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terça-feira, 16 de julho de 2013

Every now and then,
I get a little bit breathless and I dream of something wild


Antes que mal me interpretem, a música não é recado para ninguém. Ela é a música que Pat dança com sua amiga em troca de notícias de sua ex-mulher. O livro está me encantando, pena que já estou quase no fim. 
Para procurar essa música, imaginei que o filme teria um clip como a cena do  Pratrick Swayze e a Jennifer Grey no filme Dirty Dancing, mas não. Confesso que já me sinto um pouco decepcionada com o filme, sem ao menos tê-lo assistido. Claro que vou dar o tempo dele me demover dessa decepção, embora não acredite em tal feito. Os filmes são sempre inferiores aos livros.

Coloquei esse clip do Glee, ele é melhor do que a Bonnie Tyler com sua voz estridente e seu cabelo anos 80, terrível. Essa música é um clássico e tem uma letra bastante forte. 

O vestibular acabou ontem e tudo foi bastante tranquilo.
Tudo está bastante tranquilo, embora amanhã eu fique apenas com o Pedro. Ele não quis ir para a fazenda com os meninos. Fiquei feliz.
Meu docinho é um grude comigo e eu não me incomodo nada com isso. Infelizmente ele também vai crescer e vou perdendo naturalmente o espaço do centro das atenções dele. 
Nem quero pensar. 
Vou cuidar das férias... Viver o que há para viver, agora...





domingo, 14 de julho de 2013

Dia de vestibular é sempre um dia interessante. Rever ex-alunos é tão gostoso, ainda mais quando estão buscando algo melhor para suas vidas. 
Cuidei da sala do pessoal de Engenharia Civil. Entre os candidatos estava o Pedro. Um ex-aluno muito querido. 
Fiquei bem contente de revê-lo.
O tempo passou rápido, hoje.

Me saiu um terçol. Doeu o dia todo. Se ao menos eu tivesse guardado o nome da pomadinha, mas não...
O jeito é tomar um chá de gengibre bem forte para a dor na garganta e dormir para passar. Certamente amanhã estarei bem melhor. 
Descobri esse ano que não gosto de invernos, ainda mais se forem chuvosos.





sábado, 13 de julho de 2013

O dia foi meio curto, não pude ler quase nada do livro



Quero terminar de ler para então, ver o filme. 
Sempre o filme deixa muito a desejar porque não representa o que a imaginação do leitor construiu. 
Apesar de ser uma leitura fácil e rápida já construí as cenas, as personagens, o clima...
Essa construção que torna a leitura algo apaixonante.
Talvez eu ainda não tenha dito o quanto estou contente de ter o tablet, não porque ache fundamental para as minhas aulas, mas porque basta eu querer ler um livro e ele está a minha disposição. Nunca tive isso dessa maneira.
Tomara que quando eu esteja velhinha, ainda possa ler. Tenho medo de ficar cega e não poder mais ler.
Se meu neto-leitor for carinhoso com a velha vó, virá ler para mim. Até lá preciso aprende a gostar de poesias. Imagina só, meu neto lendo para mim com sua voz grossa de moço. Eu ouvindo e me lembrando do tempo de mocidade. Terei saudade do passado bom que vivi.


Hoje o Gui foi à balada teen. Todo bonito, cheiroso e feliz. Meu menino cresceu.
Estou feliz por ele.

O Pedro tem se mostrado um garotinho muito possessivo.
Não gostou de me ver vestida de caipira,
Não gostou de ver os alunos aqui em casa,
Não gostou das fotos em que os alunos me abraçam,
Não gosta quando uso a caneca que ganhei do Fernando,
Não deixa que os meninos se aproximem de mim.
Tenho falado bastante sobre isso com ele. 
É uma graça agora, mas futuramente se tornaria um insuportável.
Ele precisa aprender a dividir o amor da mãe.
Ele precisa aprender que é tão importante quanto os outros.
Ele tem aprendido, vai se tornar um grande homem, assim como seus irmãos...

Amanhã trabalho no vestibular. Só de pensar me dá um sono...
Vou ler até o Gui chegar... espero não cair no sono. Toda mãe que se presa não dorme enquanto seu filho não chega...


sexta-feira, 12 de julho de 2013

1ºdia de férias: 
Dia muito tranquilo.
Artesanato pela manhã, sono e livro deliciosos à tarde.

Faz algumas semanas que desejo ler o livro "O lado bom da vida". Embora não tenha nem lido do que tratava. Pelo título e pela posição entre os mais vendidos, decidi que precisava lê-lo e ao começar hoje, sinto que minha intuição anda bem apurada. Ela dificilmente falha.
Quanto ao livro, posso dizer, depois das primeiras páginas (engraçado chamar de página quando se lê no tablet), que o livro tem alguma relação interessante comigo, com o que já vivi...
Pat é um homem que esteve internado num hospital psiquiátrico, ao que parece por mais tempo do que ele imagina. O foco narrativo é de primeira pessoa e o tempo é o presente.
Pat se torna compulsivo por exercícios físicos e obcecado pela ex-mulher que o abandona, ao que parece por ter sofrido algum tipo de agressão física. 
As sessões de terapia e a readequação à nova fase fazem dessa obra, algo muito instigante.
Penso no João como o personagem principal...
Penso no quanto deve ter sofrido...

Ontem, minha ajudante me contou que na época do meu acidente, ele confidenciou a ela que era louco por mim ainda. Anos depois da separação. Não me sinto lisonjeada, ao contrário, me dá uma dor saber.
Meu casamento foi um erro meu que prejudicou profundamente ele. Não me perdoo por isso...

Voltando ao livro, já encontrei uma frase de impacto:
"São suas ações que fazem de você uma pessoa boa, não sua vontade."
Essa frase é dita pelo terapeuta depois dele ter chorado compulsivamente por ter agredido fisicamente sua mãe e ter tomado uma surra do pai que o quer ver internado novamente.

Preciso encontrar no youtube a música do Kenny G que tanto incomoda Pat e que está intimamente ligada às alucinações que o transformam num louco agressivo.


Pronto, já encontrei. Os livros mais novos estão bastante interativos...

Preciso parar agora, o livro está me chamando...


quinta-feira, 11 de julho de 2013


Imagina a festa de ver a professora vestida de caipira?
Tudo foi muito legal. 
Tirei fotos com os alunos.
Gosto desses momentos de interação com eles. Podemos demonstrar coisas que dentro de sala de aula não é possível.


Já o dia de hoje foi bem mais sério. Dia de conselho de classe é tenso. Sempre acontecem pequenas discussões, mas o que presenciamos hoje é coisa fora do imaginável.
Tudo bem que o professor seja bipolar, mas daí arranjar encrenca por nenhum motivo, já é demais.
Foi algo surreal.  
 Tudo começou porque o professor disse que ele não foi ouvido numa reunião anterior sobre um aluno mais velho que ele julga ser um quase psicopata. Eu dou aula para o menino e não posso concordar com isso. A vice-diretora também dá aulas lá e concorda comigo e a discussão dos dois foi ficando mais acalorada e terminou com o porfessor gritando que não participaria do conselho e iria ao núcleo denunciar a vice por usar do cargo para impor suas ideias. Foi uma cena mega constrangedora. Justo agora que a escola parece que deslanchou.

Fora essa saia-justa, o resto do dia correu tranquilo.

E os próximos dias serão ainda melhores.

 Essa foto, tiramos no dia da apresentação do dia das mães. A boquinha indica vergonha. Sempre que está envergonhado, faz essa carinha linda... Meu Pedro Eduardo...

quarta-feira, 10 de julho de 2013

Fiquei um tempão esperando meu celular atualizar para eu poder encontrar uma foto da festa de hoje, mas tá demorando demais. Não vou esperar. Amanhã ainda tenho que trabalhar. 
Contando os minutos para os merecidos dias de folga.

A festa foi bonitinha, alguns alunos vieram almoçar aqui em casa. Foi um dia bem gostoso.
Estou muito cansada, quero fazer tanta coisa, mas sei que a única coisa que vou fazer é dormir.

O Pedro foi comigo à tarde... capotou e de novo foi dormir sem tomar banho. 
Ele fez sucesso com os alunos, pulou na cama elástica e comeu muita porcaria... mas foi feliz.
Quando chegou em casa chorou e chamou pelo pai. Nessas horas abraço ele forte e não digo nada.
Eu finjo que não ouvi e ele finge que não falou nada. Nós dois sabemos o quanto isso nos faz sofrer.

O Gui chegou e voltamos a sorrir...