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quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Cheguei de Ponta Grossa, mal tive tempo de descansar  e fui bordar... terminei a toalhinha... ficou muito fofa... quase que tenho vontade de voltar a bordar... não devo, no entanto.
A posição que permaneço por muito tempo me gera uma dor de cabeça horrível.
Então bordo as vezes... só em ocasiões especiais...
O dia foi tranquilo...
Marquei o exame para o começo do mês que vem...
Estou faltando muito na escola... que pena para os alunos... Mas é assim que tem que ser... 
Combinei com alguns alunos de assistir o desfile... e vou...
Não quero desfilar...
Como é engraçado... perdi todo o tesão de participar disso, que me dava tanto orgulho antes. 
Minhas amigas ficam me aconselhando a pedir remoção, mas não vou pedir...
Gosto da escola e tenho certeza que o tempo vai vencer e logo passa essa fase.

Estou cansada...



Casinha Branca - Gilson
Gosto especialmente dessa canção


Casinha Branca

Tenho andado tão sozinho ultimamente
Que nem vejo a minha frente
Nada que me dê prazer
Sinto cada vez mais longe a felicidade
Vendo em minha mocidade
Tanto sonho perecer...
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer...
Às vezes saio a caminhar pela cidade
À procura de amizades
Vou seguindo a multidão,
Mas eu me retraio olhando em cada rosto
Cada um tem seu mistério
Seu sofrer, sua ilusão...
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer...
Eu queria ter na vida simplesmente
Um lugar de mato verde
Pra plantar e pra colher
Ter uma casinha branca de varanda
Um quintal e uma janela
Para ver o sol nascer...

Me emociono quando ouço. Essa canção me carrega imediatamente a minha infância, embora retrate o que penso e sinto hoje. Minha casinha branca é uma metáfora para vida simples. Em tempo oportuno falo disso...

Comecei a ler o novo livro do Pe Fábio de Melo... coisa mais maravilhosa... são contos de orfandade... li e chorei já no primeiro... sempre que leio Fábio de Melo me sinto ouvindo o próprio sussurrando o texto no meu ouvido... 
Acabo de lembrar que ainda não escrevi o recadinho no outro livro... aí ai ai... imagina a decepção do neto-leitor se não encontrar a dedicatória... vou escrever e vou cuidar para que ele chegue na velha prateleira que ainda nem é tão velha assim.

Vou assistir um filme e dormir... maravilha estar em paz!









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