Real Time Web Analytics

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Você está viva!!
E eu também...
Não se prenda em coisas passadas. A vida segue, menina... tudo está bem.
Você venceu.. a seu jeito, mas venceu... 
Deixe de tristeza... 
Nós estamos vivas!!

No fundo, no fundo... somos amigas 

Não perca seu sono e sua vida remoendo os cacos... 
Novos copos...
Estou aqui torcendo por você
Torça por mim!!

Volte sempre me visitar...

terça-feira, 28 de julho de 2015

Querido neto-leitor, você deve estar se perguntando o que tanto sua velha vó andava fazendo, que permaneceu ausente por tantos e tantos dias, vindo vez ou outra, apenas para deixar um sinal de vida, mas sem grandes revelações de suas reais sensações em relação aos acontecimentos atuais.
Menino, se te digo que agora não tenho mais vontade de escrever, você me perdoa?
Sim, não estou emocionalmente abalada e isso me faz uma péssima escritora. Não que o fato de estar abalada me fizesse ser uma boa escritora, lógico que não. Mas ao menos eu era escritora no sentido de que tinha algo para escrever. Hoje não tenho muito... quase nada...
Estou dirigindo e a cada dia me sinto melhor. Dirijo à noite. Dirijo de dia. Dirijo e me sinto feliz... 
O Gui tomando o remédio está me dando uma trégua.
E eu, por vê-lo mais calmo, também tento ser mais maleável com ele. Somos famílias e isso é mais forte do que qualquer diferença que tenhamos.
Olho para ele e sei que estou vivendo de novo o mesmo que já vivi com seu pai. No caso talvez, seu avô, querido... 
Não sei como você é. Talvez seja elétrico como nós. Sim, eu e o Gui somos elétricos. Talvez você guarde seus sentimentos numa caixinha secreta, como o Tio Fernando. O Fernando é seu pai?
Estou sorrindo de imaginar meu nerdzinho vivendo uma vida além do computador que o tira da realidade de hoje. Como será sua primeira namorada? Sua primeira paixão? Sua primeira desilusão? Talvez isso já esteja acontecendo e eu nem saiba. As mães são sempre as últimas a saber... a não ser que Deus nos faça ver as coisas antes, como foi no caso do Gui... 

Uma fofice de minha família é que nos amamos, mesmo que as vezes pareça que não.
Ontem o Pedro, que está empolgado para ir a Londrina disse que não quer mais ir. Tudo porque achou que assim também estaria dando o direito do Fernando ir para a fazenda... Ele não quer ficar longe do irmão... nem eu deles todos... 
Também não vou querer estar longe de você, menino leitor... nós somos uma família. Mesmo quando parece que não...

segunda-feira, 20 de julho de 2015

Essa noite dormi mal... só a ideia de meu docinho ficar longe de mim já me faz sofrer. 
Sei que ele precisa ir... sei que devo deixar... mas cumprir minha obrigação não é tarefa fácil...


Fora isso, as coisas estão bem...

quarta-feira, 15 de julho de 2015

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Essa semana é histórica. Não uma mudança universal. Nada tão grandioso assim.
As mudanças históricas estão acontecendo lá em casa.
O carro está quase comprado, melhor: praticamente comprado.
As sensações que me acometem hoje são muitas... medo, alegria, confiança, ansiedade são algumas delas.

Outra mudança se dá em relação ao Gui.
Fomos ao médico, ontem. Vai começar a tomar Ritalina. Hoje já começou a tomar.
Não tive coragem de ler a bula... tentei desencorajá-lo também, mas ele quis ler... Estava visivelmente angustiado com essa nova fase. Agora ele está na escola. Desejo realmente que faça efeito e as coisas fiquem mais calmas...
Meu filho mais velho tem a consciência de que precisa de tratamento. Digo sempre que isso é o melhor que posso fazer por ele: Dar a ele a condição de olhar de forma realista para si mesmo. Quando nos conhecemos, fica mais fácil de lidarmos conosco. Digo isso por ele e por mim.
Quanto tempo demorei para entender que eu sou a única responsável pela minha vida.
Se posso, quero ensiná-lo a não demorar tanto... isso vai evitar muito sofrimento.

Ah que maravilha. não morri na estrada... ainda bem que as sensações ruins são apenas sensações... 
Nada mais do que impressões...

Meu Deus, obrigada por tudo... 

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Preciso dizer que o Docinho é um menino de ouro.
E que eu estou com medo de morrer antes de deixá-lo encaminhado na vida.
Esse fim de semana tivemos uma conversa ruim sobre a morte.
Começamos falando que quando eu ficasse velhinha ele iria cuidar de mim. Ele ficou chateado com isso. 
"Não quero que você fique velha"
Mas todo mundo fica velho, isso é normal.
"Daí você vai morrer?"
Sim, a gente morre, mas isso vai demorar.
Então ele começa a chorar... e meu coração chora junto...
Essa semana vou à Curitiba ver minhas lentes...
Na quarta vou ao médico com o Gui... Estou angustiada...
Com medo de morrer na estrada...
Não posso morrer agora...

Acho que esse pensamento é bobo... 
Espero mesmo que seja...
Meu Docinho precisa tanto de mim e eu preciso tanto dele... 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Cansada... bem cansada
Gui... meu medo se chama Gui...
Mas Deus tem me sustentado.