Artesanato é ansiolítico natural...
Pedro doente...
Falta no trabalho...
Frio...
Dia chato!
Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
terça-feira, 5 de novembro de 2013
A aventura na academia...
Um ex-aluno que deve estar no 2º ano de faculdade seria meu instrutor. O que a mim já não soou adequado, nem confortável.
Comecei falando da minha fratura e tentando estabelece uma relação que até aquele momento teria que ser duradoura.
Depois de responder algumas vagas perguntas e tentar convencer a Vilmara de me acompanhar na musculação, fui para um aparelho de caminhada. Não esteira, nem bicicleta: Um misto dos dois. 15 minutos. Até aí dava para aguentar.
Meu celular e minha carteira eram uma preocupação a mais. Depois do primeiro aparelho fui conferir se estava tudo bem com eles.
O menino-instrutor me chamou para uma série de alongamentos. Me pediu para olhar um cartaz com uma sequência de exercício e me mandou executar todos eles. E saiu de perto de mim. Fiquei eu, as barras e dois homens que me observavam boiar. Não ousei olhar para eles. Tentei segurar na barra para fazer meu primeiro exercício. Contei até 12. Peguei minha ficha, deixei no balcão da recepção, coloquei o dedo indicador no leitor que prontamente me deu sinal verde: Eu estava livre. Fui embora com a intenção de voltar em breve, ao menos para recuperar meu dinheiro.
Resumindo: Detestei...
Me ligaram da escola do Pedro no meio da tarde. Meu pequeno estava com diarreia. Fui buscá-lo. A Ju me levou, ainda bem. Quando o vi, percebi que estava todo angustiado. Abracei-o e senti que segurava o choro e fez assim até coloca o pé para dentro de casa. Chorou sentido, abraçado a mim. Tomou um banhinho e logo estava mais animadinho. Tomou remédio, mas agora está com febre. Acredito que seja virose. Ontem o Fê reclamou de dor na barriga.
Amanhã cedo tenho que ir ao colégio, mas se o Pedro não melhorar, terei que levá-lo ao médico.
Esses dias têm sido bastante corridos. Preciso dar aula, preciso cuidar do filho, preciso ser mais que uma...
Preciso de mais descanso.
O Gui falou comigo igualzinho seu pai falava. Detestei... mas diferente de todas as outras vezes, não falei nada, apenas saí de perto. Preciso achar um jeito mais eficaz de fazê-lo entender que toda essa grosseria vai prejudicá-lo tanto quanto fez ao seu pai. Por enquanto prefiro restringir os diálogos ao mínimo. Quero que veja que me magoou muito...
Quase terminando de ler o Adeus China...
Quero entender mais sobre o comunismo Chinês...
Um ex-aluno que deve estar no 2º ano de faculdade seria meu instrutor. O que a mim já não soou adequado, nem confortável.
Comecei falando da minha fratura e tentando estabelece uma relação que até aquele momento teria que ser duradoura.
Depois de responder algumas vagas perguntas e tentar convencer a Vilmara de me acompanhar na musculação, fui para um aparelho de caminhada. Não esteira, nem bicicleta: Um misto dos dois. 15 minutos. Até aí dava para aguentar.
Meu celular e minha carteira eram uma preocupação a mais. Depois do primeiro aparelho fui conferir se estava tudo bem com eles.
O menino-instrutor me chamou para uma série de alongamentos. Me pediu para olhar um cartaz com uma sequência de exercício e me mandou executar todos eles. E saiu de perto de mim. Fiquei eu, as barras e dois homens que me observavam boiar. Não ousei olhar para eles. Tentei segurar na barra para fazer meu primeiro exercício. Contei até 12. Peguei minha ficha, deixei no balcão da recepção, coloquei o dedo indicador no leitor que prontamente me deu sinal verde: Eu estava livre. Fui embora com a intenção de voltar em breve, ao menos para recuperar meu dinheiro.
Resumindo: Detestei...
Me ligaram da escola do Pedro no meio da tarde. Meu pequeno estava com diarreia. Fui buscá-lo. A Ju me levou, ainda bem. Quando o vi, percebi que estava todo angustiado. Abracei-o e senti que segurava o choro e fez assim até coloca o pé para dentro de casa. Chorou sentido, abraçado a mim. Tomou um banhinho e logo estava mais animadinho. Tomou remédio, mas agora está com febre. Acredito que seja virose. Ontem o Fê reclamou de dor na barriga.
Amanhã cedo tenho que ir ao colégio, mas se o Pedro não melhorar, terei que levá-lo ao médico.
Esses dias têm sido bastante corridos. Preciso dar aula, preciso cuidar do filho, preciso ser mais que uma...
Preciso de mais descanso.
O Gui falou comigo igualzinho seu pai falava. Detestei... mas diferente de todas as outras vezes, não falei nada, apenas saí de perto. Preciso achar um jeito mais eficaz de fazê-lo entender que toda essa grosseria vai prejudicá-lo tanto quanto fez ao seu pai. Por enquanto prefiro restringir os diálogos ao mínimo. Quero que veja que me magoou muito...
Quase terminando de ler o Adeus China...
Quero entender mais sobre o comunismo Chinês...
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
Enquanto você
Se esforça pra ser
Um sujeito normal
E fazer tudo igual...
Se esforça pra ser
Um sujeito normal
E fazer tudo igual...
Eu do meu lado
Aprendendo a ser louco
Maluco total
Na loucura real...
Aprendendo a ser louco
Maluco total
Na loucura real...
Controlando
A minha maluquez
Misturada Com minha lucidez...
A minha maluquez
Misturada Com minha lucidez...
Podando a cerca viva que está ficando cada dia mais bonita...
Hoje me emocione assistindo Um novo Despertar
Gostei muito...
O Gui ganhou uma medalha de ouro no downhill. Fiquei tão contente por ele. Vê-lo colher os frutos de seus sonhos é algo muito bom.
Ele me pediu para que eu o ajudasse a escrever uma frase no Facebook.
Ele passou o dia todo falando sobre o assunto, mas hoje deixei ...
Muitas vezes ele comenta comigo que o pai não o apoia e eu explico o quanto não deve ser fácil para o pai ver que o filho, corre atrás dos sonhos.
Não tenho muito mais que isso para dar para meus filhos, mas lhes abro os olhos para os sonhos e as possibilidades de realizá-los. Quero que vejam que se eles querem alguma coisa, devem correr atrás. Ainda que eu não concorde ou tenha medo, como no caso do downhill...
Sei que esse apoio hoje está fortalecendo nossos laços de confiança e cumplicidade que serão tão úteis no futuro das escolhas mais sérias da vida.
Seu pai não teve esse apoio e sente por isso.
Fico feliz de poder fazer dos meus filhos, Homens.
sábado, 2 de novembro de 2013
"Né que é meu pai e não do Gui, mãe? Né mãe?"
"É meu pai, Gui."
Não, Pedro, é do Gui... (breve silêncio)Vamos falar de outra coisa?
Nem Gui, nem Fê falaram nada.
Nem um de nós gosta desse assunto. Estávamos felizes indo almoçar fora... pensamentos ruins não combinam conosco... E o Pedro logo engatou uma de suas gracinhas e a nuvem preta se foi.
Não é fácil. Ainda nos é constrangedor, mas não deixo que essas perguntas tomem proporções maiores. Não quero que estraguem nossos dias.
Não devem estragar... Elas já deixaram de ser dor e se transformaram em uma breve irritação. Logo serão absolutamente nada... Eu estou fazendo as lições direitinho. Minha psicóloga vai gostar do meu progresso.
Eu gosto do meu progresso...
"É meu pai, Gui."
Não, Pedro, é do Gui... (breve silêncio)Vamos falar de outra coisa?
Nem Gui, nem Fê falaram nada.
Nem um de nós gosta desse assunto. Estávamos felizes indo almoçar fora... pensamentos ruins não combinam conosco... E o Pedro logo engatou uma de suas gracinhas e a nuvem preta se foi.
Não é fácil. Ainda nos é constrangedor, mas não deixo que essas perguntas tomem proporções maiores. Não quero que estraguem nossos dias.
Não devem estragar... Elas já deixaram de ser dor e se transformaram em uma breve irritação. Logo serão absolutamente nada... Eu estou fazendo as lições direitinho. Minha psicóloga vai gostar do meu progresso.
Eu gosto do meu progresso...
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