Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
sexta-feira, 1 de janeiro de 2016
segunda-feira, 21 de dezembro de 2015
Estou viva!! apesar de ter passado por uma correria doida nesses últimos dias, chá de bebê, mudança de casa e fim de ano letivo, agora consigo vislumbrar uma luz no fim do túnel... as férias se aproximando e a angústia costumeira do fim do ano está batendo à porta. Os dias que se seguem vão ser ruins, mas nada comparado aos anos anteriores.
Quando estiver mais calmo, volto para falar sobre minhas impressões de tudo...
Não posso dizer que estou triste ou feliz... estou, apenas estou!
Quando estiver mais calmo, volto para falar sobre minhas impressões de tudo...
Não posso dizer que estou triste ou feliz... estou, apenas estou!
domingo, 13 de dezembro de 2015
domingo, 29 de novembro de 2015
Faço o que eu posso.
Não, você não faz o que pode, faz o que convêm.
Sempre foi assim e pelo visto ainda continuará sendo.
Ok, eu sei disso. Eu aceito isso ainda que não entenda. No fundo até prefiro que seja assim, consigo entender então como se esvaziou o sentimento.
Meu eu vê assim...
mas eu não sou só eu... sou quatro...
e quando sou quatro sofro em quádruplo.
Mas se sofro também amo em quádruplo...
tudo que você não dá, certamente eu dou...
dou de mim mais do que tenho porque não faço só o que posso. Faço o que tenho que fazer.
Visitante constante, tenho uma frase pra você:
Sei bem o que você está sentindo e posso saber o quanto isso não é bom pra você. Não foi bom para mim.
Demorei um tempo para entender que preciso pesar as coisas antes de tomar decisões que mudarão minha vida. Analisar prós e contras. Saber dizer não e antes de tudo colocar tudo aos pés de Deus. Se for vontade Dele, nada sai errado... Se sai errado não pode ser vontade de Deus, afinal Ele é perfeito e perfeita sua vontade.
Tá angustiada? Ore...
Mas tem coisas que mesmo que sejam óbvias para os outros não são tão claras para nós. A sabedoria, aquela que só vem com o tempo, somente aparece a medida que vamos sofrendo.
E fique tranquila em relação a mim: Não faço para os outros o que não gostaria que fizessem para mim. Só fiz isso duas vezes na vida, por uma questão de sobrevivência... o que não é mais o caso... Estou bem tranquila e longe de querer problemas...
O que importa agora é deixar as coisas fluírem segundo a vontade de Deus. Isso me dá uma paz indizível.
terça-feira, 24 de novembro de 2015
segunda-feira, 23 de novembro de 2015
Uma coisa aprendi e reafirmo: Seja lá o que você fizer, nunca será o bastante.
Essa máxima me tirou o mínimo do que me restava de esperança numa solução humana para o problema com o João Guilherme.
Claro que sempre vão haver pessoas que saberão reconhecer seu esforço, mas a grandessíssima maioria vai te apontar os dedos exigindo de você aquilo que elas jamais fariam.
O médico, o maldito médico de hoje...
Não bastasse meu Docinho triste me quebrando o coração, ainda tenho que acordar 5 horas para ouvir que eu tenho que por limites para meu filho mais velho.
Oras, não me darei ao trabalho que escrever uma mísera linha sobre isso. Me defender nesse momento é assumir um instante de culpa. Não tenho culpa e ponto final.
Dei de mim o melhor. Sei disso.
Mas me irrito profundamente que alguém totalmente alheio a minha realidade ouse me dizer como fazer. Preciso me cuidar? Preciso estabelecer regras, preciso fazê-las cumprir. Argumentos? Lógico que os tenho. Adiantaram? Lógico que não
Que argumento seria aceito se o homem carrega o título de doutor? Ele sabe tudo, eu não sei nada.
Terminei a consulta no momento que ele disse que eu preciso chamar a polícia para colocar medo no menino. Sim a consulta acabou pra mim nesse exato momento. Deus... preciso de sua força... só lembro de ter pedido isso enquanto aquele ser supremo vomitava em mim um pouco mais de sua genialidade...
Resumindo:
Refez a receita com um outro medicamento e aceitou o fato de que ainda não encontrou a solução química para meu problema. Talvez seja esse novo remédio que nos dará algum alívio.
Mês que vem estaremos lá novamente. Mas dessa próxima vez não estarei despreparada. Certamente não estarei.
Essa máxima me tirou o mínimo do que me restava de esperança numa solução humana para o problema com o João Guilherme.
Claro que sempre vão haver pessoas que saberão reconhecer seu esforço, mas a grandessíssima maioria vai te apontar os dedos exigindo de você aquilo que elas jamais fariam.
O médico, o maldito médico de hoje...
Não bastasse meu Docinho triste me quebrando o coração, ainda tenho que acordar 5 horas para ouvir que eu tenho que por limites para meu filho mais velho.
Oras, não me darei ao trabalho que escrever uma mísera linha sobre isso. Me defender nesse momento é assumir um instante de culpa. Não tenho culpa e ponto final.
Dei de mim o melhor. Sei disso.
Mas me irrito profundamente que alguém totalmente alheio a minha realidade ouse me dizer como fazer. Preciso me cuidar? Preciso estabelecer regras, preciso fazê-las cumprir. Argumentos? Lógico que os tenho. Adiantaram? Lógico que não
Que argumento seria aceito se o homem carrega o título de doutor? Ele sabe tudo, eu não sei nada.
Terminei a consulta no momento que ele disse que eu preciso chamar a polícia para colocar medo no menino. Sim a consulta acabou pra mim nesse exato momento. Deus... preciso de sua força... só lembro de ter pedido isso enquanto aquele ser supremo vomitava em mim um pouco mais de sua genialidade...
Resumindo:
Refez a receita com um outro medicamento e aceitou o fato de que ainda não encontrou a solução química para meu problema. Talvez seja esse novo remédio que nos dará algum alívio.
Mês que vem estaremos lá novamente. Mas dessa próxima vez não estarei despreparada. Certamente não estarei.
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