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sexta-feira, 5 de setembro de 2014



"A dor só vira palavra escrita depois de respirar dentro de cada um como pesadelo."


Adoro começar um livro que já no prefáco me joga uma frase de impacto.
Se a dor da gente é muito grande é preciso procurar histórias de dores maiores. Sentir diminuída a própria dor é fácil vencê-la. 
Eis o porquê e a razão de que gosto tanto dos livros de drama reais...

Calma, nobre leitor, não estou às minguas emocionais. Aqui tudo está tranquilo... a escolha do livro, nesse caso, se deu pela leitura do dossiê Super desse mês... sou fascinada pelos estudos da psiquiatria, sempre fui. Desde criança queria ser médica para trabalhar como psiquiatra. Por que não o fui?
As aulas de anatomia me seperaram definitivamente dessa área.
A mente humana me cativa, mas a morte me assusta... Tenho medo!

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Nada se compara ao salmo 139... 


Vê se há em mim algum caminho mal e guia-me pelo caminho eterno...


Tudo bem... tudo está indo bem!


domingo, 31 de agosto de 2014


Demorei para voltar porque não queria ter que falar dos últimos acontecimentos, não queria chorar.
Tenho falado com meu menino todos os dias e isso ainda parece só um tempo de férias. Não é.
Sei que vai demorar bastante até que o brilho das coisas novas seja ofuscado pelas verdades encobertas. 
Como mãe humana que sou, mesclo momentos de angústia pelos riscos a que ele está sujeito, mas não sou só mãe humana. Sou mãe segundo o coração de Deus. Quero ser... Entrego tudo nas mão Dele. Confio na sua proteção e no seu amor incondicional... 
Creio que Deus vai me trazer me filho...
Eu sabia que não devia ter vindo aqui. Não quero chorar... não quero!!

Nada que eu disser vai ser a realidade absoluta, tudo é muito novo.
Posso dizer que a casa está em paz... ela está quieta... mas como pode a paz reinar se me falta um pedaço? 
O Fernando está cuidando especiamente do meu coração... ele é encantador, mas me falta um pedaço
Estamos sorrindo, mas me falta um pedaço.
Tudo está tranquilo, mas me falta um filho.


O joão ( a partir de agora o colocarei em minúsculo assim como faço com a marion - eles se encontram no mesmo patamar) comprou uma moto... como mãe humana estou em pânico.
A Valéria está passando o fim de semana com o Gui em Palmeira. O Fernando nem convidado foi. A mãe humana que sou se irrita.

Dá-me mais fé, Senhor... tudo está acontecendo segundo a sua vontade... foi assim que combinamos.
Estou em paz...embora me escorram as lágrimas...



Um dia falo do nascimento do Gui... meu querido filho que me trouxe a esperança de que nunca mais eu ficaria sozinha...

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Como numa cena de filme de ação medieval, estamos todos caídos. Pernas e braços longe dos corpos. A cena de devastação se torna ainda pior com a presença de uma cabeça solitária perdida do corpo. É quase noite e a pouca luz teimosa que entra pelos vãos da tragédia instaurada me permite saber que estou viva. Sangrando,  mas inteira.
Não sei o que mais vem da vida,  mas por hora me prendo à riqueza de estar viva.
Não posso permanecer deitada por mais tempo.  As costas voltaram a doer.
Meu pequeno pássaro vai embora e tudo que preciso é estar de pé para lhe passar o último sermão.
Voa longe, voa alto. Mas saiba dos galhos da tua velha árvore que fincado na terra das dores será sempre teu posto.
Desculpa por eu não ser uma boa mãe para você.
Eu também não fui um bom filho.
Quanto quiser voltar estarei aqui.
Eu vou voltar.  Preciso de um tempo para ver as coisas. Eu amo a senhora.
Eu te amo, meu filho.
Sempre que tiver triste, sozinho ligue pra mim.  A qualquer tempo.
Posso ligar hoje?
claro... serei sempre sua mãe.


Pelo menos família eu tenho... João Franscisco eu odeio você, e não me sinto nem um milímetro melhor de ver sua obsessão por mim feita em vingança.  Pra você todo o meu desprezo. Seu desequilibrado mentiroso.

Quanto ao cenário: todas as coisas estavam incontroláveis pra mim,  mas sob o controle de Deus.

Certamente,  grandes lições vem daí.
Que eu e meu filho saiamos dessa batalha confiantes de que somos família.

segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Meu filho só está fazendo comigo o que os outros fizeram.  É como se ele estivesse o tempo todo armazenando exemplos. Agora resolveu usar tudo o que sabe.
A ferida aberta sangra,  mas sangra menos do que eu já sofri antes. Isso se deve ao fato de que eu errei em sua educação.  Somos exemplos vivos de que pais não devem ser amigos de filhos.
Procurar meus erros me fortalece.
Meu filho, apesar de todas as loucuras, que está fazendo, ainda continuará sendo meu filho.  Isso também me fortalece.
Essa semana vai ser decisiva.
Vou à terapia e depois só Deus sabe o que vem pela frente.
Mas estou tranquila,  apesar de profundamente triste.  Confio que tudo está no controle de Deus. Coisas impossíveis podem acontecer.
Sempre acontecem...
Acho que de certa forma aprendi algumas lições valiosas.
Estou exausta, mas em paz.
Dormir a noite é o meu termômetro.

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

E tudo vai ficando mais distante.
A ingratidão é de todos o pior mal.
5:28  preciso voltar a dormir.
Logo meus filhos levantam e eu preciso estar bem.

domingo, 17 de agosto de 2014

Li mais algumas páginas do livrinho famoso... as frases são fofas, mas sempre mesmas liçõezinhas baratas... e realmente a frase não era do livro... fui enganada mesmo... normal.

Como resolvi agir diferente contra o sofrimento, hoje fui com meus filhos ao teatro. Depois tomamos um lanche... assim vamos encontrando outros motivos para sorrir...


O menino do dedo verde