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quinta-feira, 9 de maio de 2013

Acordei as 2:30 da madrugada, consegui dormir as 4:30 e para contribuir um pouquinho mais na maravilhosa sensação da insônia, hoje tive a visita de uma conjuntivite e claro que ela tinha que me sacanear um pouquinho mais, acometendo o olho esquerdo. Claro, o direito não tem úlcera. Que graça teria?
Tudo bem, comprei um colírio que já me deixou com uma dorzinha ao menos suportável.
Pela manhã fui resolver algumas coisas e a tarde dormi. 
Ontem falei da expectativa da apresentação do Pedro. Pois é, fiquei com esse pensamento voltando o dia todo, hoje. Conclui que estando o Gui com 14 anos, sou mesmo uma sortuda. Já chorei emocionada 13 vezes  com as apresentações dos dia das mães, E ao que tudo indica vou ter ainda uns 7 anos para viver a mesma emoção. Engraçado como as mães são. Engraçado esse laço que nos une aos filhos.  
Tentei encontrar na minha caixa de memória alguma apresentação que fiz para a marion (a partir de ontem só me referirei à essa pessoa com letra minúscula, por razões óbvias). Não consegui encontrar uma sequer, estranho, me lembro de coisas tão menos significativas...
Preciso considerar isso, quando estiver numa das sessões com a psicóloga. Porque será que bloqueei essas datas e durante todos esses 13 anos sofri o domingo das mães com uma dor ardida e quieta? Nunca havia pensado sobre isso... e hoje que o fiz, não me sinto sofrendo... é como algo sem importância.
Talvez seja porque meu Pedro tenha me desligado disso. Antes que você comece a achar que eu estou pirando preciso dizer que o nome do meu Docinho me veio a cabeça um segundo depois de ter passado o susto da notícia da gravidez. Alguns dias depois ouvi um sermão na igreja que falava de Pedro e não havia como não entender a associação com minha escolha "repentina". Falo disso com mais clareza um outro dia.
Agora vou descansar um pouco até que dona Insônia venha me chamar para uma partida de buraco ou uma visita a minha fazendinha virtual... Prefiro a internet nesses momentos, ela me ajuda a não pensar em coisas que me entristecem. Também evito de ter que apelar aos carneirinhos... 

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