Claro que os acontecimentos do fim de semana não ficariam apenas no nível da alienação parental. Claro que não. Ter um vislumbre de que eu estou bem, faz todo amor enrustido na mente doente do joão se transformar em ódio. Pois que venha. Eu te aguento bicho doente. E a leveza de estar livre, me dá a força para enfrentá-lo.
Estou longe, muito longe de me sentir triste. A ele todo meu desprezo.
Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
Venha escrever você.
Eu, nesse momento, estou apenas atuando no modo necessário... não consigo pensar grandes coisas, nem fazer uma frase com sentido... toda a força está em levantar e trabalhar...
Tenho lutado bravamente para acordar e para dormir...
Não tenho mérito algum...
As constantes dores de cabeça se dão pelo excesso de tecnologia... estou enlouquecidamente jogando... os jogos me tiram da realidade por algum tempo... e eu fico neles para que esse tempo se prolongue por maior tempo possível...
Meus alunos me ajudam... os especiais de maneira especial... me emociono por ter meus filhos do coração cuidando de mim... cada um a sua maneira...
Quero poder agradecer a cada um num tempo próximo.
Mas por hoje só quero ficar quietinha...
Me desculpem pelo casulo temporário...
Preciso dele...
Tenho dor...
Agora paro porque o restinho de força tenho vai direto para fazer a tarefa com o Pedro. Meu docinho que me abraça quando choro me dá mais do que posso suportar e então choro mais...
Então enxugo as lágrimas e vou lá... não tenho o direito de ser casulo com meus filhos...
Eu, nesse momento, estou apenas atuando no modo necessário... não consigo pensar grandes coisas, nem fazer uma frase com sentido... toda a força está em levantar e trabalhar...
Tenho lutado bravamente para acordar e para dormir...
Não tenho mérito algum...
As constantes dores de cabeça se dão pelo excesso de tecnologia... estou enlouquecidamente jogando... os jogos me tiram da realidade por algum tempo... e eu fico neles para que esse tempo se prolongue por maior tempo possível...
Meus alunos me ajudam... os especiais de maneira especial... me emociono por ter meus filhos do coração cuidando de mim... cada um a sua maneira...
Quero poder agradecer a cada um num tempo próximo.
Mas por hoje só quero ficar quietinha...
Me desculpem pelo casulo temporário...
Preciso dele...
Tenho dor...
Agora paro porque o restinho de força tenho vai direto para fazer a tarefa com o Pedro. Meu docinho que me abraça quando choro me dá mais do que posso suportar e então choro mais...
Então enxugo as lágrimas e vou lá... não tenho o direito de ser casulo com meus filhos...
domingo, 14 de setembro de 2014
As coisas já não são mais as mesmas.
A falta das sempre mesmas lágrimas posteriores nos ajuda a entender que as coisas estão mudando.
Isso é obra minha?
Não...
Quando as coisas estão nas mãos de Deus, tudo se torna ao menos suportável.
Fico feliz de saber que não sou eu que estou no comando...
Estou em paz...
Estou bem...
E se estou bem, tudo está bem!!
A falta das sempre mesmas lágrimas posteriores nos ajuda a entender que as coisas estão mudando.
Isso é obra minha?
Não...
Quando as coisas estão nas mãos de Deus, tudo se torna ao menos suportável.
Fico feliz de saber que não sou eu que estou no comando...
Estou em paz...
Estou bem...
E se estou bem, tudo está bem!!
domingo, 7 de setembro de 2014
Sabe o que eu pediria ao Gênio da lâmpada, caso o encontrasse hoje?
Pois é. Hoje, tudo o que quero é não ser eu.
Não quero mais passar as noites insones sofrendo porque não tenho o amor na mesma medida que distribuo.
Não quero mais que me julguem, quando tudo que eu preciso é que me abracem.
Não quero mais ser forte. As pessoas me vêm como um ciborgue.
Quero sair sem hora para voltar e ficar na rua vendo o mundo sem ser vista por ele.
Hoje, só por hoje, eu não queria existir.
Mas eu não tenho esse direito e nem essa vontade real.
Tudo isso que estou sentindo vai dando lugar a bons sentimentos e pessoas que de alguma forma ainda se esforçam para me enxergar.
Saber que meus pequenos me amam de uma maneira pura vai exigindo de mim uma atitude de amor.
Enxugue as lágrimas...
Tudo estará melhor...
Algum dia,
estará melhor...
Pois é. Hoje, tudo o que quero é não ser eu.
Não quero mais passar as noites insones sofrendo porque não tenho o amor na mesma medida que distribuo.
Não quero mais que me julguem, quando tudo que eu preciso é que me abracem.
Não quero mais ser forte. As pessoas me vêm como um ciborgue.
Quero sair sem hora para voltar e ficar na rua vendo o mundo sem ser vista por ele.
Hoje, só por hoje, eu não queria existir.
Mas eu não tenho esse direito e nem essa vontade real.
Tudo isso que estou sentindo vai dando lugar a bons sentimentos e pessoas que de alguma forma ainda se esforçam para me enxergar.
Saber que meus pequenos me amam de uma maneira pura vai exigindo de mim uma atitude de amor.
Enxugue as lágrimas...
Tudo estará melhor...
Algum dia,
estará melhor...
sexta-feira, 5 de setembro de 2014
"A dor só vira palavra escrita depois de respirar dentro de cada um como pesadelo."
Adoro começar um livro que já no prefáco me joga uma frase de impacto.
Se a dor da gente é muito grande é preciso procurar histórias de dores maiores. Sentir diminuída a própria dor é fácil vencê-la.
Eis o porquê e a razão de que gosto tanto dos livros de drama reais...
Calma, nobre leitor, não estou às minguas emocionais. Aqui tudo está tranquilo... a escolha do livro, nesse caso, se deu pela leitura do dossiê Super desse mês... sou fascinada pelos estudos da psiquiatria, sempre fui. Desde criança queria ser médica para trabalhar como psiquiatra. Por que não o fui?
As aulas de anatomia me seperaram definitivamente dessa área.
A mente humana me cativa, mas a morte me assusta... Tenho medo!
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