Último dia do ano... minha vida é mesmo um círculo, mas hoje só quero ter a boa lembrança de que Morretes foi adorável assim como a companhia... Sem tentar explicar, sem pensar demais... Que 2014 venha de fato ainda melhor que 2013.
Guardei Sem ter porque Nem por razão Ou coisa outra qualquer Além de não saber como fazer Pra ter um jeito meu de me mostrar
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
sábado, 28 de dezembro de 2013
But now that I've come to see the light
All I wanna do is make things right
So just say the word
And tell me that I'm forgiven
Jogar Song Pop me traz algumas lembranças gostosas. Essa música me levou lá para as festinhas americanas do início da adolescência. Edifício Sidarta...
Quem diria que estariam na minha memória ainda hoje?!?
Por que fiz esse blog? Para que o fiz? Por que continuo escrevendo nele?
São perguntas que se respondem por si no decorrer dessas milhares de palavras soltas. Gosto da frase inicial desse blog, pra mim ela é um resumo perfeito e explicativo do que se encontra aqui. Tentarei parafrasear no intuito de me tornar ainda mais clara...
Eu, de mim, para mim como o objetivo único de me fazer entender.
Evidentemente que usando e abusando de figuras de linguagem, não por mérito, mas por arrogância de pensamento. Sim meus pensamentos são arrogantes e prepotentes. Só eles. Escrevê-los é uma forma de tirar da minha boca palavras tão agressivas. Estou numa luta completa para me tornar alguém melhor.
Tenho consciência que o desenrolar da minha existência geraria fatalmente um dos dois tipos de pessoas seguintes: Um alienado, zé ninguém que continuaria sofrendo as consequências de um passado remoto ou um antenado, amalucado em busca desenfreada por uma vida melhor. Claro que optei pelo último e para não enlouquecer nesse mundo doente, escolhi escrever e reler e refazer e reerguer. Também fiz a escolha de ler e de ter sessões de terapia para me desprender do que o escrever não é suficiente. Essa busca constante de me tornar alguém melhor é o que podemos chamar de crescimento e não me ofendo de maneira alguma quando me dizem que devo crescer, é verdade, faço tudo isso para crescer. Crescer em amor aos meus filhos, amigos, alunos, pessoas de modo geral... Sem hipocrisia, sem mentira...
Digo tudo isso porque ontem fui pressionada a escrever o que um leitor afoito quer ler. Ele quer que eu encurte a trajetória natural das coisas só para que ele encontre respostas para suas dúvidas. Entendo das angústias alheias e as respeito, mas não posso fazer delas o meu norte. Nesse blog falo de mim, isso não é rede social e rede individual. Quem vem ler o faz por seus motivos, não pelos meus e um não tem nada a ver com o outro. Não escrevo para alguém propriamente dito... as vezes escrevo para mim, as vezes para meu neto-leitor e as vezes me dirijo aos leitores, mas tudo isso por questões linguísticas e estilística, não para dar indiretas aqui e ali. Quem me conhece sabe que não sou de indiretas. Comigo as coisas são diretas.
Volto a dizer, leiam sempre que quiserem, fico feliz de saber que de alguma forma estou contribuindo com a sua busca. Mas lamento informar que tudo se dará a meu tempo, segundo as minhas emoções, afinal este é o único lugar em que eu venho em primeiro lugar.
Por favor, já não combinamos que não me diriam que estão me lendo? Então cumpram a parte de vocês. E se de alguma forma se sentirem ofendidos com algo que escrevo, me antecipo nas desculpas e te dou a total liberdade de não voltar mais.
Dia gostoso com um clima ameno... bom para curtir uns filminhos.
Baixei muitos livros, agora só decidir por qual eu começo... férias, adoro!!
São perguntas que se respondem por si no decorrer dessas milhares de palavras soltas. Gosto da frase inicial desse blog, pra mim ela é um resumo perfeito e explicativo do que se encontra aqui. Tentarei parafrasear no intuito de me tornar ainda mais clara...
Eu, de mim, para mim como o objetivo único de me fazer entender.
Evidentemente que usando e abusando de figuras de linguagem, não por mérito, mas por arrogância de pensamento. Sim meus pensamentos são arrogantes e prepotentes. Só eles. Escrevê-los é uma forma de tirar da minha boca palavras tão agressivas. Estou numa luta completa para me tornar alguém melhor.
Tenho consciência que o desenrolar da minha existência geraria fatalmente um dos dois tipos de pessoas seguintes: Um alienado, zé ninguém que continuaria sofrendo as consequências de um passado remoto ou um antenado, amalucado em busca desenfreada por uma vida melhor. Claro que optei pelo último e para não enlouquecer nesse mundo doente, escolhi escrever e reler e refazer e reerguer. Também fiz a escolha de ler e de ter sessões de terapia para me desprender do que o escrever não é suficiente. Essa busca constante de me tornar alguém melhor é o que podemos chamar de crescimento e não me ofendo de maneira alguma quando me dizem que devo crescer, é verdade, faço tudo isso para crescer. Crescer em amor aos meus filhos, amigos, alunos, pessoas de modo geral... Sem hipocrisia, sem mentira...
Digo tudo isso porque ontem fui pressionada a escrever o que um leitor afoito quer ler. Ele quer que eu encurte a trajetória natural das coisas só para que ele encontre respostas para suas dúvidas. Entendo das angústias alheias e as respeito, mas não posso fazer delas o meu norte. Nesse blog falo de mim, isso não é rede social e rede individual. Quem vem ler o faz por seus motivos, não pelos meus e um não tem nada a ver com o outro. Não escrevo para alguém propriamente dito... as vezes escrevo para mim, as vezes para meu neto-leitor e as vezes me dirijo aos leitores, mas tudo isso por questões linguísticas e estilística, não para dar indiretas aqui e ali. Quem me conhece sabe que não sou de indiretas. Comigo as coisas são diretas.
Volto a dizer, leiam sempre que quiserem, fico feliz de saber que de alguma forma estou contribuindo com a sua busca. Mas lamento informar que tudo se dará a meu tempo, segundo as minhas emoções, afinal este é o único lugar em que eu venho em primeiro lugar.
Por favor, já não combinamos que não me diriam que estão me lendo? Então cumpram a parte de vocês. E se de alguma forma se sentirem ofendidos com algo que escrevo, me antecipo nas desculpas e te dou a total liberdade de não voltar mais.
Dia gostoso com um clima ameno... bom para curtir uns filminhos.
Baixei muitos livros, agora só decidir por qual eu começo... férias, adoro!!
sexta-feira, 27 de dezembro de 2013
Tô de volta, para matar meia curiosidade de você, que mesmo em férias não consegue se desligar de mim. Sabe que no fundo estou criando um asco de suas visitas constantes. É isso mesmo. Você me tirou tudo e no entanto está sempre se incomodando com o que faço ou deixo de fazer. Seja realista. Quanto mais você aparece por aqui, mais eu entendo que sua escolha foi pesada demais pra você.
Oras, eu não te disse que era pra você tomar uma atitude que fosse consciente?
Uma atitude consciente é algo que nos dá paz. E pelo visto você não fez isso. Está aí curtindo sua família e no entanto não se desliga de mim. É nisso que me causa asco.
Pronto, falei! Vá ser feliz, e me erra!!
Mentiroso contumaz, Tudo já é tão desnecessário... pra que continuar com isso? não sabes que teus atos falam muito mais que suas palavras sempre inverdades? Te lamento profundamente. Não pelas sempre mentiras, mas pelos sentimentos.
Amigos lindos, desculpem a demora, mas fui ali ser feliz um pouquinho, estou de volta com algumas inquietudes da alma, mas que não estão me impedindo de sorrir e receber coisas boas.
Férias é bom pra tanta coisa. Só é difícil começar... depois vai que é uma beleza.
Estou feliz... Quando passar a virada, ai sim tudo estará perfeito...
Praia, te desejo ardentemente.
Banho de mar que lava a alma, já posso sentir teu cheiro...
Oras, eu não te disse que era pra você tomar uma atitude que fosse consciente?
Uma atitude consciente é algo que nos dá paz. E pelo visto você não fez isso. Está aí curtindo sua família e no entanto não se desliga de mim. É nisso que me causa asco.
Pronto, falei! Vá ser feliz, e me erra!!
Mentiroso contumaz, Tudo já é tão desnecessário... pra que continuar com isso? não sabes que teus atos falam muito mais que suas palavras sempre inverdades? Te lamento profundamente. Não pelas sempre mentiras, mas pelos sentimentos.
Amigos lindos, desculpem a demora, mas fui ali ser feliz um pouquinho, estou de volta com algumas inquietudes da alma, mas que não estão me impedindo de sorrir e receber coisas boas.
Férias é bom pra tanta coisa. Só é difícil começar... depois vai que é uma beleza.
Estou feliz... Quando passar a virada, ai sim tudo estará perfeito...
Praia, te desejo ardentemente.
Banho de mar que lava a alma, já posso sentir teu cheiro...
domingo, 22 de dezembro de 2013
Meus sempre sofrimentos não me levam a nada. Quero novos sentimentos, novas histórias, novas sensações.
Deixemos que essa semana de hipocrisia passe logo. Se eu consegui um ano mais tranquilo, ei de aprender a lidar com o fim do ano também de forma tranquila.
Sofrer é uma forma de egoísmo e eu não quero ser egoísta nunca.
Pessoas egoístas são extremamente insuportáveis. Eu quero ficar na fila dos razoavelmente suportáveis.
Li uma frase hoje, sobre coisas que precisamos fazer para viver melhor:
O que os outros pensam sobre você não é da sua conta.
Interessante, faz bastante sentido. Preciso começar a exercitar isso...
Presentes comprados, agora vou pesquisar algumas receitas para a ceia. Amanhã mercado lotado.
Férias!!! Isso é descansar??
Quero ler... tenho tanta coisa boa pra ler...
Não vou fugir de mim na virada de ano. Pensando bem, não faz muito sentido gastar dinheiro para levar meu cérebro para um passeio de fuga. Ele vai me sacanear como sempre. Em casa, ao menos não gasto dinheiro.
Claro que essa frase é simplista demais, no entantoo estou com preguiça de aprofundar questões agora. Só quero deixar registrado que fiz uma busca por pacotes de viagem para o réveillon, mas não estou tão angustiada a ponto de precisar gastar uma pequena fortuna para dizer que não passei o ano novo sozinha em casa. O pior mesmo é o natal.
Ano que vem vou para alguma praia e farei uma reserva anterior, não para fugir, mas para me encontrar comigo pequena na beira da praia olhando as pessoas de branco oferecendo presentes para iemanjá. Tenho boa lembrança dessa época. O cavalo assustado que teve que ser sacrificado, nunca saiu da minha memória. A cicatriz no meu dedo também é algo dessa época... 25 anos e ainda me lembro de tudo. Do cheiro, das cores, dos sons... Das promessas e dos desejos para o novo ano...
Parando... não quero pensar sobre isso agora... farei essas memórias aflorarem na virada... Quero estar comigo menina nessa virada. Recordar é viver!
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