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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

O dia de ontem foi bem pesado, nada combinando com o que deve ser um aniversário de qualidade. Mas aos 38 anos não se deve mais criar expectativas coloridas sobre uma data que mais triste do que feliz se apresenta.  Envelhecer é a arte de driblar os próprios preconceitos.
Ainda assim, imaginei um dia mais agradável e menos melancólico.
No entanto era ele que estava preparado para mim, só me restou vivê-lo.
Pela manhã, reunião pedagógica... mesmas discussões, mesmos argumentos, mesma ignorância, mesma baixaria disfarçada de brincadeirinha de "amigos". Cansada disso!
Cheguei em casa e o Pedro estava dormindo. Pronto: doente de novo! E realmente muito doente. Molinho, até.
Não podia levá-lo ao médico naquele momento, pois meus alunos combinaram de vir aqui, comemorar comigo e vieram. Pausa do dia ruim para curtir a alegria dos adolescentes.

Eles se foram e eu levei o Pedro ao médico. Desespero de mãe: filho com febre que não cede.
A espera foi interminável.
Medicamento: Benzetacil na bunda.
Tadinho!
Febre nada de baixar.
Quando coloquei os pés em casa, Minhas amigas chegaram. Outra parada para receber um pouco de alegria. 
Ficamos horas conversando... foi bom!

Agora ao ver os recadinhos dos amigos pelas redes sociais, me emocionei e fui as lágrimas.
De certa forma não tenho o que lamentar nessa vida. 
O que ganhei da vida é o que plantei nela e me orgulho disso...
Feliz apesar de estar com 38 anos!
Pedro com dor no bumbum, mas melhor da amidalite... ufa!



Menino da vó, estou um ano mais próxima da sua chegada...

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