Estou melhorando a cada dia, e isso me faz feliz...
Tenho conseguido ver minha ansiedade nitidamente. E percebo agora o quanto fui frágil esses meses todos.
Tenho vergonha de ter estado assim.
Domingo voltei para a igreja e ver o Fernando junto comigo lá na frente orando foi uma das coisas mais prazerosas que vivi na vida. Saber que meu filho me ama e se preocupa comigo, mesmo com tão pouca idade para compreender as doenças da alma...
Agora estou pronta para fechar portas...
E não correr atrás dos restos que nem mesmo os porcos comem...
Com o tempo vou arrumando todas as coisas...
Mas preciso de uma dose cavalar de amor próprio para me aceitar como estou...
Estou começando a sentir uma amizade bonita nascendo entre mim e meu pai.
O Paulo morreu... tão querido... tão jovem.
A vida é mesmo estranha.
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