondendo, a sua conta de luz estava em nome da minha irmã May Bell e que o oficial não conseguiu encontrá-lo no endereço... uma vizinha disse que ele está morando em Londrina... me parece que todos os mal caráteres do mundo estão morando por lá.
Eu achei incrível ter conseguido essas informações daqui de casa... não existe mais privacidade... a justiça está gradativamente se virtualizando e todos os processos estão a disposição de quem os quiser ver... por um lado isso é bom... mas para os criminosos é bem complicado... Todo mundo vai saber o que eles cometeram... Adeus as aparências... 
Ou somos de fato o que dizemos ser, ou a internet vai nos desmentir... isso é ótimo!
Vou continuar pesquisando. Quero encontrar mais coisas sobre meus ancestrais... vou traçar um perfil deles... mas tenho que admitir que começo a entender que ter saído de lá me fez mais bem do que mal.



sexta-feira, 6 de julho de 2012

Tocou essa música no filme... tenho uma saudade danada do tempo em que eu ia aos cultos na igreja presbiteriana e cantava... Essa canção mexia de forma profunda comigo... me arrepiava toda...
Coisas boas também ficaram no passado.
Me lembro do Rhory ter me pedido para gravar um cd com músicas do Adhemar de Campos e eu voltar a ouvir a canção depois de tantos anos... a música mexe intensamente comigo...

Título da postagem

 



Hoje pela manhã coloquei música em som alto para ouvir, eu gosto muito... 
Não sei exatamente quando comecei a gostar de MPB, mas verdade é que amo esse tipo de música.
Durante alguns anos me recusava a ouvir outra coisa que não fosse MPB... hoje em dia estou mais maleável. Consigo ouvir rock clássico, rhythm e blues... mas continuo implacável com funk e axé... 
Pra mim, uma música só é boa se a letra é boa... se o cantor é bom...
Aliás quero deixar bem claro que qualquer música que posto aqui tem uma profunda ligação comigo, no momento que estou vivendo ou que já vivi.
Se meu neto for de fato escrever o livro, quero que cuide especialmente desse detalhe.
Estamos vivendo um momento em que as músicas fazem sucesso pelo ritmo... suas letras, ou não dizem nada, ou falam putaria... já chega que tenho que conviver com pessoas assim... me dou o direito de pelo menos escolher minhas músicas.
A música do vídeo acima é do Flávio Venturini... o artista que mais gosto.
Estava pensando sobre nossos gostos. Como será que as pessoas estabelecem seus gostos? Por que deixamos de gostar de algumas coisas e passamos a gostar de outras? 
Vou ler algumas coisas sobre isso... depois faço um resumo.

Tive que tomar remédio ainda hoje... dor e calafrios... espero que amanhã esteja melhor.
Preciso parar... o Pedro ainda não dormiu e está passando um filme interessante:   Quanto vale ou é por quilo? - Sérgio Bianchi

 Lazaro Ramos está entre os atores que gosto muito... um trecho do filme.

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Estou melhorando, mas ainda tive febre hoje a tarde.
O Pedro está aqui do meu lado, tentando dormir... nem ele consegue dormir, nem eu consigo escrever... Ele sente falta dos irmãos... os meninos falam com ele ao telefone, todos os dias...
Depois que conversam, vejo que ele fica mais tranquilo.
Ele está numa fase lindinha, fala e a gente não entende... repete e continuamos não sabendo... Daí ele nos pega pela mão e nos leva até o que ele quer. 
Apesar de estar grudado comigo o tempo todo, não pegou gripe... é um menino saudável.
Come de tudo, em boa quantidade...
Se interessa por leitura. 
Não me lembro se escrevi aqui que esses dias o Fernando estava lendo e o Pedro repetia... uma graça de vê-los sentadinhos no sofá, um ao lado do outro lendo.

Hoje fiquei esperando uma amiga e uma vendedora de roupa que não vieram. A amiga se convidou para tomar café e mesmo assim não veio... pior é que nem me ligou para avisar ou se desculpar... mas o que me faz escrever isso é a minha sensação de angústia pela espera... oras não tenho o menor interesse na presença delas, mas ter que esperá-las me causou algo ruim... fiquei ansiosa... pouco, mas fiquei.
Aí, sentada no sofá ficava atenta aos barulhos de fora... parei várias vezes o que estava fazendo para olhar pela janela... é uma sensação que me irrita... como já tinha passado demais da hora normal, tomei um chá e fui tomar banho... peguei o bolo e levei na casa da minha vizinha... fiquei lá com ela e pronto... 
Sou ansiosa com tudo... relatei isso para demonstrar que até coisas idiotas me deixam assim.

Ontem, Fiquei meio chateada com uma colega.
Ela tem uma filha adolescente que tem uma bebê cujo pai não lhe paga pensão. Então a colega estava nos contando que ela só está esperando o dia dele ser preso. Eu perguntei se ela já tinha entrado com o pedido da pensão... ela disse que não e eu, achando que estava ajudando a esclarecer um equívoco disse que no caso dela não ter entrado com ação de alimentos, não tinha como ele ser preso... recebi uma resposta tão grosseira... por que será que não aprendo a não conversar com gente tão grossa??
A colega deu uma resposta em voz alterada: "falar é fácil, difícil é estar na situação... eu queria ver o que fariam se estivessem na minha  situação"
Ah tá, o fato de eu não expor minha vida pra todo mundo não me faz uma alienada falando de coisas que não tenho nem noção... respondi apenas: "falo porque vivo na pele essa emoção"
Não houve mais nenhum diálogo...
É como digo sempre: quanto mais se berra, menos se tem a falar
O dia de ontem foi pesado... conselho de classe o dia todo... muito falatório que não vai dar em nada e  a hipocrisia correndo solta. 


quarta-feira, 4 de julho de 2012

Continuo doente, mas agora estou de férias e isso é o que importa!
Amanhã quero falar sobre alguns problemas da escola.

terça-feira, 3 de julho de 2012

Estou em contagem regressiva para as férias, não que eu não goste do meu trabalho, mas minha garganta está muito ruim e me sinto cansada... preciso dormir até as 10 horas ao menos um dia. 
Não será um tempo longo, na verdade será uma semana e meia, mas ao menos é uma semana e meia. 
Hoje comprei própolis... extrato e spray... ou melhoro dessa garganta ou melhoro... mas mesmo assim vou marcar uma consulta com um otorrino, tenho tosses horríveis no inverno...

preciso usar as férias pra ver o que faço em relação a palhaçada do Rhory... agora ele resolveu não pagar mais pensão... Me dá uma raiva de saber que  ele não se preocupa nem em cumprir sua obrigação financeira com o Pedro...

Fico imaginando como vai ser quando o Pedro perguntar pelo pai ou quando tiverem os preparativos dos dias dos pais ou ainda quando ele sentir inveja dos irmãos que têm um pai presente... 

Muitas vezes preciso pedir perdão a Deus pelos sentimentos que me afloram... não quero me destruir com sentimentos negativos... 
Sei que Deus, a seu tempo, vai conduzir cada passo e que não há necessidade de sofrer por antecipação.

O Gui e o Fê já estão na fazenda... nos falamos diariamente... eles estão felizes... e eu estou feliz por eles...

domingo, 1 de julho de 2012

Faz alguns dias que não escrevo. Primeiro por que estou cheia de coisas da escola para fazer. Últimos dias do bimestre. O outro motivo é que não me sinto motivada para escrever.
Por incrível que pareça nesses dias, não tenho vontade de escrever. Eu já tinha uma leve impressão de que isso poderia me acontecer. Se não estou em crise, meu passado não me machuca. Me parece muito maluco, mas estou concluindo que se estou passando por problemas, meu passado vem pra ajudar a me deixar mais para baixo ainda. Vou tentar refletir melhor sobre isso.
Quando chegar a algo mais concreto, vou colocar em palavras. 
Sexta, quando estava chegando no Jd das Araucárias, olhei para cima e vi uma árvore de nêsperas. Como é interessante o que me acontece frequentemente em relação a observação. Passo várias vezes por um mesmo lugar e não percebo alguns detalhes que muitas vezes são óbvios.Quando os percebo fico admirada por não ter percebido antes. É estranho isso, pois sou muito detalhista e pego as coisas rápido... como me escapam algumas coisas? Esse meu cérebro é meio estranho...
Voltando as nêsperas: 
Frutinha meio feiosinha de cor amarela. Faz poucos anos que descobri que se chamavam nêsperas e que são frutas do inverno. Na minha infância, se chamavam ameixas amarelas e eram deliciosas. E elas me remetem ao Parque Pinheiros.
Essa frutinha é muito comum aqui na nossa região. Mas diferente do que estão aparecendo na foto, as "criolas" são manchadas e tem uns pelinhos, iguais aos do pêssego. Quando verdes. são extremamente ácidas e quando maduras são bem docinhas.
 Não sei se meu primeiro contato com as nêsperas foi no Parque Pinheiros, mas é a ele que minha memória remete. Era um condomínio muito grande, tinha até escola e eu e a Gisele frequentávamos.
Eu tinha cinco anos nessa época.Sei isso, porque foi alí que tive sarampo. Era 1980.
Sobre o sarampo falo outra hora.
Essa foto tirei do google earth. Da minha memória tenho outra imagem da entrada, mas são 31 anos que me afastam do Parque Pinheiros. 
Vivi feliz nesse lugar, me lembro de passear no bosque, comer frutas do pé e levar uma mordida de cachorro na palma da minha mão. Tenho a cicatriz até hoje. 
Da escolinha não lembro da professora, mas das historinhas que ouvia e dos lanches me lembro bem. Outra coisa que me ocorreu é que eu não queria ir para a escola, não me lembro disso de fato, só lembro da Marion falando que eu inventava que estava com dor de cabeça para não ir à escola. Pode sr verdade, mas não sei, afinal eu gostava muito dos passeios e das historinhas. 
Quando íamos ao bosque, seguravamos em uma corda, meninos de um lado e meninas do outro. Tinha um menininho chamado Rodrigo que sempre queria ir ao meu lado.
Fui anjinho em uma peça de natal, fiquei horas com bobes no cabelo e quando soltaram, era como se não tivesse feito nada. Meu cabelo era super escorrido e pesado. Acho que essa foi a primeira vez que fui ao cabeleireiro para fazer algo diferente. 
Da apresentação não me lembro nada.
Do apartamento lembro que não era muito grande, a cozinha era escura. e meu quarto ficava de frente com a cozinha. 
Me  lembro de ter comido rabanada ali, algumas vezes. 
Um dia, quero ir passear nesse lugar para recordar.
Uns 4 anos atrás fui visitar a vó Gilda e andei pelo Alto da Glória, passei em frente ao colégio que estudei, ao Sidarta, a loja Pequenas Coisas e entrei no Mercadorama. Eu estava sozinha e pude me deter as sensações que todos esses ambientes etavam me causando. Sinto saudade dos lugares e das pessoas que fizeram parte do meu passado. 
Quando me apresentei para a dona da loja Pequenas Coisas, ela me disse que se lembrava perfeitamente bem de mim, e eu dela... quando saí, chorei...
Não sei nada do que aconteceu com ela durante os 20 anos entre nosso último encontro e o reencontro, mas para mim era como se o tempo não existisse e eu ainda era a menininha que corria na lojinha para comprar porcarias com o dinheiro que o vô Horst sempre me dava. São essas pequenas coisas da vida que me fazem falta... eu poderia ter crescido e me tornado amiga dela, mas sempre fui retirada da cena...
O nome da loja me parece uma metáfora interessante agora... certamente seu nome tenha sido escolhido pelo literal mesmo... é até hoje uma loja que vende de tudo desde que seja de tamanho pequeno... Vou achar uma foto de lá agora!
Putz, esse google é foda mesmo... consegui a foto do lugar  em menos de 3 minutos.
Ninguém mais se esconde nessa terra... 
 Pequenas Koisas, com K, porque será? Eu certamente perguntei para os donos, mas não me lembro do que responderam. Eu só sei deles que tinham um filho e trabalhavam em família. Legal é saber que permanecem alí por tantos anos e depois de tantas mudanças. 
Estou procurando outras coisas no google, vou ficar por horas entretida com isso, já posso imaginar...
Vou ilustrar meus textos com fotos dos locais, sempre que puder...

PS. Algumas informações foram acrescidas quando eu já tinha terminado o texto. As memórias resolveram aparecer tardiamente... hoje dei uma chance para elas, mas nem sempre volto para escrever as coisas que me apareceram depois.