O Pedro acabou de furar o pé com uma tachinha...
Tadinho...
Vou largar tudo e deitar abraçadinha com ele...
Amanhã escrevo algo mais concreto...
Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
terça-feira, 30 de outubro de 2012
Fim de ano é muito cansativo... não aguento o calor.
Definitivamente prefiro o frio.
Passei mal pela manhã, me faltava ar...
baixou a pressão...
O nariz está trancado, me irritando muito, nesse momento.
Consulta só na semana que vem.
No restante do dia... Nada de especial, apenas que vou começar uma pós-graduação.
Não que eu queira, mas se faz necessário...
Preciso de uma progressão salarial...
Definitivamente prefiro o frio.
Passei mal pela manhã, me faltava ar...
baixou a pressão...
O nariz está trancado, me irritando muito, nesse momento.
Consulta só na semana que vem.
No restante do dia... Nada de especial, apenas que vou começar uma pós-graduação.
Não que eu queira, mas se faz necessário...
Preciso de uma progressão salarial...
domingo, 28 de outubro de 2012
O dia foi bem mais tranquilo, estou mais calma...
O cansaço de ontem já deu lugar à decepção de ter que trabalhar amanhã.
E essa decepção me entristece muito,
amo meus alunos,
mas estou angustiada de estar lá...
nunca imaginei que ia sentir o que estou sentindo em relação a uma pessoa que deveria ser alvo apenas do meu total desprezo... eu desprezo, ignoro, mas me sinto mal por isso.
Eu tenho uma leve impressão de que isso se dê pelo fato dela ter me dito que não sou inteligente.
Quando estávamos discutindo e eu disse que ela me via como uma pessoa que a incomodava, eu argumentei falando que embora muitas pessoas a criticavam, talvez eu fosse a mais visada por fazer as críticas de forma mais inteligente, com mais argumentos incontestáveis.
Lembro perfeitamente de suas palavras:
"Inteligente, eu realmente não vejo inteligência nenhuma nisso."
Se tudo fosse apagado, e somente essa frase permanecesse, ainda assim eu continuaria tendo o mesmo sentimento inabalável de ojeriza.
Sei perfeitamente que isso está intimamente ligado com a minha infância e a Marion me chamando de burra constantemente.
Oras por que eu não apenas ignoro isso? Oras, eu tenho plena convicção da minha competência e da minha inteligência em constante construção. Então por quê?
Maldito passado sombrio e permanente...
Sabe que escrever isso me de um certo alívio...
Pronto, achei o que me machuca... assim posso colocar a pessoa que merece o meu desprezo no lugar que lhe cabe... no nada.
Eu sabia que esse espaço ia acabar me ajudando profundamente... maravilha!
Desde ontem o Pedro tem repetido uma expressão que quero manter pra sempre no meu coração.
O Gui fica ensinando ele a chamar os outros de feio, mas quando o Gui diz "mamãe feia!" ele retruca "mamãe, amo!" e como sabe que me derreto toda, repete isso a toda hora ...
Acho até que vou gravar para ouvir quando estiver triste... impossível não me comover com seu jeitinho...
Meus filhos me dão um certo trabalho, mas me recompensam com muito amor...
O cansaço de ontem já deu lugar à decepção de ter que trabalhar amanhã.
E essa decepção me entristece muito,
amo meus alunos,
mas estou angustiada de estar lá...
nunca imaginei que ia sentir o que estou sentindo em relação a uma pessoa que deveria ser alvo apenas do meu total desprezo... eu desprezo, ignoro, mas me sinto mal por isso.
Eu tenho uma leve impressão de que isso se dê pelo fato dela ter me dito que não sou inteligente.
Quando estávamos discutindo e eu disse que ela me via como uma pessoa que a incomodava, eu argumentei falando que embora muitas pessoas a criticavam, talvez eu fosse a mais visada por fazer as críticas de forma mais inteligente, com mais argumentos incontestáveis.
Lembro perfeitamente de suas palavras:
"Inteligente, eu realmente não vejo inteligência nenhuma nisso."
Se tudo fosse apagado, e somente essa frase permanecesse, ainda assim eu continuaria tendo o mesmo sentimento inabalável de ojeriza.
Sei perfeitamente que isso está intimamente ligado com a minha infância e a Marion me chamando de burra constantemente.
Oras por que eu não apenas ignoro isso? Oras, eu tenho plena convicção da minha competência e da minha inteligência em constante construção. Então por quê?
Maldito passado sombrio e permanente...
Sabe que escrever isso me de um certo alívio...
Pronto, achei o que me machuca... assim posso colocar a pessoa que merece o meu desprezo no lugar que lhe cabe... no nada.
Eu sabia que esse espaço ia acabar me ajudando profundamente... maravilha!
Desde ontem o Pedro tem repetido uma expressão que quero manter pra sempre no meu coração.
O Gui fica ensinando ele a chamar os outros de feio, mas quando o Gui diz "mamãe feia!" ele retruca "mamãe, amo!" e como sabe que me derreto toda, repete isso a toda hora ...
Acho até que vou gravar para ouvir quando estiver triste... impossível não me comover com seu jeitinho...
Meus filhos me dão um certo trabalho, mas me recompensam com muito amor...
Estas fotos são de hoje
sábado, 27 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Hoje ao passar pela estação ferroviária me deparei com um trem parado exatamente como acontecia quando eu ia trabalhar no consultório do Edvaldo... quantos trens eu tive que pular só de preguiça de dar a volta por eles. As mãos ficavam sujas de uma poeira preta, mas isso não me preocupava em nada.
Hoje tive vontade de pular, mas já não sou a mesma mocinha de antes e minha bacia não resistiria a pressão do pulo.
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Tudo corria tranquilamente comigo até o início da última aula.
Eram 16:30, assim que me aproximei da turma, vi algo estranho. A polícia estava no corredor e eu já sabia que algo ruim tinha acontecido. quando cheguei mais perto alguém veio me contar que tinham roubado um celular. Não sabia onde, nem porque, mas ver a polícia no corredor não é das sensações mais prazerosas. Sei que olhei para a inspetora instituída e logo fui dizendo que se era proibido o uso de celular, era proibido e não havia porque a polícia estar ali. Mas os problemas ainda não estavam completos. Ao entrar na sala já senti o clima pesado, era ali o problema.
A polícia entrou, revistou, os alunos já tinham passado sem recreio na lei instituída no momento: Ninguém entra, ninguém sai... Chegara a revistar uma menina. Claro que nada do celular aparecer.
A "acusada" tremia e eu perguntei porque ela se deixou revistar. Ela na sua ingenuidade me disse que assim não iam falar dela. Como se alguém tivesse o direito de fazer isso.
Me deu pena. Mas o mais engraçado é que ninguém mais apareceu para dar um desfecho à palhaçada que estava instaurada. Resultado: Coube a mim dizer-lhes que deviam aprender mais seus direitos e deveres. É uma palhaçada, uma vergonha e eu me irritei profundamente. Adeus aula, adeus clima para aula...
Assim que cheguei na sala dos professores uma colega me perguntou o que tinha acontecido com os alunos e eu despejei tudo o que eu pensava sobre o que aconteceu. Detalhe: A direção da escola estava presente no ambiente e não se pronunciou, nem para se defender quando eu disse que isso era um absurdo.
Pra mim vale o que diz a constituição, o estatuto, o regimento...
E até onde eu sei todos são inocentes até que se prove o contrário...
Estou assustada com a raiva que me toma nesse momento...
A ignorância, sempre a ignorância...
Espero, do fundo do coração, que a menina acusada seja confortada por Deus nesse momento... Seus olhos medrosos não me saem da cabeça!
Eram 16:30, assim que me aproximei da turma, vi algo estranho. A polícia estava no corredor e eu já sabia que algo ruim tinha acontecido. quando cheguei mais perto alguém veio me contar que tinham roubado um celular. Não sabia onde, nem porque, mas ver a polícia no corredor não é das sensações mais prazerosas. Sei que olhei para a inspetora instituída e logo fui dizendo que se era proibido o uso de celular, era proibido e não havia porque a polícia estar ali. Mas os problemas ainda não estavam completos. Ao entrar na sala já senti o clima pesado, era ali o problema.
A polícia entrou, revistou, os alunos já tinham passado sem recreio na lei instituída no momento: Ninguém entra, ninguém sai... Chegara a revistar uma menina. Claro que nada do celular aparecer.
A "acusada" tremia e eu perguntei porque ela se deixou revistar. Ela na sua ingenuidade me disse que assim não iam falar dela. Como se alguém tivesse o direito de fazer isso.
Me deu pena. Mas o mais engraçado é que ninguém mais apareceu para dar um desfecho à palhaçada que estava instaurada. Resultado: Coube a mim dizer-lhes que deviam aprender mais seus direitos e deveres. É uma palhaçada, uma vergonha e eu me irritei profundamente. Adeus aula, adeus clima para aula...
Assim que cheguei na sala dos professores uma colega me perguntou o que tinha acontecido com os alunos e eu despejei tudo o que eu pensava sobre o que aconteceu. Detalhe: A direção da escola estava presente no ambiente e não se pronunciou, nem para se defender quando eu disse que isso era um absurdo.
Pra mim vale o que diz a constituição, o estatuto, o regimento...
E até onde eu sei todos são inocentes até que se prove o contrário...
Estou assustada com a raiva que me toma nesse momento...
A ignorância, sempre a ignorância...
Espero, do fundo do coração, que a menina acusada seja confortada por Deus nesse momento... Seus olhos medrosos não me saem da cabeça!
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Lendo e vivendo Cinquenta Tons
Já escolhi até o ator que pra mim é o Christian Grey... Como posso me apegar a algo tão fútil? Posso porque posso e isso é tudo..
Gosto de poder ser fútil e inútil... parece que me sinto mais próxima das pessoas que me cercam...
Já escolhi até o ator que pra mim é o Christian Grey... Como posso me apegar a algo tão fútil? Posso porque posso e isso é tudo..
Gosto de poder ser fútil e inútil... parece que me sinto mais próxima das pessoas que me cercam...
Decidi que não vou mais me incomodar com nada... se não querem, eu também não quero...
Vou ler, ler e ler... assim se torna ao menos suportável conviver com algumas pessoas que nos últimos tempos me fizeram sentir coisas muito negativas...
Já estou no segundo livro e pelo visto, vou devorá-lo com tanta ânsia quanto devorei o primeiro... gosto de saber que estou viva para as sensações...
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