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terça-feira, 9 de julho de 2013

Amanhã vai ser dia de festa.
Vou à caráter, vai ser divertido. Também teremos a apresentação dos meninos em comemoração ao centenário de Vinicius de Moraes. Estou ansiosa para ver o que eles prepararam. 
Vamos participar da caravana da poesia, vai ser um sucesso.

Estou feliz...
Acabei de fechar notas e me surpreendi com a melhora dos meninos mais agitados. Estou num momento profissional tranquilo.
Estou num momento tranquilo em todas as áreas... isso é bom!



Ah, só mais uma coisa por hoje: Não me deem muita importância assim. Fica parecendo que a vida de vocês se resume em ler o que escrevo. Tem tanta coisa boa acontecendo por aí. Até uma passeata por redução da tarifa de ônibus vale mais a pena do que condicionar a vida à uma outra pessoa. Falo isso por experiência própria. 
Mudem o foco. 
Quando damos importância à algo ele se fortalece... É preferível deixar morrer. Falo isso, também, por experiência própria.

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Sou uma mãe desfalcada...
O Fernando foi para a fazenda hoje cedinho. Mas o Gui ficou, pois tem responsabilidades profissionais.
Que fofo meu mocinho. Responsável, dedicado.
Ele também está com dor de garganta como eu. Fiz um chá daqueles que o Moacir sempre fazia para mim. Esses chás são quase milagrosos. Amanhã estaremos bem melhores.
O dia foi tranquilo, levei o Pedroca junto comigo no período da tarde. O garotinho fez sucesso entre as crianças. Sempre sorridente e simpático com todo mundo. Rapidinho fez amizade com uns meninos e se divertiu a tarde toda. 
Ficou tão cansado que está dormindo. Nem jantou ou tomou banho. 
Não vejo a hora de poder passar alguns dias com ele só para mim. 

Preciso continuar alguns assuntos que ficaram pendentes, farei isso logo que acabarem as aulas... esses últimos dias de aula são muito extenuantes. 
Nem ler, estou conseguindo direito de tão cansada.



Visitante português, obrigada pela presença. Volte sempre que quiser!


domingo, 7 de julho de 2013

Um brinde à cara de pau e à hipocrisia!

Enquanto isso na vida real as pessoas honestas estão mantendo o caráter e acreditando que no final é o bem que prevalecerá.
Só assim é possível permanecer são nesse mundo de abomináveis aberrações.
Não estou de bom humor hoje. Tive sonhos fortes e carregados se emoções que pareceram tão reais. 
No quarto da minha avó, olhando para suas coisas e ela estava ali. Tão linda, tão serena, tão real e eu podendo ficar com alguns objetos seus, como lembrança.  
Senti saudade...


Outros sonhos não consigo me lembrar agora, mas também me deixaram com uma sensação de vazio.
de saudade... 
Se me lembrar deles volto...

Não me pergunte o porque, só posso dizer que ainda não é tempo...
Tudo tem seu tempo...




sábado, 6 de julho de 2013

Gripe e dor de garganta novamente. Estou muito cansada e com sono. 
Assistir a um filme com os meninos e dormir.
Sábado, sexta e quinta tranquilos...

quarta-feira, 3 de julho de 2013

terça-feira, 2 de julho de 2013

Hoje de manhã fiquei muito brava. 
Ontem um aluno não prestava atenção na minha aula, pois estava lendo um livro. Peguei o livro e disse que só o entregaria depois que copiasse tudo o que estava no quadro. Ele não copiou e ao terminar a aula veio pegar o livro comigo. Não entreguei e ele me seguiu até a sala dos professores. Entreguei o livro para a pedagoga.Expliquei o que ocorreu e fui embora .
Quando vi a tal pedagoga hoje, perguntei-lhe se haviam entregue o livro e obviamente sim. A pedagoga mor entregou o livro e eu me senti um lixo. 
Falei tudo e mais um pouco de coisas para coitada da pedagoga que no fundo é só um pau mandado da outra. 
Oras, trabalhei o domingo inteiro, estou correndo feito uma maluca para dar conta dos conteúdos, pensando no vestibular e a pedagoga me atrapalhando. Antes eu tivesse fechado o livro no meu armário e pronto. Mas não... sou mesmo uma idiota.
Mas o que realmente me deixou irada foi o argumento absurdo que a pedagoga novata usou para defender que o aluno estava certo em ler enquanto eu ensinava crase, afinal "ele domina crase". 
Não me aguentei e quando voltei ao meu estado mais ou menos normal já tinha falado até palavrão.
A coitada da moça não tinha nem o que falar. Só ouvi que ela repetia: " Eu entendo você, eu entendo você"
Na hora que entrei na sala do moço, a pedagoga foi lá buscá-lo e ainda me pediu tarefa para que ele fizesse fora de sala. Capaz que eu daria alguma coisa para ele. Apenas respondi bem calmamente: 
- Ué, ele não domina crase? Então não precisa fazer nenhuma atividade. E assim ele saiu.
O fato é simples... qualquer professor passa por isso quase diariamente, o que não dá para aceitar é uma mulher antiquada que adora mandar, que cria uma hierarquia imaginária e faz todo mundo obedecer sua pedagogia inventada.
Pensa que ela apareceu para falar comigo? Lógico que nem ousou me dirigir a palavra. Mas vou fazer-lhe uma das minhas visitinhas, ela precisa ouvir de mim, o que penso sobre ela...
Diferente dos professores que gostam de gritar com ela em público, prefiro lhe falar ao pé do ouvido...
Estou certa e se estou certa vou até o fim, mesmo que ela se esconda de mim, eu acho.
Antes que meu algoz ache que estou surtando, quero deixar bem claro que não. Estou em perfeito juízo mental e não falei absurdos. Falei e argumentei com equilíbrio e o palavrão foi merda... nem tão palavrão assim.
Depois que me acalmei o restante do dia foi bastante tranquilo.
Contei aos colegas o ocorrido e todos ficaram indigndos.  Claro que na hora do recreio eu já estava até fazendo piada com o fato.  
Ser professor não é fácil... 








Tudo corria bem, no dia dos namorados jantaram juntos, trocaram presentes e ele ficou lindo com a blusa verde que ela lhe deu de presente. Nada podia ser melhor que isso. 
Mas  um dia, sem um motivo aparente ele começou a evitá-la Faar se afastou deixando-a com interrogações. O que havia feito para que o príncipe tenha se desencantado? Aceitou o afastamento e preferiu seguir sua vida, mas antes exigiu um final a altura do começo: Decente.
Deixou que se esfriasse o suposto motivo e quinze dias depois ligou para que ele trouxesse seu livro e conversassem terminando o relacionamento de forma educada. E assim foi, se despediram, deram um abraço de despedida e ele se foi.
Mas  voltou poucos minutos depois.  não conseguiu ir embora. E o que era para ser o fim, foi um recomeço. Os dois terminaram a noite trocando afetos e promessas. Tudo estava resolvido. Era aniversário de Faar. E a noite foi mais que um presente.Ver um sorriso nos lábios dele era uma delícia. Ela estava se encantando realmente com o moço dos olhos tristes e dos braços fortes.
Mas os dias seguintes se configuraram horrorosos. Já na segunda-feira ele ligou contando que houve uma reviravolta no seu trabalho e ele estava sendo imediatamente transferido para outra cidade. Sua voz demonstrava um nervosismo evidente.
A notícia caiu como uma bomba na cabeça dela que chorou a noite até que o cansaço tirou-lhe as forças. 
Ela suspeitava que pudesse estar grávida. Na manhã seguinte, acordou decidida a fazer o exame e fez. Quando pegou o resultado sentiu um medo que lhe esfriou todo o corpo dando a sensação de que o mundo tinha acabado. Chorou. Se desesperou e no final colocou a mão na barriga e pensou: Este menino já tem nome. Mesmo sem saber o porque da escolha o bebê tinha sexo: Era Homem e tinha um nome: Era Simão. 
E ela o amou desde o segundo instante que o descobriu semente em seu ventre. Mesmo consciente do que estava por vir, estar grávida era algo bom. Uma nova criança estava por se formar e isso era dom de Deus.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Só nos conhecemos de fato quando somos postos à prova.


Era um momento difícil de fim de relacionamento. Depois de muitas idas e vindas não havia mais como permanecer juntos, Mas ambos insistiam por diferente motivos. Ela por capricho de mulher que busca uma família tradicional. Ele por birra e vingança. Ninguém havia ousado enfrentá-lo antes, só ela. 
E assim iam se passando os dias, os meses, os anos...
Cada um lutando por sobrevivência a seu jeito. Ele bebendo, ela procurando se distrair.
Ele sai da história, perdeu qualquer razão de ser. 
As coisas que pensamos ser fonte de vida, de uma hora para outra se mostra absolutamente dispensável. Insignificante até.
Para esquecer o relacionamento, ela começou a frequentar salas de bate-papo. Não sabia nem ao certo porque fazia isso, mas era na internet que ala se sentia aliviada das angústias.
Sempre bastante seletiva, ela traçava o perfil dos homens com quem poderia ao menos estabelecer uma conversa amigável. Difícil, mas vez ou outra aparecia alguém interessante. 
Entre uma conversa e outra, fez alguns amigos, conseguiu uma meia dúzia de pretendente e não sei porque motivo se encantou por Faar.
Uma das primeiras exigências dela era que o homem fosse ao menos 5 anos mais velho que ela. 
Outra era se ele fosse solteiro;
Se não apresentasse muitos erros de ortografia;
Se não falasse pornografias;
Se fosse inteligente e tivesse um papo saudável
Faar, passou pela peneira das exigências, mesmo sendo mais novo que ela. Até hoje não se sabe porque. Verdade é que quando ela se deu conta, Faar já estava na área vip dela. Daí até o primeiro encontro foi apenas uma questão de tempo. Pouco tempo... bem pouco.
Conversavam diversas vezes ao dia por telefone e trocavam confidências. 
Ela tentando se libertar do passado e ele cuidando especialmente disso.
Combinaram o encontro para um sábado a noite. Um clube de dança deprimente cheio de gente feia. Nada disso importava para ambos. Tudo ali era apenas cenário para a cena principal. O encontro.
A noite foi fantástica. Se conheceram, se cumprimentaram e ficaram a noite conversando e trocando beijos.
Ele foi encantadoramente educado e isso decisivo para ela. 
Se despediram e tão logo se separaram ele ligou para dizer que tinha adorado a noite. 
E assim começaram a se ver com frequência. Ele sempre respeitando os limites dela e assim o relacionamento ia se construindo.Eles passavam horas no telefone, se conhecendo, se curtindo e ela foi se deixando encantar por Faar. Não demorou muito, eles começaram a namorar.
Algumas vezes ela estranhava o comportamento dele, mas outra vezes ele a surpreendia com bombons, flores, bilhetes, vinhos... 
Ela esqueceu a razão e se deixou levar pela gentileza, delicadeza e comportamento respeitador do moço. 
Conversaram muitas vezes sobre o passado de ambos e como eles eram livres, não havia nada que os impedisse de viver uma história bonita. Ela via nele um protetor. Ele era seu protetor. 
O medo que a perseguia deixou de existir. A luz começou a brilhar...



Que tal sua vó? Dando uma de escritora. 
Não menino, nada disso. Esse texto faria Machado de Assis me menosprezar eternamente.
 Como me prometi dia desses, preciso pensar em como colocar a história para meu filho sem que o tempo tire o que de fato foi e resuma a história em mísero parágrafo recheado de preconceito e questionamentos inquisidores.
Tudo que estiver em branco não é para você, é para seu pai ou seu tio. Mas caso você se interesse por essa parte, quero que saiba que sua vozinha enrugada amou muito e fez lá suas burradas em nome desse tal de amor. 

Parando com os delírios por hoje, pois o leitor acabou de acordar e eu estou sedenta de seu amor... 
Voltei da ginástica e ele estava dormindo...