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terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Comecei o dia lendo um ensaio sobre política e já estava pensando em ser esse o assunto para hoje, mas como odeio política e estou de férias, fui fazer artesanato... e artesanato tem a delicadeza de me tirar do ruim, do incomodo, do vazio. Passei o dia curtindo a alegria de estar bem. Não seria justo estragar algo bom com assunto tão desagradável.
Como não sou de ferro, vencida por meu vício (meus vícios sempre me vencem) vim jogar. Dando uma rápida olhada nas redes sociais, me deparei com uma foto de Bruna Lombardi. Parei.
A foto era pequena, uma divulgação de um novo filme. Algo como hipnotizada pela beleza, cliquei na foto para ampliá-la. Não obtendo o resultado desejado comecei uma rápida busca por ela no google. Por que fiz isso?
 Porque ao vir a foto, imediatamente pensei: Quando ficar velha quero ficar como ela. Uma mulher lindíssima com 60 anos. Mas como o que eu vejo é só um reflexo do todo que existe, minha busca me levou à Bruna Lombardi poetisa. Jamais imaginei que ela era algo mais do que uma atriz lindíssima. 
Li alguns de seus textos e vou ler muitos outros. 
Definitivamente, quero ser como ela. Não mais pela beleza, sei bem que não chego-lhe aos pés, mas por aquilo que defendo e prezo em mim e que poucos enxergam e eu enxerguei nela: A SENSIBILIDADE.
O texto que escolhi, foi casualmente escolhido. Ao menos entre os que casualmente me caíram nas mãos. Se é que existe casualidade nessa vida.



Preciso sair um pouco da toca e ver o mundo... vou lanchar com o Pedro.

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