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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

"Queridos amigos, vou confessar duas coisas importantes para vcs hj, na verdade é um desabafo. A primeira é que nunca rejeito alguém q me add, se quer ser amigo no face é pq quer ser meu amigo, saibam também que a maioria de meus amigos são alunos, professores ou funcionários do Colégio Amanda, o qual sou diretora e por isso vou contar para vcs que qdo voltei de viagem das férias estava decidida a desistir do cargo pq algumas pessoas desagradáveis fizeram coisas "desagradáveis" no ano passado para me desanimar e saibam que quase conseguiram. Então conversei com algumas pessoas que confio muito, inclusive minha chefe, e pedi opiniões e após ouvir e refletir que fui muito bem votada na eleição para diretores em 2011, que inúmeras pessoas gostaram do meu trabalho ao fazer muitas melhorias no colégio e que confiam em mim, resolvi continuar nesta luta, e quero dizer para vcs que farei algumas mudanças e que não vou desistir, pq as pessoas que me apoiam: excelentes professores, excelentes alunos e excelentes funcionários, que são muitos, não merecem que eu desista. É isso pessoal, vou continuar, e se concordarem com minhas propostas vamos melhorar ainda muito mais o ensino no querido colégio AMANDA. Obrigada, um abraço!" ( esse belo texto foi postado no facebook pela diretora do colégio que eu trabalho, no dia 26 de janeiro)





Embora esse mesmo discurso de "pensei em largar tudo" já tenha sido usado algumas outras vezes pela mesma competente e digna senhora, esse em especial me põem em cena
Bem, não preciso nem dizer que as pessoas desagradáveis me incluem e as coisas "desagradáveis" também foram feitas, boa parte, por mim - tudo o que fiz está relatado aqui entre os meses de agosto e dezembro do ano passado. Infelizmente dizer e fazer o que é certo não agrada muito os que andam na contramão da transparência e clareza de ações e atitudes.    
Desde ontem eu estou aqui pensando que retornar ao trabalho não será tarefa muito fácil. Não por essas palavras ditas acima, mas por atitudes que estão se pré-exibindo. Já sei que as bombas foram colocadas e vou pisar num campo minado. 
Definitivamente não era esse retorno que eu esperava, mas se é ele que tenho... ok
Vou com a consciência tranquila e com certeza de estar correta nas minhas atitudes. 
Estamos na democracia de 2013, não no nordeste dos coronéis dos séculos passados. Podemos e devemos ter opiniões confrontantes e delas tirar ações construtivas e criadoras, não destrutivas e demolidoras. 
Não precisamos e não devemos ser amigos, afinal entre amigos, inegavelmente, nasce uma cumplicidade e uma troca de favores que nada contribuem, pelo contrário destroem o crescimento da educação que tanto almejamos.
Ao escrever sobre isso me vem a mente a imagem de um dos livros de Lima Barreto ou Aluísio de Azevedo, não sei precisar exatamente o livro nem o autor agora, mas isso não tem a menor importância. O  relevante é a cena das mulheres que iam lavar suas roupas nos rios e alí ficavam brigando  em público assuntos tão íntimos e particulares, confundindo o público do privado. Mostrando toda sua degradação para o povo, que de camarote, assistia a tudo sem entender praticamente nada, estando alí só pelo espetacular show de gritos, ofensas, socos e unhadas que misteriosamente prendem a atenção dos expectadores passivos até hoje.
As diferenças expostas em público, envolvendo muitas pessoas e convidando outras tantas a se posicionar numa guerra de gentinha. Que coisa mais deplorável e deselegante.   
A essa pessoa todo o meu desprezo.
Aos meus alunos e colegas meu sempre respeito.
A mim todo o meu caráter.


Que venha o ano letivo de 2013!









terça-feira, 29 de janeiro de 2013


Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento.
Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas. Provérbios 3:5-6


Sem  mais nada pra dizer... 




And I had a feeling that I belonged
And I had a feeling I could be someone, be someone, be someone

sábado, 26 de janeiro de 2013


"Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você se conhece mas não conhece o inimigo, para cada vitória ganha sofrerá também uma derrota. Se você não conhece nem o inimigo nem a si mesmo, perderá todas as batalhas..."
Sun Tzu


Essa foi a frase da contracapa que me chamou a atenção para o livro que estou lendo: A arte da guerra. Já vi inúmeras citações desse livro em outros que já li. Não posso defini-lo como uma leitura agradável. A mim parece um exagero, até loucura. Sou muito mais adepta da paz do que da guerra, mas frases soltas, iguais as que li em outros livros, lidas no seu sentido conotativo, trazem bastantes ensinamentos. Não vou deixar na velha estante, quero leituras 100% boas para meu neto-leitor. Mas se ele for um fanático por leitura vai acabar encontrando por si só.
Enquanto leio, a imagem que me vem a mente é do tabuleiro de War. Quem já jogou sabe o quanto é interessante.



Quando adolescente, joguei muito com o Lauro e a Adriana (já falei deles algum tempo atrás), Tínhamos um objetivo a alcançar que deveria sempre ficar escondido conosco. Algo como: Conquiste 2 continentes e mais 3 países, ou ainda conquiste 24 territórios e ainda mais, destrua os exércitos pretos, ou verdes ou amarelos, etc. Nunca gostei de jogar pelo meu objetivo sorteado, meu objetivo mental era sempre conquistar o mundo todo, era assim que o Lauro pensava e ficávamos horas e horas "guerreando" nos dados até um vencer o outro. Assim aprendi a perder. Perdi muitas vezes. Sei perder. 
Aprender a perder é a regra principal para aprender a ganhar. Nunca mais joguei War. Comprei um aqui para casa, mas os meninos estão numa outra era... não jogam mais jogos de tabuleiro, preferem as plataformas digitais. Eu também tenho me cedido a elas. 
Minha mais nova mania é um joguinho que você precisa somar um determinado número para poder eliminar os bloquinhos. Inicialmente os números são baixos, mas logo eles vão aumentando e é preciso ser bom em tabuada e soma.


 Já vi pelos recordes de outros jogadores que sou um fracasso nisso ainda, mas assim como no war, é só uma questão de tempo. Logo, de tanto aceitar perder, vou me tornar uma vencedora. Gosto dos jogos. Eles nos ensinam muitas coisas e esse especificamente me ajuda a calcular de forma rápida e precisa. Isso será muito útil no fechamento de notas. Agora não quero mais que digitalizem os horrendos livros de chamada. 
Brincadeiras a parte, claro que precisam ser digitalizados os livros de chamada. Impossível que ainda se faça o controle tão sério numa forma tão arcaica.
Ainda falando do joguinho de somar, ele me trouxe uma doce lembrança da minha sogra, uma mulher triste que fazia cálculos de cabeça numa velocidade assustadora. Tenho saudades dela e da época em que eu podia ter sido sua amiga e não fui... Poucas coisas me remetem ao arrependimento. Dona Anália é uma delas.
Preciso parar agora, vou levar o Pedro para comer feijoada. 
Mentira, o Pedro não come feijoada. Eu que como. Ele, tadinho não sabe o que é bom...




sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

"Depois de muita luta, de tantas decepções e mal entendidos, agora agradeço a você pessoa que venceu comigo esta batalha pois cheguei e estou entrando na guerra, porém, muito disposto a ter a confiança, disciplina, entusiasmo e dedicação com qual descobri em uma professora que tive chamada Roxana Charin!!! Obrigado pois agora a UEPG me espera e futuramente seremos colegas de trabalho!!!! "



Tá aí, essa é a resposta que eu preciso... depois de um ano difícil no lado profissional, recebo um email de um aluno que reconhece o meu trabalho... isso só me faz acreditar ainda mais que estou certa, ainda que queiram me fazer acreditar no contrário.
Prezo por uma educação de qualidade e vou até o fim pelo sucesso dos alunos... a luta é árdua, mas não é vã.




Quando acordei, essa foi a música que me veio à cabeça.
Legião Urbana não era das minhas bandas preferidas, enquanto eu era adolescente, mas é inegável que as letras são de uma genialidade fora do comum. Sentimentos e razão se confundindo e confrontando dentro e fora do artista que não era fingidor. 
Não posso deixar de dizer que essa música foi composta em parceria com o maravilhoso FLAVIO VENTURINI, que pra mim é tudo em se tratando de MPB. Embora o timbre do Flávio soe melhor aos meus ouvidos, a sensibilidade e a dor do tom do Renato, fecha comigo hoje.
Renato Russo, sofria as angústias que são visíveis em sua música. Saber disso me deixa menos sozinha dentro desse vazio.
Enquanto escrevo, estou ouvindo-o cantar em italiano... acho que nunca parei para o ouvir com o coração... Sei as letras decor e não as senti... que perda de tempo.
Que venham as artes me apontando caminhos... 




quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Por favor, onde muda essa página?
Já li e reli tudo isso várias vezes. Cadê a interatividade que está tão na moda ultimamente?
 Sou marionete manipulada pra lá e pra cá?
 Não, não quero, não preciso e não vou viver isso...
Quero ler coisa bonita, coisa que realmente faça bem... 
Coisa que me dê paz no coração...
Essa angústia não combina comigo.
Parei minha história e voltei no tempo... 
Largando o tempo pra lá e retomando a vida...
Pra frente é que se anda!
Não pra baixo!

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Tentei escrever muitas coisas, apaguei tudo.
Fato que estou me sentindo desconfortável. 
Vou sair, vou ver gente... 
Depois eu penso... 
Agora vou viver!