Real Time Web Analytics

sábado, 1 de fevereiro de 2014

O primeiro beijo gay na novela brasileira. Eu vivi para ver isso.
Se fosse em outra época, estaria debatendo sobre essa polêmica. Ficaria eufórica discutindo sobre o assunto por horas e horas. Hoje, no máximo, me senti desconfortável ao ver, não mais que isso.
Não sou mais a mesma... acho que segui o ideal do Raul Seixas e optei pelo meu metamorfismo a permanecer com ideias que não eram de fato minhas. Sim, quanto tempo carreguei ideias que não eram minhas, como se minhas fossem. Velhas convenções familiares, velhos preconceitos variados, várias imposições sutilmente impostas pelos líderes da minha vida: mães, pais, professores, pastores, amores...
Hoje sigo tendo pequenos desconfortos com o que presencio e vivo, mas me sinto melhor, afinal sei que não estão me manipulando.
Depois da falsidade, a manipulação é outra coisa que me causa asco. 
Li poucas coisas sobre o beijo gay, não me interessei em entrar em nenhuma discussão e optei em refletir em silêncio sobre isso. A sociedade está assim, a sociedade era assim, a sociedade será assim... a televisão a está acompanhando. 
Não falo só por causa da novela, estou também pensando em mim e minhas novas escolhas. 


O dia foi muito cansativo. O calor é insuportável. Estou com problemas respiratórios por causa do ar seco.
No inverno, tivemos neve, tudo bem que não foi tão neve assim, mas a temperatura era absurdamente gelada e agora estamos vivendo o outro extremo absurdo. Prefiro o inverno.

Fui as horrorosas compras de mês. Detesto isso. Pior é ter que levar o Pedro. Pior maior é aguentar as pessoas que vão ao mercado para se socializar. Bom, mas agora está tudo resolvido. As compras inclusive guardadas. Nos meses normais os meninos me ajudam a enfrentar boa parte dessa chatice, mas fevereiro é só comigo.
Só tenho mais amanhã para descansar. Segunda começa tudo de novo, inclusive a terapia e isso é bom.






Nenhum comentário:

Postar um comentário